A comissão parlamentar mista que investiga irregularidades no INSS aprovou nesta quinta-feira (26) a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi tomada por votação simbólica e gerou confusão entre parlamentares durante a sessão.
Após o resultado, houve empurra-empurra e troca de agressões físicas entre deputados que protestavam contra a votação. Parlamentares precisaram ser separados, e a sessão foi suspensa temporariamente antes de ser retomada. Um deputado afirmou ter recebido um soco durante o tumulto, enquanto outro admitiu ter atingido o colega involuntariamente e pediu desculpas.
A votação terminou com resultado de 14 votos favoráveis e 7 contrários, mas parlamentares governistas contestaram a contagem e pediram a anulação do resultado, alegando inconsistências na verificação visual dos votos. O presidente da comissão rejeitou o pedido e manteve a decisão.
Além da quebra de sigilo do filho do presidente, a comissão também aprovou a convocação de testemunhas e a quebra de sigilos relacionados a empresas investigadas.
O nome de Fábio Luís passou a ser investigado após a apreensão de mensagens pela Polícia Federal que mencionariam possíveis repasses financeiros ligados a empresários investigados. A suspeita é de que ele possa ter atuado como suposto intermediário ou sócio oculto em negócios sob apuração.
Conhecido como “Lulinha”, ele é o filho mais velho do presidente e já atuou no setor empresarial, tendo sido sócio de empresas de comunicação e tecnologia. As investigações ainda estão em andamento.
Após o resultado, houve empurra-empurra e troca de agressões físicas entre deputados que protestavam contra a votação. Parlamentares precisaram ser separados, e a sessão foi suspensa temporariamente antes de ser retomada. Um deputado afirmou ter recebido um soco durante o tumulto, enquanto outro admitiu ter atingido o colega involuntariamente e pediu desculpas.
A votação terminou com resultado de 14 votos favoráveis e 7 contrários, mas parlamentares governistas contestaram a contagem e pediram a anulação do resultado, alegando inconsistências na verificação visual dos votos. O presidente da comissão rejeitou o pedido e manteve a decisão.
Além da quebra de sigilo do filho do presidente, a comissão também aprovou a convocação de testemunhas e a quebra de sigilos relacionados a empresas investigadas.
O nome de Fábio Luís passou a ser investigado após a apreensão de mensagens pela Polícia Federal que mencionariam possíveis repasses financeiros ligados a empresários investigados. A suspeita é de que ele possa ter atuado como suposto intermediário ou sócio oculto em negócios sob apuração.
Conhecido como “Lulinha”, ele é o filho mais velho do presidente e já atuou no setor empresarial, tendo sido sócio de empresas de comunicação e tecnologia. As investigações ainda estão em andamento.
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