A Prefeitura de Avaré (SP) decretou situação de emergência após as fortes chuvas que atingiram o município no início de dezembro. O decreto, publicado na quinta-feira (18), tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas excepcionais para o enfrentamento dos danos causados pelas condições climáticas, podendo ser prorrogado por até um ano, conforme a necessidade.
Com a medida, a administração municipal fica autorizada a mobilizar todos os órgãos públicos, sob coordenação da Defesa Civil, além de convocar voluntários, promover campanhas de arrecadação de recursos e adquirir bens e serviços sem necessidade de licitação. O decreto também permite a entrada em imóveis para prestação de socorro e evacuação, o uso temporário de propriedades particulares em situação de risco e, se necessário, a desapropriação de áreas.
No dia 9 de dezembro, Avaré foi considerada a cidade mais chuvosa do estado de São Paulo, com o registro de 129 milímetros de chuva em 24 horas, segundo a Defesa Civil Estadual. O volume elevado provocou alagamentos e enxurradas em diversos pontos da cidade, além do adiamento do show da Exposição Municipal Agropecuária de Avaré (Emapa), previsto para o dia 8.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Avaré, Wagner Pereira da Silva, os locais mais afetados são recorrentes em períodos de chuva intensa, especialmente nos cruzamentos das ruas Acre, Nove de Julho, Rio Grande do Norte e Distrito Federal com a Rua Maranhão, além da Rua Alagoas com a Rua Goiás. Em alguns trechos, a água chegou a atingir cerca de um metro de altura.
Apesar dos transtornos, até a manhã desta terça-feira não havia registro de vítimas ou grandes danos, e o fornecimento de água e energia seguia normal. A Defesa Civil também atendeu uma ocorrência em que um carro ficou ilhado no Rio Escaramuça, sendo retirado com auxílio de um guincho, sem feridos. Já o Corpo de Bombeiros prestou atendimento a um acidente envolvendo dois carros e um motociclista, que sofreu ferimentos leves após escorregar devido à chuva.
As autoridades orientam que os moradores evitem trafegar por áreas alagadas, especialmente onde a água ultrapasse 20 centímetros de altura, e mantenham atenção redobrada para o risco de queda de árvores. A reportagem informou que tentou contato com a Prefeitura de Avaré, mas não obteve retorno até a publicação.
Com a medida, a administração municipal fica autorizada a mobilizar todos os órgãos públicos, sob coordenação da Defesa Civil, além de convocar voluntários, promover campanhas de arrecadação de recursos e adquirir bens e serviços sem necessidade de licitação. O decreto também permite a entrada em imóveis para prestação de socorro e evacuação, o uso temporário de propriedades particulares em situação de risco e, se necessário, a desapropriação de áreas.
No dia 9 de dezembro, Avaré foi considerada a cidade mais chuvosa do estado de São Paulo, com o registro de 129 milímetros de chuva em 24 horas, segundo a Defesa Civil Estadual. O volume elevado provocou alagamentos e enxurradas em diversos pontos da cidade, além do adiamento do show da Exposição Municipal Agropecuária de Avaré (Emapa), previsto para o dia 8.
De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Avaré, Wagner Pereira da Silva, os locais mais afetados são recorrentes em períodos de chuva intensa, especialmente nos cruzamentos das ruas Acre, Nove de Julho, Rio Grande do Norte e Distrito Federal com a Rua Maranhão, além da Rua Alagoas com a Rua Goiás. Em alguns trechos, a água chegou a atingir cerca de um metro de altura.
Apesar dos transtornos, até a manhã desta terça-feira não havia registro de vítimas ou grandes danos, e o fornecimento de água e energia seguia normal. A Defesa Civil também atendeu uma ocorrência em que um carro ficou ilhado no Rio Escaramuça, sendo retirado com auxílio de um guincho, sem feridos. Já o Corpo de Bombeiros prestou atendimento a um acidente envolvendo dois carros e um motociclista, que sofreu ferimentos leves após escorregar devido à chuva.
As autoridades orientam que os moradores evitem trafegar por áreas alagadas, especialmente onde a água ultrapasse 20 centímetros de altura, e mantenham atenção redobrada para o risco de queda de árvores. A reportagem informou que tentou contato com a Prefeitura de Avaré, mas não obteve retorno até a publicação.
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