O cabo da Polícia Militar Jader Aparecido Camilo, envolvido em um episódio de agressão contra uma mulher em Itambaracá, no norte pioneiro do Paraná, foi oficialmente indiciado pelos crimes de lesão corporal e falsidade ideológica. A denúncia apresentada pelo Ministério Público foi aceita nesta sexta-feira, 18 de outubro, pela Justiça. O incidente ocorreu no dia 24 de agosto deste ano.
O caso ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo (veja o vídeo abaixo) gravado por uma testemunha, que mostrou o policial dando tapas e chutando uma mulher em um bar, onde a vítima estava com amigos. O cabo Jader e outro policial, cabo Eduardo José Pereira, foram ao local para atender uma denúncia de perturbação de sossego. As imagens mostram Jader xingando os presentes e, após uma discussão, agredindo fisicamente a mulher, que também foi arrastada pelas pernas e teve os cabelos puxados.
Após a ocorrência, Jader foi afastado de suas funções na corporação e transferido para outra função administrativa. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) confirmou que o policial continua afastado. A investigação do Ministério Público revelou que Jader omitiu as agressões no boletim de ocorrência, numa tentativa de alterar os fatos e encobrir o crime.
A conduta do policial foi investigada por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM), que concluiu que ele cometeu uma "transgressão disciplinar". Além disso, o cabo responde a outro processo por agressão contra uma mulher.
A defesa de Jader argumentou que a acusação será contestada durante o processo, alegando que a investigação se baseou em um vídeo "descontextualizado".
Quanto ao outro policial envolvido, Eduardo José Pereira, o Ministério Público propôs um acordo de pagamento de R$ 1.980 para evitar que ele responda judicialmente, já que não impediu as agressões.
A mulher agredida, em entrevista à RPC, relatou os danos emocionais que sofreu. "Não dói tanto os ferimentos, não dói tanto os machucados. Dói mais o que fica na mente, o que a gente passa. Eu nunca passei por uma situação dessa e eu acho que eu também nunca mais vou esquecer", desabafou a vítima.
O caso ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo (veja o vídeo abaixo) gravado por uma testemunha, que mostrou o policial dando tapas e chutando uma mulher em um bar, onde a vítima estava com amigos. O cabo Jader e outro policial, cabo Eduardo José Pereira, foram ao local para atender uma denúncia de perturbação de sossego. As imagens mostram Jader xingando os presentes e, após uma discussão, agredindo fisicamente a mulher, que também foi arrastada pelas pernas e teve os cabelos puxados.
Após a ocorrência, Jader foi afastado de suas funções na corporação e transferido para outra função administrativa. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) confirmou que o policial continua afastado. A investigação do Ministério Público revelou que Jader omitiu as agressões no boletim de ocorrência, numa tentativa de alterar os fatos e encobrir o crime.
A conduta do policial foi investigada por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM), que concluiu que ele cometeu uma "transgressão disciplinar". Além disso, o cabo responde a outro processo por agressão contra uma mulher.
A defesa de Jader argumentou que a acusação será contestada durante o processo, alegando que a investigação se baseou em um vídeo "descontextualizado".
Quanto ao outro policial envolvido, Eduardo José Pereira, o Ministério Público propôs um acordo de pagamento de R$ 1.980 para evitar que ele responda judicialmente, já que não impediu as agressões.
A mulher agredida, em entrevista à RPC, relatou os danos emocionais que sofreu. "Não dói tanto os ferimentos, não dói tanto os machucados. Dói mais o que fica na mente, o que a gente passa. Eu nunca passei por uma situação dessa e eu acho que eu também nunca mais vou esquecer", desabafou a vítima.





