Um costureiro de 42 anos e uma mulher de 26 anos foram presos em flagrante na noite desta segunda-feira, 21, em Bernardino de Campos, suspeitos de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A Polícia Militar encontrou entorpecentes em um carro ocupado pelo casal e por duas crianças. Durante buscas na residência dos investigados, os agentes localizaram mais drogas e R$ 1.137,96 em dinheiro.
Os presos foram identificados como Eduardo R. de O., de 42 anos, e Taynara C. S. N. T., de 26 anos. A abordagem ocorreu na Rua Mato Grosso, na Vila Carijó, nas proximidades da residência de Eduardo.
Denúncia levou policiais a abordar carro ocupado pelo casal e duas crianças
Segundo o boletim de ocorrência, por volta das 18h, policiais militares receberam uma denúncia de que Eduardo e Taynara estariam utilizando um GM/Corsa preto para transportar e comercializar drogas pela cidade.
A denúncia também apontava que o casal estaria levando os filhos, incluindo uma criança de colo, durante os deslocamentos para evitar suspeitas e dificultar uma eventual fiscalização policial. Essa alegação consta da denúncia e da avaliação policial, mas não representa uma conclusão judicial sobre a participação de Taynara ou o uso intencional das crianças na atividade investigada.
Durante o patrulhamento, os policiais avistaram o veículo, mas inicialmente o perderam de vista. O carro foi localizado novamente na região central da cidade e passou a ser acompanhado pela equipe, que realizou a abordagem na Rua Mato Grosso.
No automóvel estavam Eduardo, Taynara e duas crianças, uma delas de colo.
Drogas foram encontradas no carro e na residência
Durante a vistoria no veículo, um policial encontrou, sob um dos bancos, porções de substâncias com aparência de cocaína, crack e maconha.
Conforme o registro policial, após a localização do material, familiares e outras pessoas se aproximaram da equipe, dificultando os procedimentos de abordagem.
Questionado sobre a existência de outros materiais ilícitos em sua residência, Eduardo afirmou que não havia nada no imóvel e, segundo os policiais, autorizou a entrada da equipe.
Durante as buscas, os agentes localizaram uma fração de tijolo de maconha e dinheiro em cédulas e moedas, distribuído em diferentes pontos da casa.
As duas crianças ficaram sob os cuidados da avó, que estava presente no local da prisão.
Perícia confirmou cocaína e maconha entre os materiais apreendidos
Ao todo, a polícia apreendeu R$ 1.137,96 em dinheiro, dois aparelhos celulares, o GM/Corsa utilizado pelo casal e porções de drogas encontradas no veículo e na residência.
O registro de apreensão descreve quatro pedras de substância semelhante a crack, cinco porções de material semelhante a cocaína e sete porções de material semelhante a maconha, incluindo a fração de tijolo encontrada no imóvel.
O laudo pericial confirmou a presença de cocaína nos materiais apresentados como crack e cocaína, além de tetrahidrocanabinol (THC) nas porções de maconha.
De acordo com os pesos líquidos informados no laudo, foram identificados 13,66 gramas de cocaína nos dois conjuntos de amostras e 160,38 gramas de material contendo THC. Os pesos periciais são diferentes dos registrados inicialmente na apreensão.
Eduardo negou envolvimento da companheira; Taynara permaneceu em silêncio
Na unidade policial, Taynara exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório.
Eduardo, por sua vez, declarou que a companheira não tinha conhecimento nem envolvimento com drogas. O boletim apresentado não traz outras explicações dele sobre a origem dos entorpecentes encontrados.
Após analisar os elementos reunidos, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante dos dois por suspeita de tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei de Drogas.
Polícia pediu conversão das prisões em preventivas
A autoridade policial também solicitou à Justiça a conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas.
Em relação a Eduardo, o pedido menciona registros criminais anteriores, incluindo condenações por delitos relacionados ao tráfico de drogas. Quanto a Taynara, a autoridade policial citou a presença dela no veículo em que foram encontrados entorpecentes, juntamente com as crianças, além dos demais materiais apreendidos durante a ocorrência.
O pedido de prisão preventiva não significa que a medida já tenha sido determinada pela Justiça. Segundo o registro, Eduardo e Taynara permaneceram à disposição do Judiciário para as respectivas audiências de custódia.
