Um homem de 38 anos e uma mulher de 35 anos foram presos em flagrante na noite deste domingo (19), acusados de tráfico de drogas e associação para o tráfico em Ipaussu (SP). A prisão ocorreu em uma residência localizada na Travessa São Pedro, na região central da cidade. Mas foram colocados em liberdade após passarem por audiência de custódia nesta segunda-feira (20).
De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar realizavam patrulhamento direcionado ao combate ao tráfico de entorpecentes quando seguiram até um endereço já conhecido por diversas denúncias de comercialização de drogas.
Ao chegarem ao local, os policiais avistaram Wellington S. saindo da residência. Durante a abordagem, ele foi informado sobre as denúncias existentes e, ao ser questionado, admitiu que estava com duas pedras de crack na palma da mão.
Na sequência, Wellington revelou que havia mais entorpecentes no interior da casa e autorizou a entrada dos policiais. Dentro do imóvel, ele indicou duas porções maiores de crack, destinadas ao fracionamento para venda, além de uma porção de maconha, armazenadas em um recipiente plástico do tipo "Tik-Tak", que estava dentro de uma caixa de isopor sobre uma mesa no quarto.
No mesmo cômodo estava sua companheira, Raquel R. dos S., de 35 anos. Segundo o registro policial, após ser questionada, ela indicou outras quatro porções de crack, escondidas sob o colchão. Também foram encontrados sobre a cama duas lâminas de barbear inteiras, meia lâmina e diversas embalagens plásticas do tipo "sacolé", normalmente utilizadas para fracionamento e acondicionamento de drogas.
Ainda conforme os policiais, Wellington e Raquel admitiram que comercializavam os entorpecentes e afirmaram que estavam praticando o tráfico porque estavam "passando por necessidade".
Durante as buscas, foi localizada na carteira de Wellington a quantia de R$ 40, valor que, segundo o próprio casal, seria proveniente da venda de quatro pedras de crack. Também foram apreendidos um aparelho celular Motorola, que estava com Wellington, e um celular Samsung, que estava com Raquel.
Todo o material foi encaminhado para perícia. O laudo técnico da Equipe de Perícias Criminalísticas de Ourinhos confirmou a presença de tetrahidrocanabinol (THC) na porção de maconha, com peso líquido de 0,62 grama, além de crack (cocaína) em três amostras distintas, totalizando mais de 4 gramas da droga.
Diante da materialidade e dos indícios de autoria, a autoridade policial autuou Wellington Sibim e Raquel Rodrigues dos Santos em flagrante pelos crimes previstos nos artigos 33 (tráfico de drogas) e 35 (associação para o tráfico) da Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006).
Segundo o delegado responsável pela ocorrência, a situação de flagrante ficou caracterizada porque Wellington foi abordado deixando a residência portando porções de crack já embaladas para comercialização, enquanto o restante das drogas, juntamente com materiais utilizados para fracionamento e embalagem, permanecia armazenado no quarto do casal.
Após os procedimentos de polícia judiciária, os dois foram recolhidos em celas separadas e permaneceram à disposição da Justiça, aguardando a realização da audiência de custódia.
Liberdade provisória
Na audiência de custódia realizada nesta segunda-feira, o Poder Judiciário concedeu liberdade provisória ao casal, mediante a imposição de medidas cautelares, em substituição à prisão preventiva.
Na decisão, o juiz determinou a expedição imediata do alvará de soltura, ressaltando que Wellington e Raquel deverão cumprir rigorosamente as condições impostas pela Justiça. O magistrado advertiu que o descumprimento de qualquer medida cautelar poderá resultar na decretação da prisão preventiva.
A decisão também autorizou a incineração imediata dos entorpecentes apreendidos, permanecendo preservada a amostra necessária para a elaboração do laudo definitivo e eventual contraprova, conforme previsto nas Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.
O processo seguirá tramitando e o casal responderá às acusações em liberdade, enquanto a Justiça aguarda a conclusão do relatório final das investigações para as próximas deliberações.

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar realizavam patrulhamento direcionado ao combate ao tráfico de entorpecentes quando seguiram até um endereço já conhecido por diversas denúncias de comercialização de drogas.
Ao chegarem ao local, os policiais avistaram Wellington S. saindo da residência. Durante a abordagem, ele foi informado sobre as denúncias existentes e, ao ser questionado, admitiu que estava com duas pedras de crack na palma da mão.
Na sequência, Wellington revelou que havia mais entorpecentes no interior da casa e autorizou a entrada dos policiais. Dentro do imóvel, ele indicou duas porções maiores de crack, destinadas ao fracionamento para venda, além de uma porção de maconha, armazenadas em um recipiente plástico do tipo "Tik-Tak", que estava dentro de uma caixa de isopor sobre uma mesa no quarto.
No mesmo cômodo estava sua companheira, Raquel R. dos S., de 35 anos. Segundo o registro policial, após ser questionada, ela indicou outras quatro porções de crack, escondidas sob o colchão. Também foram encontrados sobre a cama duas lâminas de barbear inteiras, meia lâmina e diversas embalagens plásticas do tipo "sacolé", normalmente utilizadas para fracionamento e acondicionamento de drogas.
Ainda conforme os policiais, Wellington e Raquel admitiram que comercializavam os entorpecentes e afirmaram que estavam praticando o tráfico porque estavam "passando por necessidade".
Durante as buscas, foi localizada na carteira de Wellington a quantia de R$ 40, valor que, segundo o próprio casal, seria proveniente da venda de quatro pedras de crack. Também foram apreendidos um aparelho celular Motorola, que estava com Wellington, e um celular Samsung, que estava com Raquel.
Todo o material foi encaminhado para perícia. O laudo técnico da Equipe de Perícias Criminalísticas de Ourinhos confirmou a presença de tetrahidrocanabinol (THC) na porção de maconha, com peso líquido de 0,62 grama, além de crack (cocaína) em três amostras distintas, totalizando mais de 4 gramas da droga.
Diante da materialidade e dos indícios de autoria, a autoridade policial autuou Wellington Sibim e Raquel Rodrigues dos Santos em flagrante pelos crimes previstos nos artigos 33 (tráfico de drogas) e 35 (associação para o tráfico) da Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006).
Segundo o delegado responsável pela ocorrência, a situação de flagrante ficou caracterizada porque Wellington foi abordado deixando a residência portando porções de crack já embaladas para comercialização, enquanto o restante das drogas, juntamente com materiais utilizados para fracionamento e embalagem, permanecia armazenado no quarto do casal.
Após os procedimentos de polícia judiciária, os dois foram recolhidos em celas separadas e permaneceram à disposição da Justiça, aguardando a realização da audiência de custódia.
Liberdade provisória
Na audiência de custódia realizada nesta segunda-feira, o Poder Judiciário concedeu liberdade provisória ao casal, mediante a imposição de medidas cautelares, em substituição à prisão preventiva.
Na decisão, o juiz determinou a expedição imediata do alvará de soltura, ressaltando que Wellington e Raquel deverão cumprir rigorosamente as condições impostas pela Justiça. O magistrado advertiu que o descumprimento de qualquer medida cautelar poderá resultar na decretação da prisão preventiva.
A decisão também autorizou a incineração imediata dos entorpecentes apreendidos, permanecendo preservada a amostra necessária para a elaboração do laudo definitivo e eventual contraprova, conforme previsto nas Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.
O processo seguirá tramitando e o casal responderá às acusações em liberdade, enquanto a Justiça aguarda a conclusão do relatório final das investigações para as próximas deliberações.

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