A Polícia Civil alerta a população de Santa Cruz do Rio Pardo sobre golpes digitais que vêm causando prejuízos financeiros às vítimas.
Os criminosos entram em contato por telefone, WhatsApp, redes sociais ou chamada de vídeo, fingindo ser pessoas conhecidas, familiares, amigos, advogados ou representantes de empresas. Em muitos casos, usam foto, nome e informações verdadeiras para enganar a vítima e dar aparência de confiança.
Entre os golpes mais comuns, o criminoso se passa por um conhecido e pede um código de confirmação, alegando que precisa dele para vender produtos em plataformas como Mercado Livre, OLX ou outros sites. Na verdade, esse código pode ser usado para invadir contas, ativar aplicativos ou aplicar novos golpes.
Também há casos em que golpistas se passam por advogados e entram em contato com vítimas ou familiares, informando falsamente que há valores a receber em processos judiciais, indenizações ou ações já encerradas. Em seguida, pedem Pix, pagamento de falsas taxas, custas ou honorários para liberar o suposto dinheiro. A Polícia Civil orienta que ninguém faça pagamentos sem antes confirmar diretamente com o advogado, pelo número oficial, ou consultar o processo pelos canais adequados.
A população também deve ficar atenta a pedidos de Pix, instalação de aplicativos, cliques em links ou autorização de acesso ao celular, computador ou aplicativo bancário. Esse tipo de solicitação pode permitir que criminosos acessem contas, dados pessoais e informações financeiras.
Outro alerta importante é sobre chamadas de vídeo. Golpistas podem tentar captar o rosto da vítima para criar contas, validar cadastros, contratar empréstimos ou realizar operações financeiras em nome da pessoa.
A Polícia Civil reforça: não repasse códigos, não faça Pix sem confirmação, não clique em links suspeitos, não autorize acesso ao seu aparelho e não envie imagens do rosto ou documentos por chamada de vídeo.
Diante de qualquer contato suspeito, interrompa a conversa e confirme a informação por outro meio seguro. Em caso de golpe ou tentativa de fraude, registre boletim de ocorrência e comunique imediatamente o banco, se houver transação financeira.
Os criminosos entram em contato por telefone, WhatsApp, redes sociais ou chamada de vídeo, fingindo ser pessoas conhecidas, familiares, amigos, advogados ou representantes de empresas. Em muitos casos, usam foto, nome e informações verdadeiras para enganar a vítima e dar aparência de confiança.
Entre os golpes mais comuns, o criminoso se passa por um conhecido e pede um código de confirmação, alegando que precisa dele para vender produtos em plataformas como Mercado Livre, OLX ou outros sites. Na verdade, esse código pode ser usado para invadir contas, ativar aplicativos ou aplicar novos golpes.
Também há casos em que golpistas se passam por advogados e entram em contato com vítimas ou familiares, informando falsamente que há valores a receber em processos judiciais, indenizações ou ações já encerradas. Em seguida, pedem Pix, pagamento de falsas taxas, custas ou honorários para liberar o suposto dinheiro. A Polícia Civil orienta que ninguém faça pagamentos sem antes confirmar diretamente com o advogado, pelo número oficial, ou consultar o processo pelos canais adequados.
A população também deve ficar atenta a pedidos de Pix, instalação de aplicativos, cliques em links ou autorização de acesso ao celular, computador ou aplicativo bancário. Esse tipo de solicitação pode permitir que criminosos acessem contas, dados pessoais e informações financeiras.
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