Me remeto a 1970, com 8 anos de idade apenas, indo para a casa de minha madrinha Anadir. Eu morava na Vila Perino, na Rua Barão do Rio Branco, em Ourinhos. Ela morava na Avenida Jacinto Sá, na esquina da Praça do Seminário de Nossa Senhora de Guadalupe.
Nos dias de jogos do Brasil pela Copa do Mundo do México, eu, meu irmão Gera Laperuta, meu pai e minha mãe, subíamos a Rua José Felipe do Amaral até a casa de minha madrinha.
Eu ia contente para assistir ao jogo da seleção brasileira de futebol. Chegando lá, ela nos recebia com muito carinho, a casa enfeitada com bandeirinhas verde e amarelas. Nos entregava uma bandeira para torcer pela seleção e estourava pipocas para acompanharmos os jogos.
A cada gol da seleção era uma verdadeira festa, com gritos de gol e muita alegria. Vibrávamos muito com as jogadas de Pelé, os gols de Jairzinho, Rivelino, com chute potente, os passes de Gerson e as defesas do goleiro Félix.
A cada jogo que terminava era uma esperança que nascia para o próximo jogo, ser recebido por minha madrinha tão carinhosamente e querendo que a seleção desse um novo show de futebol.
Como não custava quase nada para ser feliz, assistir uma seleção que jogava como uma orquestra, um punhado de pipocas, bandeirinhas nas mãos e o grito de gol.
Pra frente Brasil!
Nos dias de jogos do Brasil pela Copa do Mundo do México, eu, meu irmão Gera Laperuta, meu pai e minha mãe, subíamos a Rua José Felipe do Amaral até a casa de minha madrinha.
Eu ia contente para assistir ao jogo da seleção brasileira de futebol. Chegando lá, ela nos recebia com muito carinho, a casa enfeitada com bandeirinhas verde e amarelas. Nos entregava uma bandeira para torcer pela seleção e estourava pipocas para acompanharmos os jogos.
A cada gol da seleção era uma verdadeira festa, com gritos de gol e muita alegria. Vibrávamos muito com as jogadas de Pelé, os gols de Jairzinho, Rivelino, com chute potente, os passes de Gerson e as defesas do goleiro Félix.
A cada jogo que terminava era uma esperança que nascia para o próximo jogo, ser recebido por minha madrinha tão carinhosamente e querendo que a seleção desse um novo show de futebol.
Como não custava quase nada para ser feliz, assistir uma seleção que jogava como uma orquestra, um punhado de pipocas, bandeirinhas nas mãos e o grito de gol.
Pra frente Brasil!
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