Os exames de corpo de delito cautelares dos dois foram requisitados, e os familiares foram comunicados das prisões. O caso seguirá sob apuração, e os investigados têm direito à defesa durante o processo.
Os presos foram identificados como Eduardo R. de O., de 42 anos, e Taynara C. S. N. T., de 26 anos. A abordagem ocorreu na Rua Mato Grosso, na Vila Carijó, nas proximidades da residência de Eduardo.
Denúncia levou policiais a abordar carro ocupado pelo casal e duas crianças
Segundo o boletim de ocorrência, por volta das 18h, policiais militares receberam uma denúncia de que Eduardo e Taynara estariam utilizando um GM/Corsa preto para transportar e comercializar drogas pela cidade.
A denúncia também apontava que o casal estaria levando os filhos, incluindo uma criança de colo, durante os deslocamentos para evitar suspeitas e dificultar uma eventual fiscalização policial. Essa alegação consta da denúncia e da avaliação policial, mas não representa uma conclusão judicial sobre a participação de Taynara ou o uso intencional das crianças na atividade investigada.
Durante o patrulhamento, os policiais avistaram o veículo, mas inicialmente o perderam de vista. O carro foi localizado novamente na região central da cidade e passou a ser acompanhado pela equipe, que realizou a abordagem na Rua Mato Grosso.
No automóvel estavam Eduardo, Taynara e duas crianças, uma delas de colo.
Drogas foram encontradas no carro e na residência
Durante a vistoria no veículo, um policial encontrou, sob um dos bancos, porções de substâncias com aparência de cocaína, crack e maconha.
Conforme o registro policial, após a localização do material, familiares e outras pessoas se aproximaram da equipe, dificultando os procedimentos de abordagem.
Questionado sobre a existência de outros materiais ilícitos em sua residência, Eduardo afirmou que não havia nada no imóvel e, segundo os policiais, autorizou a entrada da equipe.
Durante as buscas, os agentes localizaram uma fração de tijolo de maconha e dinheiro em cédulas e moedas, distribuído em diferentes pontos da casa.
As duas crianças ficaram sob os cuidados da avó, que estava presente no local da prisão.
Perícia confirmou cocaína e maconha entre os materiais apreendidos
Ao todo, a polícia apreendeu R$ 1.137,96 em dinheiro, dois aparelhos celulares, o GM/Corsa utilizado pelo casal e porções de drogas encontradas no veículo e na residência.
O registro de apreensão descreve quatro pedras de substância semelhante a crack, cinco porções de material semelhante a cocaína e sete porções de material semelhante a maconha, incluindo a fração de tijolo encontrada no imóvel.
O laudo pericial confirmou a presença de cocaína nos materiais apresentados como crack e cocaína, além de tetrahidrocanabinol (THC) nas porções de maconha.
De acordo com os pesos líquidos informados no laudo, foram identificados 13,66 gramas de cocaína nos dois conjuntos de amostras e 160,38 gramas de material contendo THC. Os pesos periciais são diferentes dos registrados inicialmente na apreensão.
Eduardo negou envolvimento da companheira; Taynara permaneceu em silêncio
Na unidade policial, Taynara exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório.
Eduardo, por sua vez, declarou que a companheira não tinha conhecimento nem envolvimento com drogas. O boletim apresentado não traz outras explicações dele sobre a origem dos entorpecentes encontrados.
Após analisar os elementos reunidos, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante dos dois por suspeita de tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei de Drogas.
Polícia pediu conversão das prisões em preventivas
A autoridade policial também solicitou à Justiça a conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas.
Em relação a Eduardo, o pedido menciona registros criminais anteriores, incluindo condenações por delitos relacionados ao tráfico de drogas. Quanto a Taynara, a autoridade policial citou a presença dela no veículo em que foram encontrados entorpecentes, juntamente com as crianças, além dos demais materiais apreendidos durante a ocorrência.
O pedido de prisão preventiva não significa que a medida já tenha sido determinada pela Justiça. Segundo o registro, Eduardo e Taynara permaneceram à disposição do Judiciário para as respectivas audiências de custódia.
Os exames de corpo de delito cautelares dos dois foram requisitados, e os familiares foram comunicados das prisões. O caso seguirá sob apuração, e os investigados têm direito à defesa durante o processo.
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