Um casal, ela de 21 anos e ele de 23, foi preso na noite desta quarta-feira, 19, acusado de tráfico de drogas na região da Cohab, em Ourinhos. A ação ocorreu durante a Operação “RENOE”, após equipes da Força Tática receberem denúncias sobre o envolvimento de João C. L. M. com o comércio de entorpecentes.

Segundo a Polícia Militar, João, já conhecido nos meios policiais, utilizava uma residência na Vila Odilon para armazenar grande quantidade de drogas. O local era cuidado por I. N. Q., que, além de guardar os entorpecentes, também fracionava as porções conforme João realizava as vendas, deixando o material pronto para retirada no portão da casa. Em troca, ela receberia auxílio financeiro, já que seu marido está preso e ela afirmou estar passando por dificuldades.
Durante patrulhamento, os policiais avistaram I. saindo da casa com um embrulho plástico branco nas mãos. Ao perceber a aproximação das viaturas, ela tentou retornar ao imóvel, mas foi abordada. O pacote continha uma porção de cocaína em estado bruto. Confrontada, ela confessou que armazenava crack e cocaína para João e entregou espontaneamente uma bolsa contendo vários “tijolos” das drogas.
Enquanto ocorria a abordagem, João fez diversas ligações para I. — a porção apreendida seria entregue a ele nos próximos minutos. Com base nas informações, outra equipe seguiu até a residência do suspeito, na Rua Dr. Ermelino Peres, onde ele foi visto tentando fugir ao notar a presença policial. Detido, inicialmente negou qualquer envolvimento e disse não conhecer I., mas, posteriormente, assumiu ser o dono dos entorpecentes.
No local, foram apreendidos cerca de 2,03 kg de cocaína, divididos em diferentes embalagens, todas positivadas em teste colorimétrico. Também foram apreendidos apetrechos utilizados para fracionamento, como balança e faca.
Ambos foram conduzidos ao Plantão Policial, na CPJ de Ourinhos, onde passaram por interrogatório na presença de uma advogada. A Autoridade Policial confirmou a prisão de João e I. pelos crimes previstos nos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/06 (tráfico e associação para o tráfico).
Familiares dos detidos estiveram na Delegacia e foram informados sobre as prisões. O casal permaneceu à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.

Segundo a Polícia Militar, João, já conhecido nos meios policiais, utilizava uma residência na Vila Odilon para armazenar grande quantidade de drogas. O local era cuidado por I. N. Q., que, além de guardar os entorpecentes, também fracionava as porções conforme João realizava as vendas, deixando o material pronto para retirada no portão da casa. Em troca, ela receberia auxílio financeiro, já que seu marido está preso e ela afirmou estar passando por dificuldades.
Durante patrulhamento, os policiais avistaram I. saindo da casa com um embrulho plástico branco nas mãos. Ao perceber a aproximação das viaturas, ela tentou retornar ao imóvel, mas foi abordada. O pacote continha uma porção de cocaína em estado bruto. Confrontada, ela confessou que armazenava crack e cocaína para João e entregou espontaneamente uma bolsa contendo vários “tijolos” das drogas.
Enquanto ocorria a abordagem, João fez diversas ligações para I. — a porção apreendida seria entregue a ele nos próximos minutos. Com base nas informações, outra equipe seguiu até a residência do suspeito, na Rua Dr. Ermelino Peres, onde ele foi visto tentando fugir ao notar a presença policial. Detido, inicialmente negou qualquer envolvimento e disse não conhecer I., mas, posteriormente, assumiu ser o dono dos entorpecentes.
No local, foram apreendidos cerca de 2,03 kg de cocaína, divididos em diferentes embalagens, todas positivadas em teste colorimétrico. Também foram apreendidos apetrechos utilizados para fracionamento, como balança e faca.
Ambos foram conduzidos ao Plantão Policial, na CPJ de Ourinhos, onde passaram por interrogatório na presença de uma advogada. A Autoridade Policial confirmou a prisão de João e I. pelos crimes previstos nos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/06 (tráfico e associação para o tráfico).
Familiares dos detidos estiveram na Delegacia e foram informados sobre as prisões. O casal permaneceu à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.
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