O Tribunal do Júri da Comarca de Ourinhos realiza nesta quinta-feira, 19, a partir das 9h30, o julgamento de Wallace Rodrigues da Silva, acusado de matar o adolescente Vitor dos Santos Moraes, de apenas 14 anos. O crime ocorreu durante as comemorações de Ano Novo de 2024 e causou grande comoção na cidade.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o homicídio aconteceu por volta das 2h30 do dia 1º de janeiro, na Praça dos Burgueses, localizada na Rua Pedro Marques de Leão. Na ocasião, após uma briga generalizada entre adolescentes, o acusado teria ido até o local armado com faca e, durante uma nova confusão, atingido o jovem com golpes que levaram à sua morte.
Vitor chegou a ser socorrido e encaminhado à Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. O caso inicialmente foi registrado como tentativa de homicídio, sendo posteriormente convertido para homicídio consumado. O sepultamento ocorreu no dia seguinte ao crime, no cemitério municipal.
As investigações apontaram dificuldades iniciais devido à grande aglomeração de pessoas no local, o que comprometeu a realização da perícia. Ainda assim, testemunhos colhidos ao longo da apuração indicaram que o acusado teria participado diretamente das agressões. Segundo relatos, ele estaria acompanhado de outros indivíduos e teria chegado ao local após ser acionado por um familiar envolvido na briga.
Além da morte do adolescente, o processo também menciona ferimentos causados a outras duas pessoas durante o episódio. Testemunhas relataram que houve uso de arma branca e que o ambiente era de extrema confusão, com múltiplas agressões simultâneas.
O réu foi denunciado por homicídio qualificado, com base no artigo 121, §2º, inciso I, do Código Penal, que trata de crime cometido por motivo torpe. A denúncia foi recebida pela Justiça em maio de 2024. Durante a fase de instrução, foram ouvidas vítimas sobreviventes, oito testemunhas, além do interrogatório do acusado.
A defesa alegou insuficiência de provas e pediu a impronúncia do réu, ou, alternativamente, o afastamento da qualificadora. No entanto, a Justiça decidiu pela pronúncia, entendendo haver indícios suficientes para que o caso fosse levado a julgamento pelo júri popular. A decisão foi confirmada e transitou em julgado.
Ao longo do processo, a Justiça manteve a prisão cautelar dos envolvidos, destacando a gravidade concreta dos fatos e o risco à ordem pública. Em um dos trechos da decisão, o magistrado ressaltou que os acusados não teriam relação direta com a briga inicial, mas teriam ido ao local armados, ampliando a violência e resultando na morte do adolescente.
Para o julgamento desta semana, foram intimadas testemunhas de acusação, defesa e comuns, além da requisição do réu para comparecimento em plenário. O Conselho de Sentença, formado por cidadãos, será responsável por decidir pela condenação ou absolvição do acusado.
O caso é considerado um dos mais marcantes dos últimos anos em Ourinhos e deve atrair atenção da população durante a realização do júri.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o homicídio aconteceu por volta das 2h30 do dia 1º de janeiro, na Praça dos Burgueses, localizada na Rua Pedro Marques de Leão. Na ocasião, após uma briga generalizada entre adolescentes, o acusado teria ido até o local armado com faca e, durante uma nova confusão, atingido o jovem com golpes que levaram à sua morte.
Vitor chegou a ser socorrido e encaminhado à Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. O caso inicialmente foi registrado como tentativa de homicídio, sendo posteriormente convertido para homicídio consumado. O sepultamento ocorreu no dia seguinte ao crime, no cemitério municipal.
As investigações apontaram dificuldades iniciais devido à grande aglomeração de pessoas no local, o que comprometeu a realização da perícia. Ainda assim, testemunhos colhidos ao longo da apuração indicaram que o acusado teria participado diretamente das agressões. Segundo relatos, ele estaria acompanhado de outros indivíduos e teria chegado ao local após ser acionado por um familiar envolvido na briga.
Além da morte do adolescente, o processo também menciona ferimentos causados a outras duas pessoas durante o episódio. Testemunhas relataram que houve uso de arma branca e que o ambiente era de extrema confusão, com múltiplas agressões simultâneas.
O réu foi denunciado por homicídio qualificado, com base no artigo 121, §2º, inciso I, do Código Penal, que trata de crime cometido por motivo torpe. A denúncia foi recebida pela Justiça em maio de 2024. Durante a fase de instrução, foram ouvidas vítimas sobreviventes, oito testemunhas, além do interrogatório do acusado.
A defesa alegou insuficiência de provas e pediu a impronúncia do réu, ou, alternativamente, o afastamento da qualificadora. No entanto, a Justiça decidiu pela pronúncia, entendendo haver indícios suficientes para que o caso fosse levado a julgamento pelo júri popular. A decisão foi confirmada e transitou em julgado.
Ao longo do processo, a Justiça manteve a prisão cautelar dos envolvidos, destacando a gravidade concreta dos fatos e o risco à ordem pública. Em um dos trechos da decisão, o magistrado ressaltou que os acusados não teriam relação direta com a briga inicial, mas teriam ido ao local armados, ampliando a violência e resultando na morte do adolescente.
Para o julgamento desta semana, foram intimadas testemunhas de acusação, defesa e comuns, além da requisição do réu para comparecimento em plenário. O Conselho de Sentença, formado por cidadãos, será responsável por decidir pela condenação ou absolvição do acusado.
O caso é considerado um dos mais marcantes dos últimos anos em Ourinhos e deve atrair atenção da população durante a realização do júri.





