O corpo de Arthur da Rosa Carneiro, de 2 anos, foi localizado na manhã desta terça-feira (14) por um pescador às margens do Rio Tibagi, na cidade de mesmo nome, nos Campos Gerais do Paraná. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Militar.
A criança estava desaparecida desde quinta-feira (9), quando sumiu de dentro de casa durante a manhã. No mesmo dia, à tarde, uma mamadeira de Arthur foi encontrada no rio, a aproximadamente 500 metros da residência da família, o que direcionou as buscas para a região. O corpo foi encontrado cerca de 20 metros do ponto onde a mamadeira havia sido localizada.
Investigação em andamento
A Polícia Civil ainda investiga as circunstâncias da morte e não divulgou se o corpo apresentava sinais de violência. Na segunda-feira (13), o delegado responsável pelo caso, Guilherme Barbosa de Lima, afirmou que nenhuma hipótese estava descartada — incluindo a possibilidade de crime ou um acidente por afogamento após o menino sair sozinho de casa.
Familiares relataram que deram falta da criança ao perceberem que ele não estava em nenhum cômodo da residência e iniciaram as buscas imediatamente, com ajuda de vizinhos. Segundo a Polícia Militar, o desaparecimento foi comunicado às autoridades ainda na manhã de quinta-feira.
Ao lado da casa da família há uma área de mata, o que também foi considerado nas investigações. Vestígios biológicos foram coletados durante as diligências e enviados para análise, para verificar se pertencem ao menino.
Buscas mobilizaram forças de segurança e voluntários
As buscas, que duraram seis dias, envolveram equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Civil, Polícia Científica, Conselho Tutelar, Samu e moradores voluntários. Também foi acionado o Amber Alert, sistema de alerta em redes sociais utilizado para auxiliar na localização de crianças desaparecidas, por meio de parceria entre o Ministério da Justiça e a empresa Meta.
A Polícia Civil segue apurando os fatos, analisando imagens de câmeras de segurança da região e contando com o apoio do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride). Ainda não há previsão para a conclusão do inquérito.
O caso comoveu moradores da cidade e da região, que acompanharam as buscas e agora aguardam esclarecimentos sobre o que levou à morte do menino.
A criança estava desaparecida desde quinta-feira (9), quando sumiu de dentro de casa durante a manhã. No mesmo dia, à tarde, uma mamadeira de Arthur foi encontrada no rio, a aproximadamente 500 metros da residência da família, o que direcionou as buscas para a região. O corpo foi encontrado cerca de 20 metros do ponto onde a mamadeira havia sido localizada.
Investigação em andamento
A Polícia Civil ainda investiga as circunstâncias da morte e não divulgou se o corpo apresentava sinais de violência. Na segunda-feira (13), o delegado responsável pelo caso, Guilherme Barbosa de Lima, afirmou que nenhuma hipótese estava descartada — incluindo a possibilidade de crime ou um acidente por afogamento após o menino sair sozinho de casa.
Familiares relataram que deram falta da criança ao perceberem que ele não estava em nenhum cômodo da residência e iniciaram as buscas imediatamente, com ajuda de vizinhos. Segundo a Polícia Militar, o desaparecimento foi comunicado às autoridades ainda na manhã de quinta-feira.
Ao lado da casa da família há uma área de mata, o que também foi considerado nas investigações. Vestígios biológicos foram coletados durante as diligências e enviados para análise, para verificar se pertencem ao menino.
Buscas mobilizaram forças de segurança e voluntários
As buscas, que duraram seis dias, envolveram equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Civil, Polícia Científica, Conselho Tutelar, Samu e moradores voluntários. Também foi acionado o Amber Alert, sistema de alerta em redes sociais utilizado para auxiliar na localização de crianças desaparecidas, por meio de parceria entre o Ministério da Justiça e a empresa Meta.
A Polícia Civil segue apurando os fatos, analisando imagens de câmeras de segurança da região e contando com o apoio do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride). Ainda não há previsão para a conclusão do inquérito.
O caso comoveu moradores da cidade e da região, que acompanharam as buscas e agora aguardam esclarecimentos sobre o que levou à morte do menino.
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