Um adolescente de 16 anos ficou gravemente ferido no início da noite desta terça-feira (7) após cair de um penhasco de aproximadamente 50 metros, em uma área de difícil acesso na Vila Barros, zona Norte de Marília (SP).
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o jovem soltava pipa na companhia de amigos quando escorregou e caiu em um itambé, deslizando entre 40 e 50 metros por um terreno íngreme, formado por quatro patamares e vegetação densa. O acidente ocorreu na Rua Plínio de Queiroz, em um trecho onde existem residências abaixo do nível da via.
Quando as equipes de resgate chegaram ao local, o adolescente estava consciente, orientado e acompanhado por um amigo. Ele apresentava fraturas no fêmur, tíbia e fíbula, além de hemorragia externa e sinais de choque hipovolêmico.
A vegetação existente no local ajudou a amortecer o impacto da queda, mas também dificultou o trabalho das equipes. O resgate, realizado com o uso de uma maca do tipo Sked e seguindo protocolos de atendimento ao trauma e controle de hemorragias, durou cerca de duas horas.
Durante a operação, o estado clínico da vítima se agravou. Segundo os bombeiros, o adolescente apresentou redução do nível de consciência, queda na escala de Glasgow, pele pálida e fria, embora tenha permanecido verbalizando até ser entregue à Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU.
Após o resgate, o jovem foi encaminhado em estado grave ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília. Até a última atualização, não haviam sido divulgadas informações sobre seu estado de saúde.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o jovem soltava pipa na companhia de amigos quando escorregou e caiu em um itambé, deslizando entre 40 e 50 metros por um terreno íngreme, formado por quatro patamares e vegetação densa. O acidente ocorreu na Rua Plínio de Queiroz, em um trecho onde existem residências abaixo do nível da via.
Quando as equipes de resgate chegaram ao local, o adolescente estava consciente, orientado e acompanhado por um amigo. Ele apresentava fraturas no fêmur, tíbia e fíbula, além de hemorragia externa e sinais de choque hipovolêmico.
A vegetação existente no local ajudou a amortecer o impacto da queda, mas também dificultou o trabalho das equipes. O resgate, realizado com o uso de uma maca do tipo Sked e seguindo protocolos de atendimento ao trauma e controle de hemorragias, durou cerca de duas horas.
Durante a operação, o estado clínico da vítima se agravou. Segundo os bombeiros, o adolescente apresentou redução do nível de consciência, queda na escala de Glasgow, pele pálida e fria, embora tenha permanecido verbalizando até ser entregue à Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU.
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