A Amazon anunciou nesta quarta-feira (28) a demissão de cerca de 16 mil funcionários, dando continuidade a um novo ciclo de cortes no setor de tecnologia. A medida ocorre pouco mais de três meses após a empresa dispensar 14 mil empregados, em outubro do ano passado, como parte de um processo de reestruturação interna.
Os desligamentos foram comunicados por Beth Galetti, vice-presidente de experiência de pessoas e tecnologia da companhia, em um comunicado oficial publicado no site da Amazon. Segundo a executiva, a empresa vem trabalhando para “fortalecer a organização”, reduzindo níveis hierárquicos, aumentando a autonomia das equipes e eliminando burocracias.
De acordo com Galetti, funcionários baseados nos Estados Unidos terão um prazo de 90 dias para tentar uma realocação interna antes de receber pacotes de desligamento, que incluem indenização, serviços de recolocação profissional e manutenção do plano de saúde, conforme as regras aplicáveis. A executiva destacou ainda que os prazos podem variar em outros países, de acordo com legislações locais.
Procurada, a Amazon informou que não possui informações adicionais sobre o impacto das demissões fora do que já foi divulgado oficialmente e não confirmou se os cortes atingem funcionários no Brasil. O comunicado também não detalha quais regiões foram afetadas.
E-mail enviado por engano
Antes do anúncio oficial, a empresa enfrentou um episódio de confusão interna. Na terça-feira (27), funcionários da divisão de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS) receberam, por engano, um e-mail antecipando demissões. Segundo a agência Reuters, a mensagem continha um tom de solidariedade e incluía um convite para uma reunião de equipe.
O e-mail, assinado por Colleen Aubrey, vice-presidente sênior de soluções de inteligência artificial aplicada da AWS, afirmava de forma incorreta que funcionários dos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica já haviam sido informados sobre a perda de seus empregos. As demissões eram citadas internamente como “Project Dawn”.
Ainda segundo a Reuters, pessoas familiarizadas com o assunto indicaram que os cortes atingiriam áreas como AWS, varejo, Prime Video e recursos humanos. Após o envio da mensagem, o convite para a reunião foi cancelado quase imediatamente, o que aumentou a apreensão entre os funcionários.
Na última sexta-feira (23), a própria Reuters já havia noticiado que a Amazon planejava demitir milhares de trabalhadores a partir desta semana, reforçando o cenário de ajustes no setor de tecnologia global.
Apesar das demissões, Beth Galetti afirmou que a empresa seguirá contratando e investindo em áreas estratégicas, consideradas essenciais para o futuro da companhia, destacando que a Amazon ainda está em fase de construção e expansão de seus negócios.
Os desligamentos foram comunicados por Beth Galetti, vice-presidente de experiência de pessoas e tecnologia da companhia, em um comunicado oficial publicado no site da Amazon. Segundo a executiva, a empresa vem trabalhando para “fortalecer a organização”, reduzindo níveis hierárquicos, aumentando a autonomia das equipes e eliminando burocracias.
De acordo com Galetti, funcionários baseados nos Estados Unidos terão um prazo de 90 dias para tentar uma realocação interna antes de receber pacotes de desligamento, que incluem indenização, serviços de recolocação profissional e manutenção do plano de saúde, conforme as regras aplicáveis. A executiva destacou ainda que os prazos podem variar em outros países, de acordo com legislações locais.
Procurada, a Amazon informou que não possui informações adicionais sobre o impacto das demissões fora do que já foi divulgado oficialmente e não confirmou se os cortes atingem funcionários no Brasil. O comunicado também não detalha quais regiões foram afetadas.
E-mail enviado por engano
Antes do anúncio oficial, a empresa enfrentou um episódio de confusão interna. Na terça-feira (27), funcionários da divisão de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS) receberam, por engano, um e-mail antecipando demissões. Segundo a agência Reuters, a mensagem continha um tom de solidariedade e incluía um convite para uma reunião de equipe.
O e-mail, assinado por Colleen Aubrey, vice-presidente sênior de soluções de inteligência artificial aplicada da AWS, afirmava de forma incorreta que funcionários dos Estados Unidos, Canadá e Costa Rica já haviam sido informados sobre a perda de seus empregos. As demissões eram citadas internamente como “Project Dawn”.
Ainda segundo a Reuters, pessoas familiarizadas com o assunto indicaram que os cortes atingiriam áreas como AWS, varejo, Prime Video e recursos humanos. Após o envio da mensagem, o convite para a reunião foi cancelado quase imediatamente, o que aumentou a apreensão entre os funcionários.
Na última sexta-feira (23), a própria Reuters já havia noticiado que a Amazon planejava demitir milhares de trabalhadores a partir desta semana, reforçando o cenário de ajustes no setor de tecnologia global.
Apesar das demissões, Beth Galetti afirmou que a empresa seguirá contratando e investindo em áreas estratégicas, consideradas essenciais para o futuro da companhia, destacando que a Amazon ainda está em fase de construção e expansão de seus negócios.




