O golpe do “falso mecânico” voltou a ser registrado em Ourinhos e fez uma nova vítima nesta quarta-feira, 10. Um aposentado de 69 anos procurou a Central de Polícia Judiciária (CPJ) para registrar boletim por furto e estelionato após ter sido enganado por dois golpistas e sofrer prejuízo superior a R$ 7 mil.
Segundo o relato da vítima, o crime ocorreu por volta das 15h30, na Rua Expedicionários, quando ele manobrava seu veículo. Um homem desconhecido, de estatura média, pele branca e trajando camisa e calça, se aproximou dizendo que o carro estaria “soltando fumaça” pelo capô. O suspeito afirmou que já havia passado pelo mesmo problema e ofereceu-se para chamar um mecânico. Ele fez uma ligação na frente da vítima e deixou o local em seguida, sem se identificar.
Minutos depois, um segundo homem — baixo, magro, também de pele branca e usando jaleco azul — se apresentou como o mecânico chamado. Ele carregava uma maleta de ferramentas e imediatamente abriu o capô do veículo. Durante a suposta inspeção, pediu o celular da vítima alegando que precisava iluminar a parte inferior do carro. Após alguns minutos, devolveu o aparelho e afirmou ter feito o reparo, cobrando R$ 89 pelo serviço.
O aposentado tentou pagar com cartão de crédito, mas, segundo o golpista, a transação não foi aprovada. O homem, então, pediu um cartão de débito. A vítima entregou o cartão, que teria falhado na primeira tentativa, mas “passou” na segunda. O suposto mecânico devolveu os cartões e deixou o local.
Pouco depois, a esposa da vítima entrou em contato preocupada, já que ele não atendia chamadas nem respondia mensagens. Ao verificar o celular, o aposentado percebeu que o chip havia sido retirado. Além disso, constatou que um dos cartões devolvidos não era seu — o golpista ficou com o cartão de débito verdadeiro.
Ao falar com o banco, ele descobriu que diversos pagamentos já haviam sido realizados em sequência, nos valores de:
Segundo o relato da vítima, o crime ocorreu por volta das 15h30, na Rua Expedicionários, quando ele manobrava seu veículo. Um homem desconhecido, de estatura média, pele branca e trajando camisa e calça, se aproximou dizendo que o carro estaria “soltando fumaça” pelo capô. O suspeito afirmou que já havia passado pelo mesmo problema e ofereceu-se para chamar um mecânico. Ele fez uma ligação na frente da vítima e deixou o local em seguida, sem se identificar.
Minutos depois, um segundo homem — baixo, magro, também de pele branca e usando jaleco azul — se apresentou como o mecânico chamado. Ele carregava uma maleta de ferramentas e imediatamente abriu o capô do veículo. Durante a suposta inspeção, pediu o celular da vítima alegando que precisava iluminar a parte inferior do carro. Após alguns minutos, devolveu o aparelho e afirmou ter feito o reparo, cobrando R$ 89 pelo serviço.
O aposentado tentou pagar com cartão de crédito, mas, segundo o golpista, a transação não foi aprovada. O homem, então, pediu um cartão de débito. A vítima entregou o cartão, que teria falhado na primeira tentativa, mas “passou” na segunda. O suposto mecânico devolveu os cartões e deixou o local.
Pouco depois, a esposa da vítima entrou em contato preocupada, já que ele não atendia chamadas nem respondia mensagens. Ao verificar o celular, o aposentado percebeu que o chip havia sido retirado. Além disso, constatou que um dos cartões devolvidos não era seu — o golpista ficou com o cartão de débito verdadeiro.
Ao falar com o banco, ele descobriu que diversos pagamentos já haviam sido realizados em sequência, nos valores de:
- R$ 985,55
- R$ 999,90
- R$ 1.245,55
- R$ 1.555,55
- R$ 1.775,55
- R$ 888,88
- R$ 250,00
- R$ 280,00
Os pagamentos foram identificados em nome de Francisco Antônio e Rodrigo Lisboa.
A vítima imediatamente bloqueou seus cartões e o chip telefônico, além de registrar o protocolo de atendimento bancário. O idoso foi orientado a apresentar os comprovantes bancários assim que possível e informado sobre o prazo legal de seis meses para representação criminal.
A Polícia Civil investiga o caso e alerta para que motoristas redobrem a atenção diante de abordagens suspeitas nas vias públicas.
Sobre o golpe:
Em 2019 publicamos esta matéria – clique aqui
Em 2020 o delegado fez o alerta – clique aqui
Em 2024 prisões foram feitas no Estado de SP – clique aqui
A vítima imediatamente bloqueou seus cartões e o chip telefônico, além de registrar o protocolo de atendimento bancário. O idoso foi orientado a apresentar os comprovantes bancários assim que possível e informado sobre o prazo legal de seis meses para representação criminal.
A Polícia Civil investiga o caso e alerta para que motoristas redobrem a atenção diante de abordagens suspeitas nas vias públicas.
Sobre o golpe:
Em 2019 publicamos esta matéria – clique aqui
Em 2020 o delegado fez o alerta – clique aqui
Em 2024 prisões foram feitas no Estado de SP – clique aqui



