O corpo de Dagmar Grimm Streger, de 76 anos, desaparecida há cerca de um mês, foi localizado na tarde desta quarta-feira (21) em um poço caipira desativado, com aproximadamente 27 metros de profundidade, no sítio onde ela morava, na região do Rio Verde, em Bauru, no interior de São Paulo.
De acordo com a apuração da TV TEM, os restos mortais foram encontrados por volta das 14h50, após semanas de escavações coordenadas pela Polícia Civil, com apoio do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Obras de Bauru. O poço passou a ser considerado um dos principais pontos de busca depois que o casal de caseiros da propriedade, Paulo Henrique Vieira, de 55 anos, e Daniela dos Santos Vieira, de 40, confessou informalmente ter agredido a idosa e ocultado o corpo no local.
Segundo as investigações, Dagmar teria sido atingida por uma paulada na cabeça e, em seguida, jogada no poço. A Polícia Civil apura uma possível motivação financeira, já que a relação entre a vítima e os suspeitos envolvia repasses frequentes de bens e dinheiro. Conforme o delegado Luciano Faleiro Rezende, Dagmar chegou a doar um terreno ao casal, posteriormente recomprou o imóvel e também teria entregue um veículo ao caseiro.
Durante os trabalhos, as equipes enfrentaram dificuldades devido à profundidade e à estrutura antiga do poço. Para garantir a segurança e permitir o uso de maquinário pesado, foi necessário ampliar o diâmetro da abertura, o que levou à demolição da casa da vítima. Além disso, diversos sacos de adubo foram retirados do interior do poço, material que, segundo a investigação, teria sido usado para tentar disfarçar o odor da decomposição.
A Polícia Civil também investiga um possível envolvimento do filho do casal, um adolescente de 14 anos. Em depoimento informal, Paulo Henrique chegou a atribuir o crime ao filho, mas depois assumiu a autoria. O adolescente está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Avaré (SP). Daniela, também em depoimento informal, negou participação e afirmou que dormia no momento do crime.
Dagmar foi vista pela última vez no dia 19 de dezembro, e o desaparecimento passou a ser investigado oficialmente em 22 de dezembro, após o registro de boletim de ocorrência. O casal de caseiros foi detido no dia 24 de dezembro, em Salto do Itararé (PR), enquanto tentava trocar de veículo. Segundo a polícia, eles fugiram com o carro da vítima, que foi localizado posteriormente em Tatuí (SP).
Com a localização do corpo, o caso passa a ser investigado formalmente como homicídio.

De acordo com a apuração da TV TEM, os restos mortais foram encontrados por volta das 14h50, após semanas de escavações coordenadas pela Polícia Civil, com apoio do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Obras de Bauru. O poço passou a ser considerado um dos principais pontos de busca depois que o casal de caseiros da propriedade, Paulo Henrique Vieira, de 55 anos, e Daniela dos Santos Vieira, de 40, confessou informalmente ter agredido a idosa e ocultado o corpo no local.
Segundo as investigações, Dagmar teria sido atingida por uma paulada na cabeça e, em seguida, jogada no poço. A Polícia Civil apura uma possível motivação financeira, já que a relação entre a vítima e os suspeitos envolvia repasses frequentes de bens e dinheiro. Conforme o delegado Luciano Faleiro Rezende, Dagmar chegou a doar um terreno ao casal, posteriormente recomprou o imóvel e também teria entregue um veículo ao caseiro.
Durante os trabalhos, as equipes enfrentaram dificuldades devido à profundidade e à estrutura antiga do poço. Para garantir a segurança e permitir o uso de maquinário pesado, foi necessário ampliar o diâmetro da abertura, o que levou à demolição da casa da vítima. Além disso, diversos sacos de adubo foram retirados do interior do poço, material que, segundo a investigação, teria sido usado para tentar disfarçar o odor da decomposição.
A Polícia Civil também investiga um possível envolvimento do filho do casal, um adolescente de 14 anos. Em depoimento informal, Paulo Henrique chegou a atribuir o crime ao filho, mas depois assumiu a autoria. O adolescente está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Avaré (SP). Daniela, também em depoimento informal, negou participação e afirmou que dormia no momento do crime.
Dagmar foi vista pela última vez no dia 19 de dezembro, e o desaparecimento passou a ser investigado oficialmente em 22 de dezembro, após o registro de boletim de ocorrência. O casal de caseiros foi detido no dia 24 de dezembro, em Salto do Itararé (PR), enquanto tentava trocar de veículo. Segundo a polícia, eles fugiram com o carro da vítima, que foi localizado posteriormente em Tatuí (SP).
Com a localização do corpo, o caso passa a ser investigado formalmente como homicídio.




