Casal é preso por porte ilegal de arma de fogo em Ourinhos

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Na noite desta quinta-feira, 23 de maio, um casal foi detido sob acusação de porte ilegal de arma de fogo no bairro Vila Brasil, em Ourinhos. D. L. O., de 39 anos, conhecido como "Costelinha", e sua esposa, T. N. S. O., de 26 anos, foram presos após uma operação da Equipe de Força Tática da Polícia Militar, desencadeada por denúncias anônimas.

Segundo relato do Policial Militar, a equipe recebeu uma denúncia anônima informando que D. L. estaria portando uma arma de fogo na Rua Sebastiana Corrêa do Amaral. Durante patrulhamento tático, D. foi avistado em frente ao número 16 dessa rua, sendo abordado e submetido à busca pessoal, na qual foi encontrado apenas um telefone celular. D. negou estar em posse de qualquer arma.



Pouco depois, uma nova denúncia indicou que T., esposa de D., iria à residência do casal, localizada na Rua Rene Machado Branco Ferraro, para retirar a arma devido à denúncia. Os policiais se deslocaram ao endereço e observaram T. entrando na casa e saindo com uma caixa. T. foi abordada na Rua Pedro Toloto, no Jardim Anchieta, enquanto estava em um Chevrolet Monza conduzido por D. P.  S., com L. F. G. como passageira.

Dentro da caixa carregada por T., os policiais encontraram uma pistola Taurus, modelo G2C 9MM, com numeração ABL183882, municiada e carregada com 20 cartuchos divididos em dois carregadores. T. alegou que a arma pertencia a seu esposo, D..
 
D. e L., que estavam no veículo, alegaram desconhecer que T. portava uma arma de fogo. Eles afirmaram que D. (Costelinha) havia pedido que levassem T. até a casa para pegar "um negócio" e depois retornassem. A polícia voltou a abordar Costelinha, que novamente negou ser o dono da arma.

Os quatro envolvidos foram conduzidos ao Plantão Policial. A arma foi apreendida e a Autoridade Policial autuou D. (Costelinha) e T.  em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Uma advogada acompanhou o casal durante o registro. O outro casal foi elencado como testemunha do ocorrido. As comunicações de praxe foram realizadas ao juízo competente e ao Ministério Público.

A operação destacou a importância das denúncias anônimas e da ação rápida das forças policiais para combater o porte ilegal de armas e assegurar a segurança pública na região.