A Prefeitura de Ourinhos, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, promoverá entre os dias 27 e 31 de outubro a primeira parte da 16ª edição da Mostra Sérgio Nunes de Artes Cênicas, festival tradicional que oferece espetáculos teatrais e oficinas gratuitas para a população.
Durante estes dias, os grupos contarão histórias construídas com a arte da palhaçaria, reflexões sobre saúde mental, esperança e memória afetiva mergulhada na cultura árabe. Uma oportunidade ímpar para revisitar o Teatro Municipal, reaberto na última segunda-feira (19), e vivenciar a cultura teatral de artistas locais, paulistas e paranaenses.
Confira as datas e horários das apresentações
27/10, às 20h – “Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” – Humatriz Teatro
28/10, às 16h – “De Perto Todo Mundo É Normal” – Grupo Teatro do Comprimido
29/10, às 16h – “Procura-se Esperança” – CNX Produções Artísiticas
31/10, às 20h – “Salamaleque” – Cia. Teatral Damasco
Além disso, a Cia Teatral Damasco promoverá a oficina de culinária árabe “Sslam, Uma Cozinha Síria no Interior de São Paulo”, para idosos que frequentem o Centro de Convivência do Idoso (CCI), no dia 31 de outubro, às 10h00.
A 16º Mostra Sérgio Nunes é possível graças aos editais do Programa de Ação Cultural (PROAC), do Governo do Estado de São Paulo, e a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Governo Federal.
27/10 “Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” – Humatriz Teatro

“Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” é um espetáculo de palhaçaria para jovens e adultos, fruto do encontro de dois grandes nomes da palhaçaria no Brasil: Silvia Leblon e Adelvane Néia. Palhaças com mais de trinta anos de carreira, Silvia e Adelvane pela primeira vez se encontram para um espetáculo teatral com dramaturgia cem por cento original e escrita sob medida para elas. Em uma fatídica apresentação ao público, Spirulina interpreta o seu desfalecimento com tanta veracidade que a Morte acredita e vem buscá-la. Cabe à sua parceira de cena Margarida a árdua tarefa de encontrá-la e desenterrá-la para que elas voltem a apresentar seu espetáculo. O problema é que esta não é a única versão dos fatos. Spirulina tem uma versão bem diferente do que realmente aconteceu naquela noite. “Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” emerge das sombras e traz para a luz de seus holofotes valores como a amizade e o poder de ressurreição que a arte tem na vida de cada artista. Um espetáculo que aborda temas difíceis, como velhice, insanidade e morte, com ternura, amor e esperança.
Criação: Adelvane Néia, Rhena de Faria e Silvia Leblon
Atuação: Adelvane Néia (Margarida) e Silvia Leblon (Palhaça Spirulina)
Direção e Dramaturgia: Rhena de Faria
Direção musical e Trilha Sonora: Tonho Costa
Vozes na Música Tema: Adelvane Néia, Silvia Leblon e Tonho Costa
Preparação vocal: Silvana Stein
Preparação corporal: Thamires Teixeira
Cenário: César Almeida
Iluminação: Bárbara Lamounier
Figurino: Adelvane Néia
Costureiras: Ateliê ByLu e Diva
Operação de som: Gabriele Christine
Operação de luz: Renan Bonito
Contrarregragem: Thamires Teixeira
Fotografia: Diogo Luiz
Produção: CNX Produções
Realização: Humatriz Teatro
Classificação indicativa: Livre
Duração: 60 minutos
28/10 - “De Perto Todo Mundo É Normal”

Grupo Teatro do Comprimido. (Ourinhos / SP)
Sinopse:
O espetáculo nasceu da necessidade do combate à desinformação, piadas e memes desrespeitosos na internet a respeito do trabalho realizado pelo CAPS. Depoimentos dos artistas que integram o elenco foram captados, transformados e adaptados para texto teatral buscando mostrar a vivência, dramas e alegrias de cidadãos atendidos por essa instituição. Essas histórias olhadas mais de perto mostram que poderiam ser as histórias de quaisquer seres humanos.
