Antes mesmo dos 8 vereadores da base aprovarem o projeto 22/2021, que se transformou na Lei Complementar 1.105, que tira o serviço de coleta de lixo da SAE (Superintendência de Água Esgoto de Ourinhos) e passa para a Prefeitura, sancionada, somente no dia 21 de dezembro, o prefeito de Ourinhos, Lucas Pocay (PSD), já havia lançando, no dia 17 (sexta-feira) o pregão para contratar uma empresa especializada para a prestação de serviços contínuos de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos de serviços de saúde (RSS) e cemiteriais. O edital do pregão, que acontecerá no dia 10 de janeiro de 2022, consta no portal da transparência da Prefeitura (clique e veja).
A Prefeitura de Ourinhos deve pagar para a empresa vencedora a quantia de R$ 205.458,60 (duzentos e cinco mil, quatrocentos e cinquenta e oito reais e sessenta centavos) por ano. Para recolher cerca de 2.365 kg por mês de lixo de 23 unidades de saúde do município e do Cemitério Municipal.

De acordo com informações apuradas pelo Passando a Régua, a coleta dessas unidadesm, há anos, é feita pela própria SAE e seus coletores, ou seja, o inicio da terceirização do serviço já começou antes mesmo da Lei Complementar 1.105 existir, tamanha era certeza de Lucas pela aprovação feita pelos vereadores de sua base, completamente submissa.





