Um comerciante de 30 anos foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas na noite deste domingo (25), em Ipaussu (SP). A Polícia Militar apreendeu aproximadamente 915 gramas de cocaína, que, segundo estimativa dos policiais, poderiam render até R$ 80 mil caso fossem comercializados de forma fracionada.
O homem foi identificado como Danilo R. M., de 30 anos. A ocorrência foi registrada por volta das 22h10, na Rua Professor Pedro Leme Brizola Sobrinho, região central do município.
De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito conduzia um Volkswagen Gol quando recebeu ordem de parada da Polícia Militar. Segundo os agentes, ele desobedeceu à determinação, tentou fugir e acabou sendo abordado após entrar em uma residência.
Durante a vistoria do automóvel, os policiais encontraram um tijolo de cocaína escondido debaixo do banco do passageiro.
Danilo foi conduzido à CPJ de Ourinhos, onde teve a prisão em flagrante decretada por tráfico de drogas. Posteriormente, a Justiça converteu o flagrante em prisão preventiva, mantendo o investigado detido.
Denúncia apontava transporte de drogas para comercialização
Segundo o registro policial, uma equipe da Polícia Militar recebeu informações de que Danilo estaria transportando entorpecentes em um VW Gol, com a finalidade de comercializá-los.
A denúncia também indicava que o suspeito estaria aproveitando o período eleitoral para realizar a atividade, por acreditar que não poderia ser preso durante as eleições.
Essa informação consta no relato recebido pelos policiais e não representa uma conclusão comprovada sobre a motivação do investigado.
Os agentes informaram que já conheciam Danilo por registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas e que o veículo utilizado por ele também era conhecido das equipes.
Diante das informações, os policiais intensificaram o patrulhamento pelas imediações, com apoio de outra viatura, até localizarem o automóvel suspeito.
Motorista teria desobedecido à ordem de parada e fugido
Conforme a versão apresentada pela Polícia Militar, ao avistarem o VW Gol, os agentes deram ordem de parada ao condutor, que não obedeceu e iniciou uma fuga.
Durante o acompanhamento, outra equipe policial conseguiu interceptar a trajetória do veículo.
Nesse momento, segundo os policiais, Danilo abandonou o automóvel ainda ligado, com o freio de mão acionado, e correu para o interior de uma residência.
Os agentes o acompanharam e realizaram a abordagem dentro do imóvel.
Foi necessário o uso de algemas, conforme registrado na ocorrência, devido ao receio de uma nova tentativa de fuga.
No interior do automóvel permaneceram a esposa do suspeito, identificada como Tainara, e o filho do casal.
Cocaína estava escondida debaixo do banco do passageiro
Após a abordagem, os policiais realizaram uma vistoria no veículo e encontraram um tijolo de substância suspeita de ser cocaína, escondido debaixo do banco do passageiro.
De acordo com o boletim de ocorrência, Danilo inicialmente negou ter conhecimento da droga.
Entretanto, os policiais relataram que, ao ser informado de que seria conduzido à delegacia, ele teria assumido a propriedade do entorpecente, afirmando que sua esposa não tinha participação nos fatos e desconhecia a presença do material no automóvel.
Tainara também declarou aos policiais que não sabia da existência da droga no veículo.
A substância foi apreendida e encaminhada para análise pericial.
O laudo nº 409900/2026 confirmou a presença de cocaína, com peso líquido de 914,72 gramas.
O VW Gol, ano/modelo 2001, também foi apreendido. Conforme o registro policial, o automóvel pertence a outra pessoa.
Droga poderia render até R$ 80 mil, segundo estimativa policial
Os policiais militares informaram que, conforme estimativa apresentada na ocorrência, o entorpecente teria sido adquirido por aproximadamente R$ 23 mil.
Caso fosse dividido em porções menores e comercializado, poderia alcançar um valor estimado de R$ 80 mil.
Os valores foram informados pelos agentes e representam estimativas, não havendo confirmação de que a droga tenha sido adquirida ou seria vendida por essas quantias.

