Um adolescente de 17 anos foi detido na madrugada desta sexta-feira, 20, por volta das 2h20, sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas em Ourinhos. A ação foi realizada por equipes da Guarda Civil Municipal de Ourinhos durante patrulhamento de rotina pela Vila Boa Esperança 2ª Seção.
De acordo com o registro apresentado no Plantão Policial, os guardas realizavam rondas pela Rua Alberto Mori quando, ao acessarem a Rua Antônio Soares da Silva, avistaram três indivíduos sentados em um banco de praça, ponto já conhecido por denúncias recorrentes relacionadas ao comércio de entorpecentes. No momento da aproximação, os agentes observaram que o adolescente levou a mão ao bolso, aparentando tentar se desfazer de algum objeto, sem sucesso.
Diante da fundada suspeita, foi realizada a abordagem. Durante a busca pessoal, os GCMs localizaram no bolso da blusa do jovem uma sacola plástica contendo 31 pedras aparentando ser crack, além de farelos da substância, uma porção bruta e metade de uma lâmina de barbear, objeto comumente utilizado para fracionamento da droga. No total, foram apreendidas 32 porções, já fracionadas e prontas para comercialização.
Ainda no local, segundo o boletim, o adolescente assumiu a propriedade do entorpecente, afirmando que havia acabado de chegar ao ponto. Ele foi conduzido ao Plantão Policial, sendo necessário o uso de algemas, conforme justificativa de fundado receio de fuga e para garantia da integridade física da equipe e do próprio conduzido.
As substâncias foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística, que, por meio do laudo, confirmou a presença de cocaína, com massa líquida total de 8,1 gramas.
Conforme apurado, o adolescente já havia sido apreendido outras três vezes anteriormente por atos infracionais análogos ao tráfico de drogas, o que, segundo a autoridade policial, evidencia reiteração específica. Com base nos artigos 173 e 174 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foi determinada a não liberação do jovem à responsável legal, diante da gravidade do caso, da reincidência e do risco à ordem pública.
A mãe do adolescente foi cientificada e acompanhou a ocorrência até a delegacia, onde ele foi ouvido na presença dela. O jovem permanece apreendido e será apresentado ao Ministério Público para as providências cabíveis. Também foi expedida requisição para exame cautelar no Instituto Médico Legal (IML).
De acordo com o registro apresentado no Plantão Policial, os guardas realizavam rondas pela Rua Alberto Mori quando, ao acessarem a Rua Antônio Soares da Silva, avistaram três indivíduos sentados em um banco de praça, ponto já conhecido por denúncias recorrentes relacionadas ao comércio de entorpecentes. No momento da aproximação, os agentes observaram que o adolescente levou a mão ao bolso, aparentando tentar se desfazer de algum objeto, sem sucesso.
Diante da fundada suspeita, foi realizada a abordagem. Durante a busca pessoal, os GCMs localizaram no bolso da blusa do jovem uma sacola plástica contendo 31 pedras aparentando ser crack, além de farelos da substância, uma porção bruta e metade de uma lâmina de barbear, objeto comumente utilizado para fracionamento da droga. No total, foram apreendidas 32 porções, já fracionadas e prontas para comercialização.
Ainda no local, segundo o boletim, o adolescente assumiu a propriedade do entorpecente, afirmando que havia acabado de chegar ao ponto. Ele foi conduzido ao Plantão Policial, sendo necessário o uso de algemas, conforme justificativa de fundado receio de fuga e para garantia da integridade física da equipe e do próprio conduzido.
As substâncias foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística, que, por meio do laudo, confirmou a presença de cocaína, com massa líquida total de 8,1 gramas.
Conforme apurado, o adolescente já havia sido apreendido outras três vezes anteriormente por atos infracionais análogos ao tráfico de drogas, o que, segundo a autoridade policial, evidencia reiteração específica. Com base nos artigos 173 e 174 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foi determinada a não liberação do jovem à responsável legal, diante da gravidade do caso, da reincidência e do risco à ordem pública.
A mãe do adolescente foi cientificada e acompanhou a ocorrência até a delegacia, onde ele foi ouvido na presença dela. O jovem permanece apreendido e será apresentado ao Ministério Público para as providências cabíveis. Também foi expedida requisição para exame cautelar no Instituto Médico Legal (IML).
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