Tem início nesta segunda-feira (20) o período das convenções partidárias que irão oficializar as candidaturas à Presidência da República para as eleições de 2026. Os partidos têm até o dia 5 de agosto para realizar as convenções e definir oficialmente seus candidatos, vices e alianças. O registro das candidaturas na Justiça Eleitoral deverá ser feito até 15 de agosto.
Entre os cinco principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto, Lula (PT), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) já anunciaram seus candidatos a vice-presidente. Já as chapas de Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) seguem indefinidas, enquanto as negociações políticas continuam.
No caso de Flávio Bolsonaro, a escolha do vice está diretamente ligada à tentativa de ampliar sua base de apoio. O senador voltou a defender que a vaga seja ocupada por uma mulher, citando nomes como Daniella Marques e a deputada federal Simone Marquetto (PP-SP). Entretanto, a composição depende de um eventual apoio do Progressistas, que ainda não foi confirmado.
Além do PP, a campanha também mantém conversas com o Republicanos. Apesar de especulações sobre um possível acordo envolvendo a indicação de Daniella Marques para a vice, o partido divulgou nota negando qualquer definição de apoio ou negociação relacionada à candidatura presidencial.
Enquanto isso, Flávio participa nesta segunda-feira da convenção estadual da federação União Progressista, em São Paulo, em mais uma tentativa de ampliar sua articulação política.
Já o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também chega ao início das convenções sem definir seu companheiro de chapa. No último sábado (18), ele chegou a manifestar interesse em ter Michelle Bolsonaro como vice, mas a ex-primeira-dama descartou publicamente essa possibilidade. Outro nome cogitado, o empresário Geraldo Rufino, perdeu força após lideranças do Podemos indicarem que ele deverá disputar uma vaga no Senado.
Enquanto algumas candidaturas ainda negociam alianças, outras já estão definidas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repetirá a chapa com Geraldo Alckmin (PSB). O governador Ronaldo Caiado terá Gilberto Kassab como candidato a vice em uma chapa exclusivamente do PSD. Já Renan Santos, do partido Missão, oficializou nesta segunda-feira sua candidatura à Presidência, tendo como vice o militar da reserva Aroldo Medina.
Segundo o partido Missão, a convenção nacional foi antecipada para esta segunda-feira por questões de segurança. A legenda informou que a medida permitirá que o evento público de lançamento da campanha, marcado para 1º de agosto, conte com apoio da Polícia Federal. De acordo com a assessoria de Renan Santos, a decisão foi tomada após o pré-candidato relatar ameaças atribuídas a organizações criminosas durante compromissos recentes no Ceará, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
No evento de lançamento da campanha, também será apresentado o chamado "Livro Amarelo", documento que reunirá as principais propostas do candidato nas áreas de segurança pública, economia, educação, infraestrutura e reforma do Estado.
Com o início das convenções, os partidos entram na reta final para definir oficialmente suas chapas e alianças antes do início da campanha eleitoral.
Entre os cinco principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto, Lula (PT), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) já anunciaram seus candidatos a vice-presidente. Já as chapas de Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) seguem indefinidas, enquanto as negociações políticas continuam.
No caso de Flávio Bolsonaro, a escolha do vice está diretamente ligada à tentativa de ampliar sua base de apoio. O senador voltou a defender que a vaga seja ocupada por uma mulher, citando nomes como Daniella Marques e a deputada federal Simone Marquetto (PP-SP). Entretanto, a composição depende de um eventual apoio do Progressistas, que ainda não foi confirmado.
Além do PP, a campanha também mantém conversas com o Republicanos. Apesar de especulações sobre um possível acordo envolvendo a indicação de Daniella Marques para a vice, o partido divulgou nota negando qualquer definição de apoio ou negociação relacionada à candidatura presidencial.
Enquanto isso, Flávio participa nesta segunda-feira da convenção estadual da federação União Progressista, em São Paulo, em mais uma tentativa de ampliar sua articulação política.
Já o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também chega ao início das convenções sem definir seu companheiro de chapa. No último sábado (18), ele chegou a manifestar interesse em ter Michelle Bolsonaro como vice, mas a ex-primeira-dama descartou publicamente essa possibilidade. Outro nome cogitado, o empresário Geraldo Rufino, perdeu força após lideranças do Podemos indicarem que ele deverá disputar uma vaga no Senado.
Enquanto algumas candidaturas ainda negociam alianças, outras já estão definidas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repetirá a chapa com Geraldo Alckmin (PSB). O governador Ronaldo Caiado terá Gilberto Kassab como candidato a vice em uma chapa exclusivamente do PSD. Já Renan Santos, do partido Missão, oficializou nesta segunda-feira sua candidatura à Presidência, tendo como vice o militar da reserva Aroldo Medina.
Segundo o partido Missão, a convenção nacional foi antecipada para esta segunda-feira por questões de segurança. A legenda informou que a medida permitirá que o evento público de lançamento da campanha, marcado para 1º de agosto, conte com apoio da Polícia Federal. De acordo com a assessoria de Renan Santos, a decisão foi tomada após o pré-candidato relatar ameaças atribuídas a organizações criminosas durante compromissos recentes no Ceará, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
No evento de lançamento da campanha, também será apresentado o chamado "Livro Amarelo", documento que reunirá as principais propostas do candidato nas áreas de segurança pública, economia, educação, infraestrutura e reforma do Estado.
Com o início das convenções, os partidos entram na reta final para definir oficialmente suas chapas e alianças antes do início da campanha eleitoral.
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