Pelo menos nove pessoas morreram e várias ficaram feridas após um ataque a tiros em uma escola secundária na cidade de Graz, no sul da Áustria, na manhã desta terça-feira, 10 de junho. O agressor, que estava armado com uma pistola e uma espingarda, também foi encontrado morto no local. A polícia suspeita que ele tenha agido sozinho.
Segundo informações da Polícia Militar austríaca, o ataque aconteceu por volta do início das aulas. Testemunhas relataram que o homem entrou armado no prédio e abriu fogo contra estudantes em ao menos duas salas de aula. O tabloide Kronen Zeitung informou que o corpo do suspeito foi localizado em um banheiro da escola.
A mídia local, incluindo os jornais Kurier e Salzburger Nachrichten, identificou o suspeito como um ex-aluno de 22 anos, que teria sido vítima de bullying durante o período em que frequentou a escola. Essas informações, no entanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas autoridades. A identidade das vítimas também não foi divulgada, e ainda não se sabe quantas eram estudantes.
A área foi isolada, e a escola, esvaziada. Equipes de emergência continuam no local, prestando atendimento às vítimas e aos familiares dos alunos. Um vídeo divulgado por emissoras locais mostra socorristas carregando macas em direção a ambulâncias.
O chanceler austríaco Christian Stocker classificou o ataque como uma "tragédia nacional". “O tumulto em uma escola em Graz é uma tragédia que abalou profundamente todo o nosso país. Não há palavras para a dor e o luto que todos nós – toda a Áustria – estamos sentindo neste momento”, declarou em comunicado oficial.
Julia Ebner, especialista em extremismo do Instituto para o Diálogo Estratégico, afirmou que este parece ser o pior massacre escolar da história recente da Áustria. “Tais eventos são extremamente raros no país, especialmente em comparação com outras nações, como os Estados Unidos”, destacou.
A chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, também se pronunciou nas redes sociais: “Toda criança deve se sentir segura na escola e ser capaz de aprender sem medo e violência. Meus pensamentos estão com as vítimas, suas famílias e o povo austríaco neste momento sombrio”.
As investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do ataque e confirmar as circunstâncias da ação do agressor.
Segundo informações da Polícia Militar austríaca, o ataque aconteceu por volta do início das aulas. Testemunhas relataram que o homem entrou armado no prédio e abriu fogo contra estudantes em ao menos duas salas de aula. O tabloide Kronen Zeitung informou que o corpo do suspeito foi localizado em um banheiro da escola.
A mídia local, incluindo os jornais Kurier e Salzburger Nachrichten, identificou o suspeito como um ex-aluno de 22 anos, que teria sido vítima de bullying durante o período em que frequentou a escola. Essas informações, no entanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas autoridades. A identidade das vítimas também não foi divulgada, e ainda não se sabe quantas eram estudantes.
A área foi isolada, e a escola, esvaziada. Equipes de emergência continuam no local, prestando atendimento às vítimas e aos familiares dos alunos. Um vídeo divulgado por emissoras locais mostra socorristas carregando macas em direção a ambulâncias.
O chanceler austríaco Christian Stocker classificou o ataque como uma "tragédia nacional". “O tumulto em uma escola em Graz é uma tragédia que abalou profundamente todo o nosso país. Não há palavras para a dor e o luto que todos nós – toda a Áustria – estamos sentindo neste momento”, declarou em comunicado oficial.
Julia Ebner, especialista em extremismo do Instituto para o Diálogo Estratégico, afirmou que este parece ser o pior massacre escolar da história recente da Áustria. “Tais eventos são extremamente raros no país, especialmente em comparação com outras nações, como os Estados Unidos”, destacou.
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As investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do ataque e confirmar as circunstâncias da ação do agressor.
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