Um homem de 35 anos sofreu agressões, na noite desta quarta-feira, 27, após ser acusado de praticar pornografia infantil contra a própria filha de 13 anos e outras adolescentes, no condomínio “Moradas”, no Jardim Itamaraty, em Ourinhos. J. R. J. negou as acusações feitas pelos agressores, um jovem de 19 anos e um adolescente de 14 anos, que foram detidos, mas liberados, após serem ouvidos. Após a confusão, ninguém foi preso.
A filha de J. R. J. e mais outras duas adolescentes, o acusam de estupro, porém nenhuma prova foi apresentada e a suspeita será investigada pela Delegacia de Defesa da Mulher de Ourinhos. Como a menina mora com o pai e sua mãe é falecida, está agora sob a responsabilidade do Conselho Tutelar de Ourinhos.
De acordo com a polícia, a confusão no condomínio aconteceu por volta das 21h15 de ontem (27). Policiais militares foram ao local com a informação de que estaria acontecendo uma grande “confusão”, onde quatro indivíduos encapuzados estariam agredindo um homem.
Quando os policiais chegaram, abordaram um jovem de 19 anos e outro de 14 anos, que relataram que “estavam de olho na vítima (J. R. J.)”, pois o homem estaria fazendo filmes de cunho pornográfico com a própria filha e outras adolescentes, todas menores de idade, para encaminhar estes vídeos para sites específicos, inclusive de outros países, o qual estaria recebendo dinheiro. Os dois jovens e mais outras pessoas então foram até a casa de J. R. J. para “acertar as contas” com ele. Os dois confirmaram as agressões e disseram que a vítima ofereceu dinheiro a eles para que parassem com as agressões. O jovem de 19 anos inclusive estava com a quantia de R$2.830,00, dinheiro teria sido dado por J. R. J.
Os dois jovens agressores ainda danificaram os dois carros de J. R. J., que estavam estacionados na via pública do condomínio.
A vítima (J. R. J.) alegou que foi agredida de forma injusta pelos jovens e outras pessoas que não foram identificadas e que levaram cerca de R$4 mil que estava no interior de sua casa. J. R. J. alegou ainda inocência de qualquer prática de abuso sexual.
Diante dos fatos, da falta de provas materiais de que o dinheiro pertencia a vítima, o valor foi apreendido, bem como duas facas e um pedaço de madeira, que estavam dentro da casa da vítima. Todos foram liberados e o caso será investigado.

Foto: Laperuta/ Passando a Régua





