A academia Chute Boxe de Ourinhos se manifestou publicamente após a repercussão do caso envolvendo um homem de 36 anos acusado de agredir um aposentado de 70 anos, na noite de domingo (18), no Jardim Paulista. Em nota, a academia esclareceu que o acusado não integra o quadro técnico da instituição e que era apenas aluno, sem qualquer função de professor ou representação oficial da equipe.
No posicionamento, a Chute Boxe destacou que é uma marca reconhecida internacionalmente pela difusão das artes marciais e de seus valores fundamentais, como respeito, disciplina, autocontrole e caráter. A academia afirmou que não compactua, em nenhuma hipótese, com atitudes de violência, agressão ou desrespeito fora do ambiente esportivo, reforçando que a prática marcial deve servir à defesa e ao desenvolvimento pessoal, jamais à agressão.
A nota também esclarece que, por se tratar de uma marca de alcance internacional, o uso do uniforme não caracteriza vínculo direto com a equipe técnica ou com atletas da academia, nem autoriza a associação do nome da instituição a condutas que contrariem os princípios do esporte e do respeito humano. Ao final, a academia repudiou o ocorrido e reafirmou seu compromisso com a formação de pessoas melhores para a sociedade, dentro e fora do tatame.

O caso ocorreu por volta das 19h40 de domingo, em frente a um edifício residencial na Rua Antônio Saladine. Segundo o boletim de ocorrência, o aposentado, que é síndico do prédio, foi agredido durante um desentendimento com Marinaldo J. M. J., após impedir sua entrada no local. A vítima foi atingida com golpes de capacete, sofreu fratura no rosto, concussão cerebral, diversas lesões pelo corpo e cortes nos lábios, sendo socorrida pelo Samu e encaminhada à Santa Casa de Ourinhos. Ele recebeu alta na segunda-feira (19) e segue em recuperação em casa, sob risco de complicações médicas.
A Guarda Civil Municipal atendeu a ocorrência e conduziu o acusado à Central de Polícia Judiciária, onde ele foi ouvido e liberado. O caso foi registrado como lesão corporal. Imagens de câmeras de segurança do prédio foram anexadas ao inquérito e mostram o momento das agressões. A Polícia Civil requisitou exame de corpo de delito e orientou a vítima sobre o prazo legal para representação criminal. A defesa do acusado não foi localizada até o momento, mas o espaço segue aberto.
No posicionamento, a Chute Boxe destacou que é uma marca reconhecida internacionalmente pela difusão das artes marciais e de seus valores fundamentais, como respeito, disciplina, autocontrole e caráter. A academia afirmou que não compactua, em nenhuma hipótese, com atitudes de violência, agressão ou desrespeito fora do ambiente esportivo, reforçando que a prática marcial deve servir à defesa e ao desenvolvimento pessoal, jamais à agressão.
A nota também esclarece que, por se tratar de uma marca de alcance internacional, o uso do uniforme não caracteriza vínculo direto com a equipe técnica ou com atletas da academia, nem autoriza a associação do nome da instituição a condutas que contrariem os princípios do esporte e do respeito humano. Ao final, a academia repudiou o ocorrido e reafirmou seu compromisso com a formação de pessoas melhores para a sociedade, dentro e fora do tatame.

O caso ocorreu por volta das 19h40 de domingo, em frente a um edifício residencial na Rua Antônio Saladine. Segundo o boletim de ocorrência, o aposentado, que é síndico do prédio, foi agredido durante um desentendimento com Marinaldo J. M. J., após impedir sua entrada no local. A vítima foi atingida com golpes de capacete, sofreu fratura no rosto, concussão cerebral, diversas lesões pelo corpo e cortes nos lábios, sendo socorrida pelo Samu e encaminhada à Santa Casa de Ourinhos. Ele recebeu alta na segunda-feira (19) e segue em recuperação em casa, sob risco de complicações médicas.
A Guarda Civil Municipal atendeu a ocorrência e conduziu o acusado à Central de Polícia Judiciária, onde ele foi ouvido e liberado. O caso foi registrado como lesão corporal. Imagens de câmeras de segurança do prédio foram anexadas ao inquérito e mostram o momento das agressões. A Polícia Civil requisitou exame de corpo de delito e orientou a vítima sobre o prazo legal para representação criminal. A defesa do acusado não foi localizada até o momento, mas o espaço segue aberto.





