Bolsonaro: Espero que essa seja a última semana dessa quarentena

Após discursar para apoiadores na véspera, presidente afirmou hoje que defende "Supremo aberto, transparente, Congresso aberto, transparente"
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (20), em frente ao Palácio do Alvorada, que espera que isolamento social termine ainda nesta semana.

"Dá para recuperar o Brasil ainda. Eu espero que essa seja a última semana dessa quarentena, dessa maneira de combater o vírus, todo mundo em casa. A massa não tem como ficar em casa, porque a geladeira está vazia", afirmou.

Quando um apoiador falou sobre o fechamento do STF (Supremo Tribunal Federal), Bolsonaro afirmou que "não tem que fechar nada. Aqui é democracia, aqui é respeito à Constituição brasileira". O presidente defendeu o "Supremo aberto, transparente, Congresso aberto, transparente".

Ontem, Bolsonaro participou de um protesto, em frente ao Quartel Geral do Exército, com apoiadores que criticavam o STF e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O presidente pediu patriotismo e afirmou que os manifestantes têm obrigação de lutar pelo país.

"No que depender do presidente Jair Bolsonaro, democracia e liberdade acima de tudo", afirmou. "Respeito o Supremo Tribunal Federal, respeito o Congresso, mas eu tenho a minha opinião. Não pode qualquer palavra minha ser interpretada como uma agressão, como ofensa", completou.

O presidente voltou a falar que sua gestão está preocupada em combater o coronavírus e evitar o agravamento da situação econômica do país. Mais uma vez, Bolsonaro criticou as políticas de isolamento social adotadas por alguns governadores, dizendo que "tudo o que é feito com excesso acaba tendo problemas".

Informações R7

 

Alemanha reabre parte do comércio, fechado há mais de um mês

Um funcionário da segurança limpa carrinhos de compras na entrada de uma loja de jardinagem em Munique, na Alemanha, nesta segunda-feira (20) — Foto: Matthias Schrader/AP

A Alemanha se prepara para uma nova etapa nesta segunda-feira (20): parte do comércio, fechado há mais de um mês, volta a funcionar. Para dar certo, o governo quer manter o número de internações em queda, aumentar ainda mais a testagem e garantir que a população permaneça em distanciamento social.

A decisão foi tomada pela primeira-ministra Angela Merkel, em conjunto com os governadores, e ela deixou claro que a volta à normalidade será lenta e cautelosa, além de ter demonstrado sua preocupação com um possível relaxamento da população com as restrições. São os números da Alemanha na pandemia que sustentam as novas medidas.

Os casos de curados já são maiores do que os de internados. O país faz entre 500 e 600 mil testes por semana, muito mais do que Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo.

Informações G1

 

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