Três dias após o encontro de um corpo no Rio Pardo, em Salto Grande, a situação envolvendo o desaparecimento de João Guilherme Felisberto, de 32 anos, continua indefinida. O cadáver localizado na última sexta-feira (21) permanece no IML de Ourinhos, e a família aguarda o resultado do exame de DNA para confirmar se é do jovem desaparecido desde terça-feira (18).
O corpo foi encontrado por pescadores, em avançado estado de decomposição, o que impossibilitou o reconhecimento facial. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros realizaram o resgate, acompanhado pela Polícia Civil. No local, o irmão de João, Alison, reconheceu apenas as vestes semelhantes às usadas pelo desaparecido, reforçando a necessidade de exames periciais para confirmação. O perito e a fotógrafa realizaram o exame perinecroscópico no local.
O Delegado João Ildes Beffa, responsável pelo caso, já vinha conduzindo buscas com apoio da DIG de Ourinhos e do cão farejador do canil Gaiola Aberta. As investigações indicam que João teria desaparecido nas proximidades da ponte do Rio Pardo, em Ourinhos.
Operação de buscas mobilizou diversas forças de segurança
Desde as primeiras horas de sexta-feira, equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, 13º BAEP, Guarda Civil Municipal, Grupo de Busca e Resgate Brasil e voluntários da equipe Gaiola Aberta realizaram uma varredura minuciosa nas margens da Rodovia Raposo Tavares (SP-270). O cão farejador Zeus também participou da operação.
As buscas foram intensificadas após câmeras de monitoramento flagrarem João caminhando pela região da ponte no dia do desaparecimento. Uma das hipóteses investigadas é a de que ele possa ter pulado da estrutura, mas nada foi confirmado até o momento.
Família segue angustiada e pede informações
Nas redes sociais, familiares têm feito pedidos de ajuda para localizar João ou obter informações que esclareçam o caso. “Ele saiu de Ribeirão do Sul no dia 18 pela manhã e não voltou para casa. Quem souber onde ele está, por favor, me liga”, disse uma parente, reforçando o apelo.
Qualquer informação pode ser repassada diretamente à família pelo telefone (14) 99119-4324.
Enquanto isso, o corpo permanece no IML de Ourinhos aguardando exames necroscópicos, toxicológicos e a coleta de material biológico para confronto genético, mantendo o caso oficialmente em aberto.
O corpo foi encontrado por pescadores, em avançado estado de decomposição, o que impossibilitou o reconhecimento facial. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros realizaram o resgate, acompanhado pela Polícia Civil. No local, o irmão de João, Alison, reconheceu apenas as vestes semelhantes às usadas pelo desaparecido, reforçando a necessidade de exames periciais para confirmação. O perito e a fotógrafa realizaram o exame perinecroscópico no local.
O Delegado João Ildes Beffa, responsável pelo caso, já vinha conduzindo buscas com apoio da DIG de Ourinhos e do cão farejador do canil Gaiola Aberta. As investigações indicam que João teria desaparecido nas proximidades da ponte do Rio Pardo, em Ourinhos.
Operação de buscas mobilizou diversas forças de segurança
Desde as primeiras horas de sexta-feira, equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, 13º BAEP, Guarda Civil Municipal, Grupo de Busca e Resgate Brasil e voluntários da equipe Gaiola Aberta realizaram uma varredura minuciosa nas margens da Rodovia Raposo Tavares (SP-270). O cão farejador Zeus também participou da operação.
As buscas foram intensificadas após câmeras de monitoramento flagrarem João caminhando pela região da ponte no dia do desaparecimento. Uma das hipóteses investigadas é a de que ele possa ter pulado da estrutura, mas nada foi confirmado até o momento.
Família segue angustiada e pede informações
Nas redes sociais, familiares têm feito pedidos de ajuda para localizar João ou obter informações que esclareçam o caso. “Ele saiu de Ribeirão do Sul no dia 18 pela manhã e não voltou para casa. Quem souber onde ele está, por favor, me liga”, disse uma parente, reforçando o apelo.
Qualquer informação pode ser repassada diretamente à família pelo telefone (14) 99119-4324.
Enquanto isso, o corpo permanece no IML de Ourinhos aguardando exames necroscópicos, toxicológicos e a coleta de material biológico para confronto genético, mantendo o caso oficialmente em aberto.






