Um auxiliar de marceneiro de 35 anos foi preso em flagrante na madrugada deste domingo (2) em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), acusado de tráfico de drogas e resistência à prisão. A ocorrência foi registrada no Plantão Policial de Ourinhos, após abordagem realizada por equipes da Polícia Militar.

Segundo o boletim de ocorrência, os policiais receberam denúncia anônima informando que um homem identificado como Fi. G. dos A., que conduzia um veículo Volkswagen Gol estaria vendendo entorpecentes na cidade. Diante da informação, a equipe localizou o carro e realizou a abordagem.
No momento da ação, o veículo era conduzido pela companheira de Fi., K., e tinha como passageira B,, além do suspeito, que estava no banco traseiro. Durante a vistoria, os policiais encontraram uma pochete com 16 porções de cocaína, totalizando 10,72 gramas de massa líquida, conforme laudo provisório do Instituto de Criminalística.
Ainda segundo o registro policial, o suspeito apresentou nervosismo e tentou desviar a atenção dos agentes, comportamento que levantou suspeitas. Ao receber voz de prisão, resistiu à condução, sendo necessário o uso de força física e técnica de imobilização conforme o manual da corporação.
Na delegacia, Fi. afirmou ser usuário de drogas, negando envolvimento com o tráfico. Disse que as porções eram para consumo próprio e que não possui antecedentes criminais. O celular do suspeito foi apreendido e a Polícia Civil representou à Justiça pela quebra de sigilo dos dados, buscando identificar possíveis contatos e mensagens relacionadas à venda de drogas.
O delegado responsável pelo caso entendeu haver indícios firmes de autoria e materialidade dos crimes de tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343/2006) e resistência (art. 329 do Código Penal). Diante disso, decretou a prisão em flagrante e determinou o indiciamento formal de Fi.
Por se tratar de crime inafiançável, a fiança não foi concedida. O acusado permanecerá custodiado e será submetido a exame de corpo de delito antes de ser apresentado à Justiça. O veículo foi liberado à passageira B., que é habilitada.
A Polícia Civil segue investigando o caso e aguardará o resultado da perícia no celular para apurar se há envolvimento de outras pessoas na possível rede de tráfico.

Segundo o boletim de ocorrência, os policiais receberam denúncia anônima informando que um homem identificado como Fi. G. dos A., que conduzia um veículo Volkswagen Gol estaria vendendo entorpecentes na cidade. Diante da informação, a equipe localizou o carro e realizou a abordagem.
No momento da ação, o veículo era conduzido pela companheira de Fi., K., e tinha como passageira B,, além do suspeito, que estava no banco traseiro. Durante a vistoria, os policiais encontraram uma pochete com 16 porções de cocaína, totalizando 10,72 gramas de massa líquida, conforme laudo provisório do Instituto de Criminalística.
Ainda segundo o registro policial, o suspeito apresentou nervosismo e tentou desviar a atenção dos agentes, comportamento que levantou suspeitas. Ao receber voz de prisão, resistiu à condução, sendo necessário o uso de força física e técnica de imobilização conforme o manual da corporação.
Na delegacia, Fi. afirmou ser usuário de drogas, negando envolvimento com o tráfico. Disse que as porções eram para consumo próprio e que não possui antecedentes criminais. O celular do suspeito foi apreendido e a Polícia Civil representou à Justiça pela quebra de sigilo dos dados, buscando identificar possíveis contatos e mensagens relacionadas à venda de drogas.
O delegado responsável pelo caso entendeu haver indícios firmes de autoria e materialidade dos crimes de tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343/2006) e resistência (art. 329 do Código Penal). Diante disso, decretou a prisão em flagrante e determinou o indiciamento formal de Fi.
Por se tratar de crime inafiançável, a fiança não foi concedida. O acusado permanecerá custodiado e será submetido a exame de corpo de delito antes de ser apresentado à Justiça. O veículo foi liberado à passageira B., que é habilitada.
A Polícia Civil segue investigando o caso e aguardará o resultado da perícia no celular para apurar se há envolvimento de outras pessoas na possível rede de tráfico.