A manipulação de formas animadas traz o distanciamento do indivíduo quanto às vivências que serviram de inspiração, tornando-se também uma forma terapêutica e lúdica de se trazer uma narrativa singela e poética dessas histórias, que poderiam ser de muitos. Quando olhamos mais de perto percebemos que: “de perto todo mundo é normal…”
Direção: Valfredo Inforzato
Produção: Bárbara Cordeiro
Elenco: Ademiro J. Ramos, Adriana S. França, Arlindo D. Oliveira, Bárbara L. Abel, Iara B. Lopes, Luciano G. Pereira, Patrícia Figueiredo.
Classificação livre.
35 min.
29/10 - “Procura-se Esperança”
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CNX Produções Artísticas. (Jacarezinho / PR)
Tudo começa quando uma criança escuta que sua mãe perdeu a esperança! Assim, nasce uma pergunta impossível: como procurar algo que não se sabe o que é? Movida pelo desejo de devolver a alegria à mãe, ela convida o público a adentrar um universo tecido por histórias, em que as palavras e memórias são o caminho e o invisível pode ser reencontrado. Entre narrativas da tradição oral, como a lenda sul-africana “Sansa Kroma” e o conto brasileiro “O Fruto Amarelo”, o espetáculo constrói uma narrativa viva, sensível e bem-humorada, que dialoga com diferentes gerações e resgata a força da tradição oral como espaço de encontro e cura pela imaginação de outros mundos possíveis. Um espetáculo para rir, se reconhecer e, quem sabe, recuperar o que parecia perdido.
FICHA TÉCNICA COMPLETA
Atuação: Ana Bia
Direção, Iluminação, Produtor e Motorista: Renan Bonito
Operadora de som e Assist. de Produção: Thamires Teixeira
Apoio e assistência: Andrei Fonseca
Produção: CNX
Classificação indicativa: Livre
Duração: 50 minutos
31/10 - "Salamaleque"

Cia. Teatral Damasco
Com mais de uma década de trajetória, Salamaleque nasceu de uma imersão de cinco anos de Valéria Arbex na cultura árabe e na memória familiar de seus antepassados sírios. A dramaturgia, assinada por Alejandra Sampaio e Kiko Marques, parte das cartas de amor trocadas pelos avós da atriz, Nadime e Nicolau, durante o período de noivado, na década de 1930. A direção é de Kiko Marques e Denise Weinberg. Em cena, o público é recebido na cozinha da infância da personagem, espaço simbólico onde receitas, aromas, objetos, músicas e lembranças conduzem a narrativa. A partir dessa experiência sensorial e de proximidade, o espetáculo aborda temas como imigração, identidade cultural, pertencimento, ancestralidade, memória afetiva, intolerância e xenofobia, aproximando histórias familiares de questões que atravessam a contemporaneidade.
Ficha técnica – Salamaleque
Idealização do projeto: Valéria Arbex
Realização e Coordenação Artística: Cia. Teatral Damasco
Direção: Denise Weinberg e Kiko Marques
Dramaturgia: Alejandra Sampaio e Kiko Marques
Atriz: Valéria Arbex
Cenografia e figurinos: Chris Aizner
Trilha sonora original: Sami Bordokan (in memoriam)
Consultoria gastronômica e objetos de cena: Graziela Tavares
Contrarregra: Davi Sannish, Lennin Modesto e Luciana Cacioli
Técnica de luz e som: Ana Melquiades, Jackson Simão, Ricardo Barbosa e Taiguara Chagas
Produção Executiva e Assessoria de Imprensa: Igor Iatcekiw
Identidade Visual: Cristina Cavalcanti e Jiboia Estúdio
Classificação indicativa: 12 anos
SALAM, UMA COZINHA SÍRIA NO INTERIOR DE SÃO PAULO
Oficina de Culinária Árabe - Memória Afetiva
Como parte da circulação, o projeto realiza 9 oficinas gratuitas de Culinária Árabe Memória Afetiva, voltadas prioritariamente à terceira idade. A atividade utiliza a culinária como disparadora de lembranças, histórias familiares e experiências relacionadas à imigração, à cultura e à memória afetiva.
A oficina é estruturada como um espaço de convivência, escuta e troca, tendo entre suas atividades o preparo de torradas árabes com zaatar, além de novas versões com ervas, acompanhadas de água aromatizada com romã, hortelã e limão-siciliano.
