Nesta segunda-feira, 12 de agosto, uma mulher trans de 28 anos foi presa em Ourinhos, sob acusação de tráfico de drogas, ao servir como “mula” para traficantes. A prisão ocorreu na Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos, onde a cabeleireira estava internada após sentir-se mal devido ao transporte das drogas em seu estômago.
Conforme informações do boletim de ocorrência, a Polícia Civil foi alertada pelo hospital após a internação de W. M. de S. G., que utiliza o nome social Juliana, com objetos no intestino, suspeitos de serem entorpecentes.
Durante o atendimento médico, Juliana confessou que na sexta-feira, 9 de agosto, foi contratada por um desconhecido em uma balada em São Paulo (SP) para transportar cerca de dez invólucros de haxixe até Ourinhos. O pagamento combinado pelo transporte seria de R$ 3.000,00, que seria entregue por outro indivíduo, da cidade de Jacarezinho, no Paraná. Ela revelou ainda que estava sob efeito de drogas quando ingeriu os invólucros plásticos no banheiro da balada, sem saber exatamente a quantidade, mas estimando cerca de dez unidades.
No sábado, 10 de agosto, Juliana começou a sentir-se mal e, no dia seguinte, 11 de agosto, procurou atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos. Posteriormente, foi transferida para a Santa Casa, onde expeliu seis das porções. Os invólucros foram recolhidos pela Polícia Civil e encaminhados ao plantão policial, junto com o celular de Juliana, que também foi apreendido.
Os invólucros foram enviados ao Instituto de Criminalística de Ourinhos, onde foi confirmada a presença de tetraidrocanabinol (THC), o principal componente ativo da maconha, com um peso líquido de 31,98 gramas. Diante das evidências, a autoridade policial determinou a prisão em flagrante de Wellington/Juliana por tráfico de drogas, conforme o artigo 33, caput, da Lei nº 11.343/2006.
Juliana permanece internada na Santa Casa sob observação médica e escolta da Polícia Militar, aguardando alta para a realização de audiência de custódia. Durante o processo, ela não contou com assistência jurídica e sua prisão foi comunicada à sua mãe, que a acompanhava no hospital. O exame cautelar pelo Instituto Médico Legal (IML) foi requisitado e as comunicações de praxe foram realizadas.
Conforme informações do boletim de ocorrência, a Polícia Civil foi alertada pelo hospital após a internação de W. M. de S. G., que utiliza o nome social Juliana, com objetos no intestino, suspeitos de serem entorpecentes.
Durante o atendimento médico, Juliana confessou que na sexta-feira, 9 de agosto, foi contratada por um desconhecido em uma balada em São Paulo (SP) para transportar cerca de dez invólucros de haxixe até Ourinhos. O pagamento combinado pelo transporte seria de R$ 3.000,00, que seria entregue por outro indivíduo, da cidade de Jacarezinho, no Paraná. Ela revelou ainda que estava sob efeito de drogas quando ingeriu os invólucros plásticos no banheiro da balada, sem saber exatamente a quantidade, mas estimando cerca de dez unidades.
No sábado, 10 de agosto, Juliana começou a sentir-se mal e, no dia seguinte, 11 de agosto, procurou atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos. Posteriormente, foi transferida para a Santa Casa, onde expeliu seis das porções. Os invólucros foram recolhidos pela Polícia Civil e encaminhados ao plantão policial, junto com o celular de Juliana, que também foi apreendido.
Os invólucros foram enviados ao Instituto de Criminalística de Ourinhos, onde foi confirmada a presença de tetraidrocanabinol (THC), o principal componente ativo da maconha, com um peso líquido de 31,98 gramas. Diante das evidências, a autoridade policial determinou a prisão em flagrante de Wellington/Juliana por tráfico de drogas, conforme o artigo 33, caput, da Lei nº 11.343/2006.
Juliana permanece internada na Santa Casa sob observação médica e escolta da Polícia Militar, aguardando alta para a realização de audiência de custódia. Durante o processo, ela não contou com assistência jurídica e sua prisão foi comunicada à sua mãe, que a acompanhava no hospital. O exame cautelar pelo Instituto Médico Legal (IML) foi requisitado e as comunicações de praxe foram realizadas.





