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Postado em 08/02/2021 às 17:39

Jair Vivan Júnior conta como foi ser aluno do Instituto de Educação Estadual Horácio Soares

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Ginásio

Agora sim, promovido a estudante ginasial, passei no primeiro vestibular de minha vida, o exame de admissão, então com uniforme de gente grande, calça comprida e camisa de cor cáqui, com o bolso bordado IEHS em azul.

O orgulho de estar naquele uniforme me incentivava a usá-lo um pouco mais, após o horário das aulas, mas logo após o almoço tinha que ser lavado para estar seco e passado para o dia seguinte, tinha o reserva, já mais puído e com o bolso da camisa manchado de esferográfica vazada, que ficava para segundo plano, usado mais em época de chuva, quando demorava mais para secar o oficial.

À tarde, dia sim, dia não, tinha educação física com o professor sargento Sinval, muito exigente e enérgico. E também com os professores Jairo, Samir, Dinho, Marilvia, Neide e outros que não me vem agora.

Aí era de calção azul, camiseta branca e tênis cano baixo, Conga, Bamba ou similar, tinha até quem ostentava com um Rainha de couro.

Éramos observados pelos inspetores, senhor Cristoni, dona Alice e dona Olga, posteriormente já no horário noturno pela dona Neide inspetora, uns mais enérgicos, outros mais acessíveis, nos tornávamos amigos e às vezes até conseguíamos uma vista grossa para matar aulas, ou usar indevidamente o carimbinho de presença na caderneta escolar.

Grandes professores nos instruíram e orientaram, seria muito difícil citar todos, mas tem os inesquecíveis da minha época (década de setenta), que ainda me lembro, como: Diva, Maria Tereza, Cidinha, Norival, Hélio Mano, Fininho, Mario Cezar, Marinho, Padre Felipe, Silze, Sinésio, Marlene (francês), Marina (música), a bibliotecária muito querida e outros que também não me vem, além da dona Carminha (diretora) e dona Dirce, felizmente presentes em nosso convívio.

Nossa opção para alimentação era a cantina do Sr. Moupir com o sortimento de balas, doces, salgadinhos, lanches e o refresco caseiro de groselha ou laranja em garrafinhas retornáveis de Coca-Cola, os cascos para nossa sorte eram abandonados pelo pátio e quando devolvidos na cantina rendiam duas balas cada um, dá-lhe catar garrafinhas.

Já no período noturno, então dispensados da educação física por motivos de trabalho, ainda estaria por ali, onde optaria pelo Clássico, Científico (humanas ou exatas) ou Normal (magistério), caso uma mudança no ensino não tivesse instituído o Básico que englobava todas as matérias.

Assim como no ginasial, o ensino globalizado que se resumia em uma média geral, facilitando para os alunos e revoltando alguns professores do Horácio Soares.

No noturno tive aulas com as queridas Maria Luiza e Fernanda, felizmente também do nosso rol de sobreviventes, além do saudoso Osvaldinho, com o qual nos encontrávamos nos clubes sociais ou nos bares bem frequentados da cidade e seguíamos enturmados noite adentro.

(Reveja outras crônicas - Clique na foto acima)

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