Durante estes dias, os grupos contarão histórias construídas com a arte da palhaçaria, reflexões sobre saúde mental, esperança e memória afetiva mergulhada na cultura árabe. Uma oportunidade ímpar para revisitar o Teatro Municipal, reaberto na última segunda-feira (19), e vivenciar a cultura teatral de artistas locais, paulistas e paranaenses.
Confira as datas e horários das apresentações
27/10, às 20h – “Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” – Humatriz Teatro
28/10, às 16h – “De Perto Todo Mundo É Normal” – Grupo Teatro do Comprimido
29/10, às 16h – “Procura-se Esperança” – CNX Produções Artísiticas
31/10, às 20h – “Salamaleque” – Cia. Teatral Damasco
Além disso, a Cia Teatral Damasco promoverá a oficina de culinária árabe “Sslam, Uma Cozinha Síria no Interior de São Paulo”, para idosos que frequentem o Centro de Convivência do Idoso (CCI), no dia 31 de outubro, às 10h00.
A 16º Mostra Sérgio Nunes é possível graças aos editais do Programa de Ação Cultural (PROAC), do Governo do Estado de São Paulo, e a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Governo Federal.
27/10 “Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” – Humatriz Teatro

“Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” é um espetáculo de palhaçaria para jovens e adultos, fruto do encontro de dois grandes nomes da palhaçaria no Brasil: Silvia Leblon e Adelvane Néia. Palhaças com mais de trinta anos de carreira, Silvia e Adelvane pela primeira vez se encontram para um espetáculo teatral com dramaturgia cem por cento original e escrita sob medida para elas. Em uma fatídica apresentação ao público, Spirulina interpreta o seu desfalecimento com tanta veracidade que a Morte acredita e vem buscá-la. Cabe à sua parceira de cena Margarida a árdua tarefa de encontrá-la e desenterrá-la para que elas voltem a apresentar seu espetáculo. O problema é que esta não é a única versão dos fatos. Spirulina tem uma versão bem diferente do que realmente aconteceu naquela noite. “Mortes Ardentes, Paixões Enterradas” emerge das sombras e traz para a luz de seus holofotes valores como a amizade e o poder de ressurreição que a arte tem na vida de cada artista. Um espetáculo que aborda temas difíceis, como velhice, insanidade e morte, com ternura, amor e esperança.
Criação: Adelvane Néia, Rhena de Faria e Silvia Leblon
Atuação: Adelvane Néia (Margarida) e Silvia Leblon (Palhaça Spirulina)
Direção e Dramaturgia: Rhena de Faria
Direção musical e Trilha Sonora: Tonho Costa
Vozes na Música Tema: Adelvane Néia, Silvia Leblon e Tonho Costa
Preparação vocal: Silvana Stein
Preparação corporal: Thamires Teixeira
Cenário: César Almeida
Iluminação: Bárbara Lamounier
Figurino: Adelvane Néia
Costureiras: Ateliê ByLu e Diva
Operação de som: Gabriele Christine
Operação de luz: Renan Bonito
Contrarregragem: Thamires Teixeira
Fotografia: Diogo Luiz
Produção: CNX Produções
Realização: Humatriz Teatro
Classificação indicativa: Livre
Duração: 60 minutos
28/10 - “De Perto Todo Mundo É Normal”

Grupo Teatro do Comprimido. (Ourinhos / SP)
Sinopse:
O espetáculo nasceu da necessidade do combate à desinformação, piadas e memes desrespeitosos na internet a respeito do trabalho realizado pelo CAPS. Depoimentos dos artistas que integram o elenco foram captados, transformados e adaptados para texto teatral buscando mostrar a vivência, dramas e alegrias de cidadãos atendidos por essa instituição. Essas histórias olhadas mais de perto mostram que poderiam ser as histórias de quaisquer seres humanos.