Comerciante negou envolvimento com a droga durante interrogatório
Ao ser interrogado na delegacia, acompanhado de sua advogada, Danilo apresentou uma versão diferente daquela relatada pelos policiais militares.
Ele afirmou que havia saído da residência de seu sogro, conduzindo um VW Gol pertencente a ele, e seguia para a casa de sua irmã.
Segundo o investigado, o automóvel apresentava problemas no sistema elétrico, motivo pelo qual circulava apenas com as luzes inferiores acesas.
Danilo relatou que, ao perceber a presença da Polícia Militar, continuou seu trajeto e, quando recebeu ordem de parada, prosseguiu por aproximadamente 20 metros até as proximidades da residência de sua irmã.
Ele justificou que não parou imediatamente porque estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida.
O comerciante afirmou ainda que estacionou o veículo, acionou o freio de mão e entrou na casa da irmã por não saber o que poderia acontecer durante a abordagem.
Em seu interrogatório formal, Danilo negou que houvesse drogas no automóvel, argumentando que seu filho pequeno também utilizava o veículo.
A versão apresentada pelo investigado será considerada durante a apuração dos fatos.
Polícia decreta flagrante e solicita prisão preventiva
Após analisar as informações apresentadas pelos policiais militares, os depoimentos e o resultado da apreensão, a autoridade policial decretou a prisão em flagrante de Danilo Rezende Moreno pelo crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.
Na decisão, a autoridade destacou a quantidade expressiva de cocaína apreendida e seu elevado valor comercial como elementos que sustentavam, naquela fase inicial, a suspeita de distribuição de entorpecentes.
A Polícia Civil também solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva, sob o argumento de necessidade de garantia da ordem pública.
Justiça converte prisão em flagrante em preventiva
Após a apresentação do caso ao Poder Judiciário, a prisão em flagrante de Danilo foi convertida em prisão preventiva.
Com isso, o comerciante permanece preso à disposição da Justiça, enquanto prosseguem as investigações e os procedimentos judiciais.
O veículo e a droga foram apreendidos, e o resultado pericial confirmou que a substância encontrada era cocaína.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação definitiva. O investigado tem direito à ampla defesa e à presunção de inocência até eventual decisão judicial definitiva.
O homem foi identificado como Danilo R. M., de 30 anos. A ocorrência foi registrada por volta das 22h10, na Rua Professor Pedro Leme Brizola Sobrinho, região central do município.
De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito conduzia um Volkswagen Gol quando recebeu ordem de parada da Polícia Militar. Segundo os agentes, ele desobedeceu à determinação, tentou fugir e acabou sendo abordado após entrar em uma residência.
Durante a vistoria do automóvel, os policiais encontraram um tijolo de cocaína escondido debaixo do banco do passageiro.
Danilo foi conduzido à CPJ de Ourinhos, onde teve a prisão em flagrante decretada por tráfico de drogas. Posteriormente, a Justiça converteu o flagrante em prisão preventiva, mantendo o investigado detido.
Denúncia apontava transporte de drogas para comercialização
Segundo o registro policial, uma equipe da Polícia Militar recebeu informações de que Danilo estaria transportando entorpecentes em um VW Gol, com a finalidade de comercializá-los.
A denúncia também indicava que o suspeito estaria aproveitando o período eleitoral para realizar a atividade, por acreditar que não poderia ser preso durante as eleições.
Essa informação consta no relato recebido pelos policiais e não representa uma conclusão comprovada sobre a motivação do investigado.
Os agentes informaram que já conheciam Danilo por registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas e que o veículo utilizado por ele também era conhecido das equipes.
Diante das informações, os policiais intensificaram o patrulhamento pelas imediações, com apoio de outra viatura, até localizarem o automóvel suspeito.
Motorista teria desobedecido à ordem de parada e fugido
Conforme a versão apresentada pela Polícia Militar, ao avistarem o VW Gol, os agentes deram ordem de parada ao condutor, que não obedeceu e iniciou uma fuga.
Durante o acompanhamento, outra equipe policial conseguiu interceptar a trajetória do veículo.
