As articulações para a eleição presidencial de 2026 seguem em andamento, e a definição dos candidatos a vice-presidente ainda movimenta os bastidores da política nacional. Enquanto algumas chapas já foram oficializadas durante as convenções partidárias, outras seguem em negociação na busca por alianças que ampliem o apoio eleitoral e fortaleçam as campanhas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputará a reeleição ao lado do atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), repetindo a chapa vencedora das eleições de 2022. A aliança entre PT e PSB foi mantida após as convenções nacionais realizadas nos últimos dias. Durante o evento do PT, Alckmin defendeu o sistema eleitoral brasileiro, criticou ataques às urnas eletrônicas e fez referência à presença do presidente argentino Javier Milei na convenção de Flávio Bolsonaro.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) ainda não anunciou quem ocupará a vaga de vice-presidente em sua chapa. A estratégia da campanha é buscar uma mulher para ampliar o diálogo com o eleitorado feminino. Entre os nomes cogitados estão a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniela Marques (Republicanos), e a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP). A senadora Tereza Cristina (PP-MS) chegou a ser convidada, mas o PP decidiu manter posição de neutralidade na disputa nacional.
Outro candidato que ainda busca definir seu companheiro de chapa é Romeu Zema (Novo). Após tentativas de atrair nomes de outros partidos, como o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa e o empresário Geraldo Rufino, a tendência é que o Novo opte por uma chapa formada exclusivamente por integrantes da legenda, conhecida como "chapa puro-sangue".
Entre as chapas já confirmadas está a do PSD, que terá o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como candidato à Presidência e o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como candidato a vice. A sigla afirma que pretende apresentar uma alternativa ao cenário de polarização política e fortalecer sua presença nas eleições para o Congresso Nacional.
O partido Missão também confirmou uma chapa exclusivamente formada por filiados da legenda. O candidato à Presidência será Renan Santos, tendo como vice Aroldo Medina, militar da reserva, jornalista e editor especializado em história militar. O partido aposta em um discurso de renovação política e sem coligações.
A escolha dos candidatos a vice-presidente é considerada estratégica pelas campanhas, já que pode ampliar o alcance eleitoral, fortalecer alianças partidárias e aumentar o tempo de propaganda no rádio e na televisão durante o período eleitoral. Com isso, as definições das chapas seguem como um dos principais focos das articulações políticas às vésperas do início oficial da campanha eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputará a reeleição ao lado do atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), repetindo a chapa vencedora das eleições de 2022. A aliança entre PT e PSB foi mantida após as convenções nacionais realizadas nos últimos dias. Durante o evento do PT, Alckmin defendeu o sistema eleitoral brasileiro, criticou ataques às urnas eletrônicas e fez referência à presença do presidente argentino Javier Milei na convenção de Flávio Bolsonaro.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) ainda não anunciou quem ocupará a vaga de vice-presidente em sua chapa. A estratégia da campanha é buscar uma mulher para ampliar o diálogo com o eleitorado feminino. Entre os nomes cogitados estão a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniela Marques (Republicanos), e a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP). A senadora Tereza Cristina (PP-MS) chegou a ser convidada, mas o PP decidiu manter posição de neutralidade na disputa nacional.
Outro candidato que ainda busca definir seu companheiro de chapa é Romeu Zema (Novo). Após tentativas de atrair nomes de outros partidos, como o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa e o empresário Geraldo Rufino, a tendência é que o Novo opte por uma chapa formada exclusivamente por integrantes da legenda, conhecida como "chapa puro-sangue".
Entre as chapas já confirmadas está a do PSD, que terá o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como candidato à Presidência e o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como candidato a vice. A sigla afirma que pretende apresentar uma alternativa ao cenário de polarização política e fortalecer sua presença nas eleições para o Congresso Nacional.
O partido Missão também confirmou uma chapa exclusivamente formada por filiados da legenda. O candidato à Presidência será Renan Santos, tendo como vice Aroldo Medina, militar da reserva, jornalista e editor especializado em história militar. O partido aposta em um discurso de renovação política e sem coligações.
A escolha dos candidatos a vice-presidente é considerada estratégica pelas campanhas, já que pode ampliar o alcance eleitoral, fortalecer alianças partidárias e aumentar o tempo de propaganda no rádio e na televisão durante o período eleitoral. Com isso, as definições das chapas seguem como um dos principais focos das articulações políticas às vésperas do início oficial da campanha eleitoral.
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