A manipulação de formas animadas traz o distanciamento do indivíduo quanto às vivências que serviram de inspiração, tornando-se também uma forma terapêutica e lúdica de se trazer uma narrativa singela e poética dessas histórias, que poderiam ser de muitos. Quando olhamos mais de perto percebemos que: “de perto todo mundo é normal…”
Direção: Valfredo Inforzato
Produção: Bárbara Cordeiro
Elenco: Ademiro J. Ramos, Adriana S. França, Arlindo D. Oliveira, Bárbara L. Abel, Iara B. Lopes, Luciano G. Pereira, Patrícia Figueiredo.
Classificação livre.
35 min.
29/10 - “Procura-se Esperança”
.jpg)
CNX Produções Artísticas. (Jacarezinho / PR)
Tudo começa quando uma criança escuta que sua mãe perdeu a esperança! Assim, nasce uma pergunta impossível: como procurar algo que não se sabe o que é? Movida pelo desejo de devolver a alegria à mãe, ela convida o público a adentrar um universo tecido por histórias, em que as palavras e memórias são o caminho e o invisível pode ser reencontrado. Entre narrativas da tradição oral, como a lenda sul-africana “Sansa Kroma” e o conto brasileiro “O Fruto Amarelo”, o espetáculo constrói uma narrativa viva, sensível e bem-humorada, que dialoga com diferentes gerações e resgata a força da tradição oral como espaço de encontro e cura pela imaginação de outros mundos possíveis. Um espetáculo para rir, se reconhecer e, quem sabe, recuperar o que parecia perdido.
FICHA TÉCNICA COMPLETA
Atuação: Ana Bia
Direção, Iluminação, Produtor e Motorista: Renan Bonito
Operadora de som e Assist. de Produção: Thamires Teixeira
Apoio e assistência: Andrei Fonseca
Produção: CNX
Classificação indicativa: Livre
Duração: 50 minutos
31/10 - "Salamaleque"

Cia. Teatral Damasco
Com mais de uma década de trajetória, Salamaleque nasceu de uma imersão de cinco anos de Valéria Arbex na cultura árabe e na memória familiar de seus antepassados sírios. A dramaturgia, assinada por Alejandra Sampaio e Kiko Marques, parte das cartas de amor trocadas pelos avós da atriz, Nadime e Nicolau, durante o período de noivado, na década de 1930. A direção é de Kiko Marques e Denise Weinberg. Em cena, o público é recebido na cozinha da infância da personagem, espaço simbólico onde receitas, aromas, objetos, músicas e lembranças conduzem a narrativa. A partir dessa experiência sensorial e de proximidade, o espetáculo aborda temas como imigração, identidade cultural, pertencimento, ancestralidade, memória afetiva, intolerância e xenofobia, aproximando histórias familiares de questões que atravessam a contemporaneidade.
Ficha técnica – Salamaleque
Idealização do projeto: Valéria Arbex
Realização e Coordenação Artística: Cia. Teatral Damasco
Direção: Denise Weinberg e Kiko Marques
Dramaturgia: Alejandra Sampaio e Kiko Marques
Atriz: Valéria Arbex
Cenografia e figurinos: Chris Aizner
Trilha sonora original: Sami Bordokan (in memoriam)
Consultoria gastronômica e objetos de cena: Graziela Tavares
Contrarregra: Davi Sannish, Lennin Modesto e Luciana Cacioli
Técnica de luz e som: Ana Melquiades, Jackson Simão, Ricardo Barbosa e Taiguara Chagas
Produção Executiva e Assessoria de Imprensa: Igor Iatcekiw
Identidade Visual: Cristina Cavalcanti e Jiboia Estúdio
Classificação indicativa: 12 anos
SALAM, UMA COZINHA SÍRIA NO INTERIOR DE SÃO PAULO
Oficina de Culinária Árabe - Memória Afetiva
Como parte da circulação, o projeto realiza 9 oficinas gratuitas de Culinária Árabe Memória Afetiva, voltadas prioritariamente à terceira idade. A atividade utiliza a culinária como disparadora de lembranças, histórias familiares e experiências relacionadas à imigração, à cultura e à memória afetiva.
A oficina é estruturada como um espaço de convivência, escuta e troca, tendo entre suas atividades o preparo de torradas árabes com zaatar, além de novas versões com ervas, acompanhadas de água aromatizada com romã, hortelã e limão-siciliano.
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