Os bancários de Ourinhos e de diversas cidades da região aderiram, nesta quinta-feira (20), à paralisação nacional de 24 horas convocada durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A mobilização ocorre após a categoria rejeitar a proposta de reajuste salarial apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Em Ourinhos, permaneceram fechadas ao atendimento presencial as agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Mercantil. A paralisação também atingiu municípios da região, como Chavantes, São Pedro do Turvo, Ipaussu e Piraju, além de outras cidades atendidas pelo Sindicato dos Bancários de Marília e Região.
Segundo o dirigente sindical André, a mobilização tem caráter de paralisação de alerta e não representa greve. De acordo com ele, a categoria reivindica melhores salários, combate às demissões e ao fechamento de agências, além de medidas para reduzir as metas consideradas abusivas, que, segundo os bancários, têm provocado adoecimento físico e psicológico dos trabalhadores.
O sindicato afirma que a expectativa é sensibilizar a Fenaban antes da próxima rodada de negociações, marcada para 24 de agosto. A data-base da categoria permanece em 1º de setembro e, por enquanto, não há indicativo oficial de greve por tempo indeterminado.
Durante esta quinta-feira, clientes precisaram recorrer aos caixas eletrônicos, aplicativos e canais digitais para realizar operações bancárias nas cidades afetadas pela paralisação.

Motivos da paralisaçãoEm Ourinhos, permaneceram fechadas ao atendimento presencial as agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Mercantil. A paralisação também atingiu municípios da região, como Chavantes, São Pedro do Turvo, Ipaussu e Piraju, além de outras cidades atendidas pelo Sindicato dos Bancários de Marília e Região.
Segundo o dirigente sindical André, a mobilização tem caráter de paralisação de alerta e não representa greve. De acordo com ele, a categoria reivindica melhores salários, combate às demissões e ao fechamento de agências, além de medidas para reduzir as metas consideradas abusivas, que, segundo os bancários, têm provocado adoecimento físico e psicológico dos trabalhadores.
O sindicato afirma que a expectativa é sensibilizar a Fenaban antes da próxima rodada de negociações, marcada para 24 de agosto. A data-base da categoria permanece em 1º de setembro e, por enquanto, não há indicativo oficial de greve por tempo indeterminado.
Durante esta quinta-feira, clientes precisaram recorrer aos caixas eletrônicos, aplicativos e canais digitais para realizar operações bancárias nas cidades afetadas pela paralisação.

Segundo o Sindicato dos Bancários, a paralisação ocorreu após a categoria rejeitar uma proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) durante as negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026.
De acordo com o sindicato, na sétima rodada de negociações, realizada em 13 de agosto, a Fenaban não apresentou uma proposta de índice de reajuste para salários e demais verbas, apesar de ter assumido esse compromisso na rodada anterior.
Entre os pontos apresentados pela entidade sindical como motivos para a paralisação estão:
- Reajuste salarial dividido em três faixas, para trabalhadores com menores salários, salários intermediários e maiores salários;
- Reajuste dos vales-alimentação e refeição também de acordo com três faixas salariais;
- Congelamento do piso de ingresso.
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