Um avião monomotor de pequeno porte caiu e atingiu um prédio residencial no início da tarde desta segunda-feira, no bairro Silveira, na região Nordeste de Belo Horizonte (MG). A aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha às 12h16 e caiu poucos minutos depois na Rua Ilacir Pereira Lima, nas proximidades da Avenida Cristiano Machado.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, cinco pessoas estavam a bordo. O piloto e um passageiro morreram no local, enquanto outras três vítimas ficaram feridas e foram socorridas por equipes do Samu ao Hospital João XXIII.
Segundo os bombeiros, o avião atingiu a estrutura entre o terceiro e o quarto andar do prédio, mais precisamente na caixa de escada, o que evitou uma tragédia ainda maior. “Se tivesse atingido as laterais, poderia alcançar apartamentos ocupados”, explicou o tenente Raul.
A aeronave caiu no estacionamento do edifício após o impacto. Antes da queda, o piloto chegou a informar à torre de controle dificuldades durante a decolagem.
O modelo do avião é um EMB-721C, fabricado em 1979, com capacidade para até cinco passageiros, além do piloto. Conforme registro da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave não tinha autorização para operar como táxi aéreo, ou seja, não poderia ser utilizada para transporte comercial de passageiros.
Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e ambulâncias foram mobilizadas e chegaram rapidamente ao local. Apesar do impacto, não há registro de moradores do prédio feridos, embora o susto tenha sido grande.
A moradora Avani Soares relatou momentos de pânico. “Escureceu tudo, caiu um monte de estilhaço e eu pensei que o mundo tinha acabado. Ouvi gente gritando por socorro e não sabia o que fazer”, contou. Segundo ela, após o impacto, o prédio ficou tomado por cheiro de combustível e muita fumaça.
As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, cinco pessoas estavam a bordo. O piloto e um passageiro morreram no local, enquanto outras três vítimas ficaram feridas e foram socorridas por equipes do Samu ao Hospital João XXIII.
Segundo os bombeiros, o avião atingiu a estrutura entre o terceiro e o quarto andar do prédio, mais precisamente na caixa de escada, o que evitou uma tragédia ainda maior. “Se tivesse atingido as laterais, poderia alcançar apartamentos ocupados”, explicou o tenente Raul.
A aeronave caiu no estacionamento do edifício após o impacto. Antes da queda, o piloto chegou a informar à torre de controle dificuldades durante a decolagem.
O modelo do avião é um EMB-721C, fabricado em 1979, com capacidade para até cinco passageiros, além do piloto. Conforme registro da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave não tinha autorização para operar como táxi aéreo, ou seja, não poderia ser utilizada para transporte comercial de passageiros.
Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e ambulâncias foram mobilizadas e chegaram rapidamente ao local. Apesar do impacto, não há registro de moradores do prédio feridos, embora o susto tenha sido grande.
A moradora Avani Soares relatou momentos de pânico. “Escureceu tudo, caiu um monte de estilhaço e eu pensei que o mundo tinha acabado. Ouvi gente gritando por socorro e não sabia o que fazer”, contou. Segundo ela, após o impacto, o prédio ficou tomado por cheiro de combustível e muita fumaça.
As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.
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