A Polícia Civil de Jaú (SP) localizou, na manhã desta quinta-feira (1º), o corpo de Nilson Oliveira Silva, de 52 anos, motorista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que estava desaparecido desde o dia 19 de dezembro.
Segundo a Polícia Civil, o corpo foi encontrado após a prisão do principal suspeito do crime. O homem foi detido durante a madrugada, por volta das 2h30, quando retornava à cidade. Durante uma conversa informal com os investigadores, ele teria confessado que matou Nilson com golpes de faca.
Ainda de acordo com a polícia, após a prisão, o suspeito indicou o local onde havia deixado o corpo da vítima. Nilson foi encontrado em avançado estado de decomposição, o que reforça a suspeita de que a morte tenha ocorrido no mesmo dia do desaparecimento. A investigação aponta ainda que o corpo foi incendiado, o que dificulta, neste primeiro momento, a identificação de lesões aparentes.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames periciais que devem apontar a causa da morte e esclarecer se o incêndio ocorreu antes ou depois do óbito.
A Polícia Civil também cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, com apoio da Polícia Científica. No imóvel, foram encontrados diversos vestígios de sangue em paredes, no chão, em móveis e objetos, que foram recolhidos para análise.
De acordo com a investigação, a agressão teria ocorrido dentro da casa do suspeito. Após o crime, Nilson teria sido retirado do local já sem vida e transportado na caminhonete do investigado. O caso segue sob investigação para o completo esclarecimento dos fatos.
Segundo a Polícia Civil, o corpo foi encontrado após a prisão do principal suspeito do crime. O homem foi detido durante a madrugada, por volta das 2h30, quando retornava à cidade. Durante uma conversa informal com os investigadores, ele teria confessado que matou Nilson com golpes de faca.
Ainda de acordo com a polícia, após a prisão, o suspeito indicou o local onde havia deixado o corpo da vítima. Nilson foi encontrado em avançado estado de decomposição, o que reforça a suspeita de que a morte tenha ocorrido no mesmo dia do desaparecimento. A investigação aponta ainda que o corpo foi incendiado, o que dificulta, neste primeiro momento, a identificação de lesões aparentes.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames periciais que devem apontar a causa da morte e esclarecer se o incêndio ocorreu antes ou depois do óbito.
A Polícia Civil também cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, com apoio da Polícia Científica. No imóvel, foram encontrados diversos vestígios de sangue em paredes, no chão, em móveis e objetos, que foram recolhidos para análise.
De acordo com a investigação, a agressão teria ocorrido dentro da casa do suspeito. Após o crime, Nilson teria sido retirado do local já sem vida e transportado na caminhonete do investigado. O caso segue sob investigação para o completo esclarecimento dos fatos.



