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Postado em 28/05/2021 às 16:09

Sindicato vai à justiça tentar anular termo que condiciona a vacina contra Covid ao retorno às aulas presenciais dos profissionais da Rede Municipal da Educação de Ourinhos, dia 7 de junho

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O SINSERPO (Sindicato dos Servidores Municipais e Autárquicos de Ourinhos e região) vai recorrer à justiça para anular o termo de compromisso, que os profissionais da Rede Municipal de Educação de Ourinhos estão sendo praticamente obrigados a assinar para receber a vacina contra a Covid-19, no mutirão especial que iniciou nesta sexta-feira, 28, no recinto da FAPI. Desde o início da manhã, os profissionais só estão sendo vacinados após assinar o termo  com os seguintes dizeres: “Eu ..., portador do RG ... funcionário da rede municipal de ensino da cidade de Ourinhos, venho por meio deste termo de compromisso., informar, que estou ciente que após receber a vacina contra a COVID19 DA AstraZeneca na data de hoje, estarei disponível ao retorno às minhas atividades profissionais, que propiciarão a retomada do retorno das atividades escolares em nossa rede municipal de ensino no próximo dia 07/06/2021”.

Servidores estão se sentindo coagidos a assinar o termo:

Em entrevista à TV TEM, na tarde desta sexta-feira, 28, o secretário de Saúde, Donay Neto, destacou que o termo foi uma decisão da Prefeitura, quase que em cima da hora, para garantir o retorno das aulas presenciais no município, pois temem, que mesmo destinando as doses aos profissionais da educação eles não retornem às aulas. E a vacinação desses profissionais foi uma excepcionalidade, que a secretaria municipal de saúde precisa documentar, como forma de se resguardar.  

 Porém à relatos que este termo é uma forma de retaliação à decisão do Conselho Municipal de Educação, que decidiu, na noite de ontem (27) pela suspensão de mais um mês do retorno às aulas presenciais, ou seja, ao invés do dia 7 de junho, somente no dia 7 de julho. Porém esta decisão não foi de agrado ao prefeito Lucas Pocay (PSD), que estaria “forçado a barra” para o que o aconteça no dia 7 de junho, conforme o calendário já divulgado, sem ouvir os profissionais.

O Passando a Régua conversou tanto com o presidente do SINSERPO, Edinilson Ribeiro "Biguá” e com advogado do sindicato Cláudio Gonçalves Izídio, que explicaram como pretendem anular o termo e processar a administração municipal por abuso de poder. Confira abaixo:

Já em uma transmissão ao vivo em sua rede social, o prefeito Lucas desconversou e disse que quem está reclamando, é por interesses partidários eleitorais e que as crianças precisam retornar às aulas presenciais e a Prefeitura de Ourinhos está preparada para o retorno.

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