Ator Mário Frias é nomeado secretário especial de Cultura

Nomeação foi publicada no Diário Oficial da União.
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O presidente Jair Bolsonaro nomeou o ator Mario Luis Frias para o cargo de secretário especial de Cultura. A nomeação foi publicada nesta sexta-feira (19) no Diário Oficial da União.

Também nesta sexta-feira, Pedro José Vilar Godoy Horta foi nomeado secretário adjunto da Secretaria Especial de Cultura pelo ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto. A nomeação também foi publicada no Diário Oficial da União de hoje. 

A Secretaria Especial de Cultura é vinculada ao Ministério do Turismo. A última titular da pasta foi a atriz Regina Duarte, que anunciou que deixaria o cargo no dia 20 de maio. 

A exoneração de Regina Duarte foi publicada no dia 10 de junho.

 

Secretaria de Cultura

A pasta é vinculada ao Ministério do Turismo e herdou a estrutura do Ministério da Cultura, extinto por Bolsonaro.

Mário Frias despontou como galã no final dos anos 1990 em “Malhação”, na TV Globo. Antes, atuou no seriado "Caça-talentos", protagonizado por Angélica no papel da Fada Bela. Treze anos após seu último papel em “Malhação”, ele retornou em 2014 para mais uma temporada da novela.

Frias também atuou em algumas novelas na TV Globo, como “Senhora do Destino”, quando interpretou o deputado Thomas Jefferson, e “Verão 90”, no papel de Renê, marcando o último trabalho do ator em novelas.

Em 2007, participou da terceira edição do quadro "Dança no gelo" no "Domingão do Faustão", ficando com o terceiro lugar na competição.

Frias também atuou em novelas na Bandeirantes, como “Floribella”, e Record, como “A Terra Prometida”. Ele ainda apresentou programas de viagens na TV, entre os quais “Tô de Férias”, no SBT, e a "A Melhor Viagem", na RedeTV.

Frias também teve um breve trabalho voltado para a música ao lado da banda Zona Zero, da qual era vocalista e compositor de algumas das canções.

 

Funções da secretaria

Cabe à Secretaria de Cultura lidar com temas como economia criativa, direitos autorais, preservação do patrimônio histórico e democratização do acesso a teatros e museus, por exemplo.

A missão dada por Bolsonaro a Frias envolve comandar um orçamento de R$ 366,43 milhões em 2020 – 36,6% menor que os R$ 578,3 milhões do ano anterior. Os valores não incluem a verba das sete entidades vinculadas à secretaria, que são as seguintes:

 

  • Agência Nacional do Cinema (Ancine), responsável por fomento, regulação e fiscalização do mercado audiovisual;
  • Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), responsável pela gestão de 27 museus federais e pela política nacional do setor;
  • Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pela gestão do patrimônio cultural brasileiro;
  • Biblioteca Nacional, responsável por "coletar, registrar, salvaguardar e dar acesso à produção intelectual brasileira";
  • Fundação Casa de Rui Barbosa, criada para divulgar a vida e a obra do jurista – um dos principais intelectuais da história do Brasil;
  • Fundação Nacional de Artes (Funarte), criada para promover e incentivar o desenvolvimento e a difusão das artes no país;
  • Fundação Cultural Palmares, voltada à promoção e à preservação da influência negra na formação da sociedade brasileira.

Fonte: Agência Brasil/ G1

 

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