BR-153 tem nova rota para veículos leves em trecho interditado por erosão em Marília; veja desvios

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A Empresa Municipal de Mobilidade Urbana (Emdurb), de Marília (SP), divulgou na quinta-feira (26) um novo trajeto disponível para veículos leves (no km 258), na BR-153, administrado pela concessionária Triunfo Transbrasiliana. Com informações do g1.

Já para os veículos longos, as rotas se mantêm.

A rodovia foi interditada entre Marília e Ourinhos (SP) nos dois sentidos no dia 20 de março por risco de desmoronamento, depois que uma erosão formada pela chuva destruiu uma galeria de águas pluviais.

O fim dos trabalhos está previsto para o sábado da próxima semana, no dia 4 de abril.

Rota alternativa para veículos leves
  • São considerados veículos leves automóveis, caminhonetes, furgões, caminhões leves e ônibus)
  • Sentido Ourinhos ? Marília (Norte): desvio no km 259+100 (trecho urbano de Marília);
  • Sentido Marília ? Ourinhos (Sul): desvio no km 256+200 (trecho urbano de Marília).


Veículos longos (continua da mesma maneira)
  • Sentido Ourinhos ? Marília (Norte): desvio no km 280 (trevo de acesso a Lupércio/SP). Seguir pela SP-331 e, posteriormente, acessar a SP-294 para prosseguir viagem.
     
  • Sentido Marília ? Ourinhos (Sul): desvio no km 257 (trecho urbano de Marília). O tráfego é direcionado para a SP-294 e, na sequência, para a SP-331, retornando à BR-153 após o trecho bloqueado.
Em entrevista anterior à TV TEM, o coordenador da Defesa Civil de Marília, Luís Antônio Bissoli, havia informado que não havia prazo definido para a liberação do trecho, devido à complexidade da obra.

Com o início dos trabalhos na tarde do dia 20 de março, após melhora nas condições climáticas, a PRF passou a estimar a conclusão em até 15 dias.

“Vai ser preciso abrir completamente a rodovia e implantar um novo sistema de drenagem. A estrutura que existia aqui é antiga e não está dando conta do volume de água. Então será necessária uma obra totalmente nova, capaz de suportar essa vazão”, explicou.

Apesar da gravidade da erosão, Bissoli já havia descartado risco imediato para residências próximas. Equipes da Defesa Civil seguem monitorando a área, especialmente diante da possibilidade de novas chuvas.

“Essa erosão não deve atingir as casas, que já estão em uma área onde existe o córrego. Não há risco imediato para os moradores”, completou.