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Postado em 25/11/2021 às 09:03

Pedágio no Paraná: veja como ficarão os atendimentos a acidentes e socorro de veículos nas rodovias com o fim das concessões

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Com o fim dos contratos de pedágio do Paraná, entre sexta, 26, e sábado, 27, os serviços de socorro e suporte para motoristas não serão mais prestados pelas concessionárias do Anel da Integração. Não haverá cobrança nas praças de pedágio por pelo menos um ano, incluindo na divisa entre Ourinhos e Jacarezinho (PR).

Relembre: Concessionária, que operou pedágios por 24 anos no Paraná, emite comunicado de encerramento das atividades

Os contratos atuais das empresas Ecocataratas, Econorte e Viapar se enceram à 23h59 da sexta. Já os contratos da Caminhos do Paraná, Rodonorte e Ecovia terminam à 23h59 de sábado. Um leilão que deve ocorrer no último trimestre de 2022 decidirá as novas concessionárias por 30 anos.

A partir destas datas, os motoristas ficarão, por tempo indeterminado, dependentes do serviço público ou de seguros particulares para atendimento de ocorrências, como troca de pneus ou acidentes. Veja abaixo os números para atendimento de acidentes:

  • Polícia Rodoviária Federal (PRF): 191
  • Polícia Rodoviária Estadual (PRE): 198
  • Samu: 192
  • Siate: 193

“Alguns serviços que eram prestados pelas concessionárias serão interrompidos. Em acidentes leves, que não tenham vítimas, o motorista pode retirar o veículo da pista e sinalizar, podendo entrar em contato com a PRF para tirar dúvidas quanto ao procedimento”, explicou Maciel Junior, da comunicação social da PRF.

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros do Paraná, coronel Manoel Vasco de Figueiredo Júnior, a corporação sempre atuou nas rodovias auxiliando as concessionárias em acidentes. "A diferença é que agora vamos absorver as demandas que elas recebiam pelo 0800 e atuar juntamente com o Samu”, disse.

Nos trechos de rodovias administrados pela Econorte, os serviços de atendimento pré-hospitalar e de guincho serão mantidos por um ano. Isso porque a concessionária e o Departamento de Estrada de Rodagem (DER-PR) fecharam um acordo em troca de uma obra não realizada.

Confira os trechos:

  • PR-323: da divisa com São Paulo até Warta
  • PR-445: de Warta a Londrina
  • BR-369: da divisa com São Paulo (Ourinhos) até Cambé
  • BR-153: da divisa com São Paulo até o entroncamento com a PR-092
  • PR-090: de Jataizinho até Assaí
  • PR-862: Contorno Norte de Ibiporã
  • PR-090: de Ibiporã até Sertanópolis

Justiça Federal determina que Viapar faça canalização e sinalização em praças de pedágio para abertura de cancelas

Segundo o DER-PR, a partir do fim de semana, as faixas centrais estarão bloqueadas. Com isso, o tráfego será feito pelas laterais. O mesmo padrão será seguido em todas as praças desativadas.

A Justiça Federal determinou que a concessionária Viapar, que administra rodovias na região norte do estado, faça a canalização do tráfego nas seis praças de pedágio existentes na área.

A decisão, publicada nesta quarta-feira (24), atende a um pedido de tutela de urgência do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR).

Segundo a Justiça, a concessionária deverá implementar barreiras e fazer a sinalização que conduza o trânsito após a abertura das cancelas de pedágio, ao final da concessão, no sábado (27).

Segundo o DER-PR, a partir do fim de semana, as faixas centrais estarão bloqueadas. Com isso, o tráfego será feito pelas laterais. O mesmo padrão será seguido em todas as praças desativadas.

De acordo com o documento, a concessionária teve 90 dias para instalar as barreiras, mas não atendeu ao pedido do DER-PR.

Na decisão, a juíza Vera Lúcia Feil disse que as estruturas podem ser de plástico, preenchidas com areia.

Segundo a decisão, a empresa pode ser multada em R$ 100 mil por dia caso não cumpra a determinação.

Procurada, a Viapar afirmou que o plano de canalização determinado não se trata do projeto original do DER apresentado à empresa e que o plano de canalização apresentado pelo departamento não é o mais seguro.

Disse, ainda, ter recebido na quarta a solicitação do DER para o preenchimento de areia nas barreiras plásticas e que a ação ajuizada pelo órgão contra a concessionária foi feita antes do DER encaminhar a orientação à Viapar.

Por fim, alegou que o plano proposto pela empresa atende as normas de engenharia e segurança e, quanto ao cronograma de entrega, a Viapar cumpre as obrigações contratuais e os prazos.

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