Ousmane Dembélé é, indiscutivelmente, o dono da temporada 2025. O atacante do Paris Saint-Germain foi eleito o melhor jogador do futebol masculino no prêmio Fifa The Best, em cerimônia realizada nesta terça-feira (16), em Doha, no Catar. A conquista coroa o melhor ano da carreira do francês e confirma uma unanimidade: em setembro, ele já havia sido agraciado com a tradicional Bola de Ouro.
Ao levantar o troféu da Fifa, Dembélé entra para um grupo seleto de atletas que conseguiram convencer jurados de critérios distintos no mesmo ano. A Bola de Ouro, entregue pela revista France Football desde 1956, e o prêmio da Fifa, instituído em 1991, são as duas maiores honrarias individuais do esporte. Com a vitória do francês, 2025 torna-se o 21º ano em que o mesmo jogador vence ambas as premiações.
Historicamente, a concordância não é regra. Desde a criação do prêmio da entidade máxima do futebol, houve oito edições com vencedores distintos. O "duplo reconhecimento" de Dembélé remete a anos icônicos de consenso, como os de Ronaldo Fenômeno (1997 e 2002), Ronaldinho Gaúcho (2005), Kaká (2007) e a era de domínio de Messi e Cristiano Ronaldo.
Critérios diferentes, lendas divergentes
A unificação dos títulos por Dembélé contrasta com o histórico de outras lendas que possuem números discrepantes em suas estantes. A diferença de critérios — a Bola de Ouro votada por jornalistas e o The Best com participação de capitães, técnicos e público — gerou anomalias estatísticas ao longo das décadas.
O maior vencedor da história, Lionel Messi, soma sete Bolas de Ouro contra seis prêmios da Fifa. Já o polonês Robert Lewandowski viveu o inverso: foi eleito duas vezes o melhor do mundo pela Fifa, mas nunca recebeu a Bola de Ouro. Entre os brasileiros, Ronaldo (3 Fifa e 2 Bolas de Ouro) e Ronaldinho (2 Fifa e 1 Bola de Ouro) também foram mais celebrados pela entidade do que pela revista.
Há ainda o grupo dos "vencedores solitários" da France Football. Nomes como Jean-Pierre Papin, Hristo Stoichkov, Matthias Sammer, Michael Owen, Pavel Nedv?d e Andriy Shevchenko possuem uma Bola de Ouro, mas jamais receberam o prêmio máximo da Fifa.
Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, essa dualidade deixou de existir temporariamente com a criação do Fifa Bola de Ouro, período em que os prêmios foram unificados. Desde a separação em 2016, a concordância voltou a ser o fiel da balança para definir a supremacia absoluta de um atleta na temporada, posto agora ocupado por Ousmane Dembélé.
Ao levantar o troféu da Fifa, Dembélé entra para um grupo seleto de atletas que conseguiram convencer jurados de critérios distintos no mesmo ano. A Bola de Ouro, entregue pela revista France Football desde 1956, e o prêmio da Fifa, instituído em 1991, são as duas maiores honrarias individuais do esporte. Com a vitória do francês, 2025 torna-se o 21º ano em que o mesmo jogador vence ambas as premiações.
Historicamente, a concordância não é regra. Desde a criação do prêmio da entidade máxima do futebol, houve oito edições com vencedores distintos. O "duplo reconhecimento" de Dembélé remete a anos icônicos de consenso, como os de Ronaldo Fenômeno (1997 e 2002), Ronaldinho Gaúcho (2005), Kaká (2007) e a era de domínio de Messi e Cristiano Ronaldo.
Critérios diferentes, lendas divergentes
A unificação dos títulos por Dembélé contrasta com o histórico de outras lendas que possuem números discrepantes em suas estantes. A diferença de critérios — a Bola de Ouro votada por jornalistas e o The Best com participação de capitães, técnicos e público — gerou anomalias estatísticas ao longo das décadas.
O maior vencedor da história, Lionel Messi, soma sete Bolas de Ouro contra seis prêmios da Fifa. Já o polonês Robert Lewandowski viveu o inverso: foi eleito duas vezes o melhor do mundo pela Fifa, mas nunca recebeu a Bola de Ouro. Entre os brasileiros, Ronaldo (3 Fifa e 2 Bolas de Ouro) e Ronaldinho (2 Fifa e 1 Bola de Ouro) também foram mais celebrados pela entidade do que pela revista.
Há ainda o grupo dos "vencedores solitários" da France Football. Nomes como Jean-Pierre Papin, Hristo Stoichkov, Matthias Sammer, Michael Owen, Pavel Nedv?d e Andriy Shevchenko possuem uma Bola de Ouro, mas jamais receberam o prêmio máximo da Fifa.
Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, essa dualidade deixou de existir temporariamente com a criação do Fifa Bola de Ouro, período em que os prêmios foram unificados. Desde a separação em 2016, a concordância voltou a ser o fiel da balança para definir a supremacia absoluta de um atleta na temporada, posto agora ocupado por Ousmane Dembélé.




