Mais de três anos depois da tragédia em Brumadinho, em Minas Gerais, o Corpo de Bombeiros localizou, nesta segunda-feira (2), uma ossada com aproximadamente 40 segmentos, em uma área chamada Esperança 1.
O material é de uma das seis vítimas ainda não identificadas no rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em janeiro de 2019.
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Segundo a polícia, a 265ª vítima trata-se do engenheiro de produção que tinha 30 anos na época da tragédia. A identificação ocorreu por meio de arcada dentária. Luís Felipe Alves era funcionário da Vale. Nasceu em Jundiaí, no interior paulista, e se formou em engenharia de produção no Espírito Santo.
Ele trabalhava em Brumadinho, no setor administrativo da empresa, havia menos de três meses quando a barragem rompeu.
Para os amigos mais próximos, Luís Felipe tinha o apelido carinhoso de "pivet". Ele era apaixonado pelo Paulista Futebol Clube, o Paulista de Jundiaí, e nas redes sociais não escondia o amor pela bola.
Na tragédia, o rompimento da barragem da mineradora Vale causou 270 mortes, além impactos ambientais em diversas cidades da bacia do Rio Paraopeba.
Fonte: Agência Brasil
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