Uma aposentada de 67 anos, moradora de Ourinhos, sofreu um prejuízo de R$ 16.000,00 após cair no "golpe do falso advogado" na última quinta-feira, 11. O caso chama a atenção pela sofisticação da abordagem, que incluiu o envio de documentos falsificados e o uso de reconhecimento facial para a contratação de empréstimos.
Segundo o registro policial, o contato inicial foi feito via WhatsApp (com o número de DDD 43) com o marido da vítima. Os criminosos se passaram pela advogada da família, informando que o casal havia ganhado uma ação judicial que, de fato, está em tramitação. Para dar veracidade à história, os estelionatários enviaram cópias do processo em PDF e alvarás falsificados.
A Dinâmica do Golpe
Sob o pretexto de que a conta bancária do marido estava negativada — o que supostamente impediria o recebimento da indenização —, os golpistas solicitaram os dados bancários da esposa. Mesmo desconfiada e fazendo questionamentos, a vítima foi convencida pela firmeza e clareza das respostas dos criminosos.
O momento crítico ocorreu quando a idosa foi orientada a entrar em uma chamada de vídeo com um suposto "setor financeiro" (número com DDD 41), acreditando ser parte do processo para liberar o dinheiro. Na realidade, a chamada serviu para capturar sua biometria facial.
Com acesso à conta e a validação biométrica, os bandidos contrataram um empréstimo de R$ 16.000,00 junto ao Mercado Pago em nome da vítima.
Destino do Dinheiro
Em um segundo depoimento à polícia, registrado na sexta-feira (12), o esposo da vítima esclareceu que o dinheiro não foi transferido via PIX, como pensado inicialmente, mas sim utilizado para o pagamento de boletos bancários. Os valores foram fracionados e destinados a quatro beneficiários diferentes:
Segundo o registro policial, o contato inicial foi feito via WhatsApp (com o número de DDD 43) com o marido da vítima. Os criminosos se passaram pela advogada da família, informando que o casal havia ganhado uma ação judicial que, de fato, está em tramitação. Para dar veracidade à história, os estelionatários enviaram cópias do processo em PDF e alvarás falsificados.
A Dinâmica do Golpe
Sob o pretexto de que a conta bancária do marido estava negativada — o que supostamente impediria o recebimento da indenização —, os golpistas solicitaram os dados bancários da esposa. Mesmo desconfiada e fazendo questionamentos, a vítima foi convencida pela firmeza e clareza das respostas dos criminosos.
O momento crítico ocorreu quando a idosa foi orientada a entrar em uma chamada de vídeo com um suposto "setor financeiro" (número com DDD 41), acreditando ser parte do processo para liberar o dinheiro. Na realidade, a chamada serviu para capturar sua biometria facial.
Com acesso à conta e a validação biométrica, os bandidos contrataram um empréstimo de R$ 16.000,00 junto ao Mercado Pago em nome da vítima.
Destino do Dinheiro
Em um segundo depoimento à polícia, registrado na sexta-feira (12), o esposo da vítima esclareceu que o dinheiro não foi transferido via PIX, como pensado inicialmente, mas sim utilizado para o pagamento de boletos bancários. Os valores foram fracionados e destinados a quatro beneficiários diferentes:
- R$ 4.998,00 para José Carlos dos Santos Junior;
- R$ 4.999,00 para Belma Cristina Costa;
- R$ 4.997,00 para Hélio Junior Pereira da Silva;
- R$ 1.000,00 para Cristiano da Silva.
A vítima relatou às autoridades que possui diagnóstico de Parkinson, condição que, segundo ela, pode ter gerado dificuldades de raciocínio e discernimento diante da pressão psicológica exercida pelos golpistas.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos. A vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses para representação criminal e sobre os procedimentos de contestação junto ao banco.
Alerta: Como se prevenir
A Polícia Civil reforça os cuidados para evitar este tipo de estelionato:
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos. A vítima foi orientada quanto ao prazo de seis meses para representação criminal e sobre os procedimentos de contestação junto ao banco.
Alerta: Como se prevenir
A Polícia Civil reforça os cuidados para evitar este tipo de estelionato:
- Confirmação: Se receber mensagem de seu advogado sobre dinheiro liberado, não negocie pelo WhatsApp. Ligue para o escritório ou vá pessoalmente.
- Pagamentos Antecipados: A Justiça não exige depósitos antecipados para liberar alvarás.
- Biometria: Nunca faça chamadas de vídeo ou envie fotos de rosto (selfies) solicitadas por estranhos via mensagem; isso pode ser usado para abrir contas ou fazer empréstimos.





