Diante de mais um caso brutal de violência contra a mulher, o deputado federal Luiz Carlos Motta (PL) voltou a reforçar, nesta semana, a urgência de ações concretas e imediatas para garantir a proteção das mulheres no Brasil. O pronunciamento do parlamentar veio à tona após o registro de uma tentativa de feminicídio na cidade de Chavantes (SP), na última terça-feira, 5, quando uma mulher foi esfaqueada pelo companheiro, que já se encontrava preso. O homem teria deixado recentemente o sistema prisional e ao sair agrediu a mulher. O caso foi registrado como tentativa de feminicídio, mas os detalhes não foram divulgados e nem o estado de saúde da mulher.
Em um texto publicado em suas redes sociais, Motta comentou também outro episódio chocante ocorrido em Divisa Alegre (MG), onde uma mulher foi violentamente agredida e ameaçada de morte pelo ex-namorado, mesmo estando sob medida protetiva. "Esse episódio não é isolado. Ele escancara uma ferida aberta da nossa sociedade", lamentou.
O deputado destacou um dado alarmante: 1.492 mulheres foram assassinadas no Brasil em 2024, apenas por serem mulheres, mesmo com a redução de outros índices gerais de violência. A maioria dessas vítimas era jovem, negra e morta dentro da própria casa, espaço que deveria representar segurança.
Ações legislativas e compromisso com a causa
Luiz Carlos Motta enfatizou que "a proteção à mulher não pode esperar", defendendo a urgência de políticas públicas eficazes, com orçamento direcionado, fiscalização rígida e envolvimento de todas as esferas de poder.
Entre suas iniciativas no Congresso Nacional, ele destacou:
Em um texto publicado em suas redes sociais, Motta comentou também outro episódio chocante ocorrido em Divisa Alegre (MG), onde uma mulher foi violentamente agredida e ameaçada de morte pelo ex-namorado, mesmo estando sob medida protetiva. "Esse episódio não é isolado. Ele escancara uma ferida aberta da nossa sociedade", lamentou.
O deputado destacou um dado alarmante: 1.492 mulheres foram assassinadas no Brasil em 2024, apenas por serem mulheres, mesmo com a redução de outros índices gerais de violência. A maioria dessas vítimas era jovem, negra e morta dentro da própria casa, espaço que deveria representar segurança.
Ações legislativas e compromisso com a causa
Luiz Carlos Motta enfatizou que "a proteção à mulher não pode esperar", defendendo a urgência de políticas públicas eficazes, com orçamento direcionado, fiscalização rígida e envolvimento de todas as esferas de poder.
Entre suas iniciativas no Congresso Nacional, ele destacou:
- Apresentação de emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para ampliar os recursos destinados ao enfrentamento da violência contra a mulher.
- Apoio ao projeto que garante medidas protetivas imediatas, sem necessidade de autorização judicial, acelerando a resposta diante de ameaças reais.
- Defesa de propostas que ampliam a Lei Maria da Penha, incluindo outros tipos de violência como a moral, patrimonial e psicológica, muitas vezes invisibilizadas.
Violência também no ambiente de trabalho
Motta, que também é presidente da Fecomerciários, afirmou lutar pela ratificação da Convenção 190 da OIT, que trata da eliminação da violência e do assédio no ambiente de trabalho, espaço onde muitas mulheres ainda sofrem caladas.
Denúncia e acolhimento
Encerrando sua fala, o deputado reforçou que o combate à violência de gênero não é responsabilidade apenas do Parlamento, mas de toda a sociedade. Ele apelou para que a população denuncie casos de violência e acolha as vítimas. “Proteger é agir. Denunciar é salvar. A mulher que sofre violência não está sozinha. Ligue 180. É gratuito e sigiloso”, afirmou.
O caso de Chavantes, ocorrido nesta semana, reforça o alerta feito por Motta: é urgente transformar indignação em ação, e garantir que nenhuma mulher mais precise viver com medo dentro da própria casa.
Motta, que também é presidente da Fecomerciários, afirmou lutar pela ratificação da Convenção 190 da OIT, que trata da eliminação da violência e do assédio no ambiente de trabalho, espaço onde muitas mulheres ainda sofrem caladas.
Denúncia e acolhimento
Encerrando sua fala, o deputado reforçou que o combate à violência de gênero não é responsabilidade apenas do Parlamento, mas de toda a sociedade. Ele apelou para que a população denuncie casos de violência e acolha as vítimas. “Proteger é agir. Denunciar é salvar. A mulher que sofre violência não está sozinha. Ligue 180. É gratuito e sigiloso”, afirmou.
O caso de Chavantes, ocorrido nesta semana, reforça o alerta feito por Motta: é urgente transformar indignação em ação, e garantir que nenhuma mulher mais precise viver com medo dentro da própria casa.