Nesse momento, segundo os policiais, Danilo abandonou o automóvel ainda ligado, com o freio de mão acionado, e correu para o interior de uma residência.
Os agentes o acompanharam e realizaram a abordagem dentro do imóvel.
Foi necessário o uso de algemas, conforme registrado na ocorrência, devido ao receio de uma nova tentativa de fuga.
No interior do automóvel permaneceram a esposa do suspeito, identificada como Tainara, e o filho do casal.
Cocaína estava escondida debaixo do banco do passageiro
Após a abordagem, os policiais realizaram uma vistoria no veículo e encontraram um tijolo de substância suspeita de ser cocaína, escondido debaixo do banco do passageiro.
De acordo com o boletim de ocorrência, Danilo inicialmente negou ter conhecimento da droga.
Entretanto, os policiais relataram que, ao ser informado de que seria conduzido à delegacia, ele teria assumido a propriedade do entorpecente, afirmando que sua esposa não tinha participação nos fatos e desconhecia a presença do material no automóvel.
Tainara também declarou aos policiais que não sabia da existência da droga no veículo.
A substância foi apreendida e encaminhada para análise pericial.
O laudo nº 409900/2026 confirmou a presença de cocaína, com peso líquido de 914,72 gramas.
O VW Gol, ano/modelo 2001, também foi apreendido. Conforme o registro policial, o automóvel pertence a outra pessoa.
Droga poderia render até R$ 80 mil, segundo estimativa policial
Os policiais militares informaram que, conforme estimativa apresentada na ocorrência, o entorpecente teria sido adquirido por aproximadamente R$ 23 mil.
Caso fosse dividido em porções menores e comercializado, poderia alcançar um valor estimado de R$ 80 mil.
Os valores foram informados pelos agentes e representam estimativas, não havendo confirmação de que a droga tenha sido adquirida ou seria vendida por essas quantias.

Comerciante negou envolvimento com a droga durante interrogatório
Ao ser interrogado na delegacia, acompanhado de sua advogada, Danilo apresentou uma versão diferente daquela relatada pelos policiais militares.
Ele afirmou que havia saído da residência de seu sogro, conduzindo um VW Gol pertencente a ele, e seguia para a casa de sua irmã.
Segundo o investigado, o automóvel apresentava problemas no sistema elétrico, motivo pelo qual circulava apenas com as luzes inferiores acesas.
Danilo relatou que, ao perceber a presença da Polícia Militar, continuou seu trajeto e, quando recebeu ordem de parada, prosseguiu por aproximadamente 20 metros até as proximidades da residência de sua irmã.
Ele justificou que não parou imediatamente porque estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida.
O comerciante afirmou ainda que estacionou o veículo, acionou o freio de mão e entrou na casa da irmã por não saber o que poderia acontecer durante a abordagem.
Em seu interrogatório formal, Danilo negou que houvesse drogas no automóvel, argumentando que seu filho pequeno também utilizava o veículo.
A versão apresentada pelo investigado será considerada durante a apuração dos fatos.
Polícia decreta flagrante e solicita prisão preventiva
Após analisar as informações apresentadas pelos policiais militares, os depoimentos e o resultado da apreensão, a autoridade policial decretou a prisão em flagrante de Danilo Rezende Moreno pelo crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.
Na decisão, a autoridade destacou a quantidade expressiva de cocaína apreendida e seu elevado valor comercial como elementos que sustentavam, naquela fase inicial, a suspeita de distribuição de entorpecentes.
A Polícia Civil também solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva, sob o argumento de necessidade de garantia da ordem pública.
Justiça converte prisão em flagrante em preventiva
Após a apresentação do caso ao Poder Judiciário, a prisão em flagrante de Danilo foi convertida em prisão preventiva.
Com isso, o comerciante permanece preso à disposição da Justiça, enquanto prosseguem as investigações e os procedimentos judiciais.
O veículo e a droga foram apreendidos, e o resultado pericial confirmou que a substância encontrada era cocaína.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação definitiva. O investigado tem direito à ampla defesa e à presunção de inocência até eventual decisão judicial definitiva.
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