Os Jogos Paralímpicos de Paris-2024 marcaram um novo capítulo para o Brasil no esporte paralímpico, que encerrou sua participação com a melhor campanha da história em termos de medalhas e colocação no quadro geral. Pela primeira vez, o Brasil alcançou a 5ª posição, superando sua melhor marca anterior, o 7º lugar. O país conquistou 25 ouros, totalizando 89 medalhas, ficando atrás apenas de China, Grã-Bretanha, EUA e Holanda.
Neste domingo, último dia de competições, o Brasil brilhou com as últimas conquistas. Na canoagem, Fernando Rufino sagrou-se bicampeão paralímpico ao vencer os 200m VL2 com um tempo recorde de 50s47. Igor Rofalini completou a dobradinha brasileira com a prata. Já no halterofilismo, Tayana Medeiros garantiu o ouro na categoria até 86kg.
A meta do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) era entre 70 a 90 pódios, terminando no top 8. Com 89 medalhas e 25 ouros, o Brasil superou o desempenho de Tóquio-2021, quando havia conquistado 72 pódios (22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes).
Entre os destaques, Carol Santiago se consagrou como a maior medalhista de ouro da história paralímpica brasileira. Nos Jogos de Paris, ela venceu três provas (100m costas e livre na categoria S12, 50m livre S13), além de faturar duas pratas. Com 10 medalhas paralímpicas, Carol agora é a quinta maior medalhista do Brasil, ao lado de lendas como Daniel Dias e Clodoaldo Silva.
Gabriel Araújo, outro destaque da natação, conquistou três ouros (100m costas, 50m costas e 200m livre S2), somando seis medalhas paralímpicas. Talisson Glock também trouxe ouro nos 400m livre S6, enquanto o atletismo, principal fonte de medalhas do Brasil, garantiu 35 pódios, incluindo dez ouros, com nomes como Petrúcio Ferreira e Jerusa Geber brilhando nas pistas.
Outro feito notável foi o desempenho feminino. As paratletas brasileiras conquistaram 13 ouros, superando os 12 ouros das competições masculinas. No total, as mulheres brasileiras alcançaram 43 pódios, consolidando sua importância no sucesso paralímpico.
O CPB tem investido no desenvolvimento do esporte paralímpico, especialmente com a criação do Centro de Treinamento Paralímpico em São Paulo, um legado dos Jogos do Rio-2016.
Neste domingo, último dia de competições, o Brasil brilhou com as últimas conquistas. Na canoagem, Fernando Rufino sagrou-se bicampeão paralímpico ao vencer os 200m VL2 com um tempo recorde de 50s47. Igor Rofalini completou a dobradinha brasileira com a prata. Já no halterofilismo, Tayana Medeiros garantiu o ouro na categoria até 86kg.
A meta do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) era entre 70 a 90 pódios, terminando no top 8. Com 89 medalhas e 25 ouros, o Brasil superou o desempenho de Tóquio-2021, quando havia conquistado 72 pódios (22 ouros, 20 pratas e 30 bronzes).
Entre os destaques, Carol Santiago se consagrou como a maior medalhista de ouro da história paralímpica brasileira. Nos Jogos de Paris, ela venceu três provas (100m costas e livre na categoria S12, 50m livre S13), além de faturar duas pratas. Com 10 medalhas paralímpicas, Carol agora é a quinta maior medalhista do Brasil, ao lado de lendas como Daniel Dias e Clodoaldo Silva.
Gabriel Araújo, outro destaque da natação, conquistou três ouros (100m costas, 50m costas e 200m livre S2), somando seis medalhas paralímpicas. Talisson Glock também trouxe ouro nos 400m livre S6, enquanto o atletismo, principal fonte de medalhas do Brasil, garantiu 35 pódios, incluindo dez ouros, com nomes como Petrúcio Ferreira e Jerusa Geber brilhando nas pistas.
Outro feito notável foi o desempenho feminino. As paratletas brasileiras conquistaram 13 ouros, superando os 12 ouros das competições masculinas. No total, as mulheres brasileiras alcançaram 43 pódios, consolidando sua importância no sucesso paralímpico.
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