Em uma votação secreta realizada na noite de segunda-feira, 18, os vereadores de Ourinhos decidiram pela manutenção do veto do prefeito Lucas Pocay (PSD) ao projeto de lei que propunha um aumento salarial de 52% para os vereadores. Na última terça-feira, 12, assessoria da mesa diretora da Câmara havia informado que tinha se esgotado o prazo, que era de 30 dias e o veto já estava mantido, mas o presidente da Câmara, Fernando Rosini, o "Furna" (União Brasil), colocou a matéria em votação novamente.
Se o veto do prefeito fosse derrubado e a lei fosse sancionada pela Câmara, os salários dos vereadores teriam aumentado de R$ 8.854,00 para R$ 13.500,00 a partir da próxima legislatura, e eles também teriam direito a receber um 13º salário.
A votação original do projeto de aumento salarial ocorreu quase dois meses antes, em 17 de julho, de forma polêmica, pois não estava prevista na pauta e foi realizada durante uma sessão extraordinária, antes do recesso legislativo. Dos 15 vereadores da casa, 13 participaram da votação, com 11 votos a favor e apenas um contra. O presidente da Câmara, Fernando Rosini, não participou da votação naquela ocasião.
Com a decisão de manter o veto do prefeito, os vereadores de Ourinhos não terão um aumento de subsídio em 2025, encerrando a controvérsia em torno do tema. A votação aconteceu na segunda parte da sessão (próximo a 02h20).





