Uma jovem de 23 anos foi impedida, na manhã desta sexta-feira, 4, de realizar o exame o prático para tirar a sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação), para condução de motocicletas, por não estar devidamente vacinada contra a Covid-19. O fato foi postado pelo companheiro dela nas redes sociais.
O vídeo Danilo conversa com o servidor no local de exames, no recinto Olavo Ferreira de Sá (FAPI) e mostra o teste de detecção de Covid-19, que foi feito em uma farmácia, na noite de ontem (3), mostrando que ela não estava contaminada com o vírus.
“Ela pagou R$100,00 no teste e comprovamos que não estamos transmitindo o vírus e mesmo assim negaram”. Você acha certo isso? Mesmo levando o teste negativo. Feito em menos de 12 horas. Quem vai devolver o valor investido? Perdemos os direitos? Triste realidade do povo”. (veja o vídeo abaixo)
Jovem fez o teste, que deu negativo 12 horas antes (Foto: Arquivo Pessoal)
A exigência do comprovante de vacinação contra a Covid-19 nos exames práticos de direção começou a valeu dia 20 de janeiro em todo o estado. O documento é solicitado tanto aos examinadores de trânsito quanto aos candidatos à habilitação. De acordo com o órgão, todos deverão apresentar o comprovante no formato físico ou digital ao presidente da banca no início dos testes ao assinar a ata de presença.
O candidato precisa ter tomado no mínimo duas doses da vacina ou ter se imunizado com a vacina de dose única. De acordo com o Detran, as autoescolas já estão instruídas a não levar alunos não vacinados para o exame prático.
O casal não tomou a vacina por acreditar, que ambos são saudáveis e jovens. De acordo com Danilo, o imunizante oferecido ainda não é 100% seguro, pois não houve tempo suficiente para a realização de testes mais elaborados, já que vacinas são liberadas após anos de testes, fato que não aconteceu com a vacina contra a covid. Ele também afirmou que ambos já contraíram o vírus e estão teoricamente com anticorpos naturais.
A mulher já gastou com o processo para tirar a CNH R$1.750,00. Danilo afirmou já ter procurado os Direitos Humanos e deverá recorrer ao poder judiciário contra a proibição.(veja o vídeo abaixo)
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