Uma ocorrência envolvendo o uso e a suposta intermediação de canetas emagrecedoras mobilizou a Polícia Militar na tarde de quarta-feira (14) na Santa Casa de Misericórdia de Santa Cruz do Rio Pardo. A situação, que gerou discussão interna entre profissionais de saúde, passou a ser tratada como caso de polícia após uma enfermeira acionar as autoridades alegando ter se sentido ofendida e ameaçada.
De acordo com informações apuradas pelo jornalismo do Diário Cidadão (do jornalista Dário Miguel), a enfermeira utilizava a chamada caneta emagrecedora e apresentou rápida perda de peso, o que despertou a curiosidade de colegas de trabalho. Diante dos elogios e questionamentos frequentes sobre o método, a profissional passou a informar onde havia adquirido o medicamento e, posteriormente, a intermediar pedidos junto a um contato localizado em Ourinhos, onde comprava o produto.
A situação chegou ao conhecimento de um médico da Santa Casa, que comunicou a direção do hospital. A administração teria então chamado a enfermeira e determinado a proibição da divulgação ou intermediação do medicamento dentro da instituição, por se tratar de prática considerada inadequada no ambiente hospitalar. Após a advertência, a profissional teria se sentido constrangida e ameaçada, motivo pelo qual decidiu acionar a Polícia Militar para registrar a ocorrência.
A PM compareceu à Santa Casa e ouviu as partes envolvidas, orientando sobre as providências cabíveis. Até o momento, a diretoria da Santa Casa não se manifestou oficialmente sobre o caso, apesar de questionada pela reportagem.
Especialistas alertam que as canetas emagrecedoras são permitidas no Brasil apenas quando comercializadas de forma regular, com prescrição médica, sendo proibidas versões manipuladas ou de origem não regulamentada pela Anvisa, devido aos riscos à saúde. A venda ou intermediação do produto fora dessas normas pode configurar prática ilegal.
As informações sobre o caso foram divulgadas inicialmente pelo site Diário Cidadão, de Santa Cruz do Rio Pardo, e seguem repercutindo na cidade.
De acordo com informações apuradas pelo jornalismo do Diário Cidadão (do jornalista Dário Miguel), a enfermeira utilizava a chamada caneta emagrecedora e apresentou rápida perda de peso, o que despertou a curiosidade de colegas de trabalho. Diante dos elogios e questionamentos frequentes sobre o método, a profissional passou a informar onde havia adquirido o medicamento e, posteriormente, a intermediar pedidos junto a um contato localizado em Ourinhos, onde comprava o produto.
A situação chegou ao conhecimento de um médico da Santa Casa, que comunicou a direção do hospital. A administração teria então chamado a enfermeira e determinado a proibição da divulgação ou intermediação do medicamento dentro da instituição, por se tratar de prática considerada inadequada no ambiente hospitalar. Após a advertência, a profissional teria se sentido constrangida e ameaçada, motivo pelo qual decidiu acionar a Polícia Militar para registrar a ocorrência.
A PM compareceu à Santa Casa e ouviu as partes envolvidas, orientando sobre as providências cabíveis. Até o momento, a diretoria da Santa Casa não se manifestou oficialmente sobre o caso, apesar de questionada pela reportagem.
Especialistas alertam que as canetas emagrecedoras são permitidas no Brasil apenas quando comercializadas de forma regular, com prescrição médica, sendo proibidas versões manipuladas ou de origem não regulamentada pela Anvisa, devido aos riscos à saúde. A venda ou intermediação do produto fora dessas normas pode configurar prática ilegal.
As informações sobre o caso foram divulgadas inicialmente pelo site Diário Cidadão, de Santa Cruz do Rio Pardo, e seguem repercutindo na cidade.
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