Dois homens foram presos em flagrante acusados de agredir e roubar um aposentado de 55 anos na madrugada deste sábado, 3, no Centro de Ipaussu (SP). O crime ocorreu por volta da 1h, na Rua Francisco Bonassi. O celular levado da vítima foi recuperado pela Polícia Militar.
Os presos foram identificados como Igor M. R., de 29 anos, e Lucas B. de F., de 26 anos. Segundo o registro policial, uma equipe da Polícia Militar foi acionada pelo Copom inicialmente para atender uma ocorrência de agressão em via pública.
No local, os policiais encontraram a vítima, identificada como P., apresentando marcas aparentes de agressão e sangramento no rosto. Ele contou que caminhava pela rua acompanhado de seu cachorro quando foi abordado por dois homens.
Conforme o relato da vítima, ela foi agredida e derrubada no chão. Durante a ação, os envolvidos teriam subtraído seu aparelho celular. P. forneceu aos policiais as características dos suspeitos e indicou a direção em que eles haviam seguido.
Por estar ferido e como a ocorrência aconteceu nas proximidades da Santa Casa de Ipaussu, o aposentado foi orientado a procurar atendimento médico. Ele foi posteriormente atendido, medicado e liberado.
Primeiro suspeito foi localizado durante buscas
Com as características fornecidas pela vítima, os policiais iniciaram diligências e localizaram Lucas às margens da via pública. Nada de ilícito foi encontrado com ele durante a busca pessoal.
Segundo o boletim, Lucas declarou estar sob efeito de drogas e negou ter agredido Paulo. Ele atribuiu as agressões a um homem conhecido como “Igão” e afirmou desconhecer o paradeiro do celular.
Os policiais seguiram até a Santa Casa para dar continuidade ao atendimento da ocorrência. No hospital, segundo o registro, P. reconheceu Lucas como um dos participantes da ação e afirmou que ele teria retirado o celular de sua mão e colocado o aparelho na cintura.
Com apoio de outra equipe da Polícia Militar, foram realizadas buscas nas proximidades do ponto onde Lucas havia sido abordado. O celular da vítima foi localizado e recuperado.
Segundo homem foi encontrado em casa
Questionado sobre o outro envolvido, Lucas indicou Igor. Os policiais foram até a residência dele e conseguiram localizá-lo.
De acordo com o registro policial, Igor negou participação na subtração do aparelho, mas declarou que teria participado da ocorrência segurando a vítima.
Os dois homens foram então encaminhados ao plantão policial. Após ouvir separadamente os envolvidos, a vítima e os policiais, a autoridade policial ratificou as prisões em flagrante de Lucas e Igor por roubo, previsto no artigo 157 do Código Penal.
O telefone recuperado foi apreendido para os procedimentos necessários e posteriormente restituído ao aposentado.
Polícia pede conversão das prisões em preventivas
Além da prisão em flagrante, a autoridade policial representou à Justiça pela conversão das prisões de Lucas e Igor em preventivas.
Entre os fundamentos apresentados no pedido estão o emprego de violência física, as lesões apresentadas pela vítima, a atuação de dois envolvidos e as circunstâncias em que o crime teria ocorrido em via pública.
A conversão em prisão preventiva, entretanto, depende de decisão judicial. Até então, os dois permaneciam à disposição da Justiça.
Os presos foram identificados como Igor M. R., de 29 anos, e Lucas B. de F., de 26 anos. Segundo o registro policial, uma equipe da Polícia Militar foi acionada pelo Copom inicialmente para atender uma ocorrência de agressão em via pública.
No local, os policiais encontraram a vítima, identificada como P., apresentando marcas aparentes de agressão e sangramento no rosto. Ele contou que caminhava pela rua acompanhado de seu cachorro quando foi abordado por dois homens.
Conforme o relato da vítima, ela foi agredida e derrubada no chão. Durante a ação, os envolvidos teriam subtraído seu aparelho celular. P. forneceu aos policiais as características dos suspeitos e indicou a direção em que eles haviam seguido.
Por estar ferido e como a ocorrência aconteceu nas proximidades da Santa Casa de Ipaussu, o aposentado foi orientado a procurar atendimento médico. Ele foi posteriormente atendido, medicado e liberado.
Primeiro suspeito foi localizado durante buscas
Com as características fornecidas pela vítima, os policiais iniciaram diligências e localizaram Lucas às margens da via pública. Nada de ilícito foi encontrado com ele durante a busca pessoal.
Segundo o boletim, Lucas declarou estar sob efeito de drogas e negou ter agredido Paulo. Ele atribuiu as agressões a um homem conhecido como “Igão” e afirmou desconhecer o paradeiro do celular.
Os policiais seguiram até a Santa Casa para dar continuidade ao atendimento da ocorrência. No hospital, segundo o registro, P. reconheceu Lucas como um dos participantes da ação e afirmou que ele teria retirado o celular de sua mão e colocado o aparelho na cintura.
Com apoio de outra equipe da Polícia Militar, foram realizadas buscas nas proximidades do ponto onde Lucas havia sido abordado. O celular da vítima foi localizado e recuperado.
Segundo homem foi encontrado em casa
Questionado sobre o outro envolvido, Lucas indicou Igor. Os policiais foram até a residência dele e conseguiram localizá-lo.
De acordo com o registro policial, Igor negou participação na subtração do aparelho, mas declarou que teria participado da ocorrência segurando a vítima.
Os dois homens foram então encaminhados ao plantão policial. Após ouvir separadamente os envolvidos, a vítima e os policiais, a autoridade policial ratificou as prisões em flagrante de Lucas e Igor por roubo, previsto no artigo 157 do Código Penal.
O telefone recuperado foi apreendido para os procedimentos necessários e posteriormente restituído ao aposentado.
Polícia pede conversão das prisões em preventivas
Além da prisão em flagrante, a autoridade policial representou à Justiça pela conversão das prisões de Lucas e Igor em preventivas.
Entre os fundamentos apresentados no pedido estão o emprego de violência física, as lesões apresentadas pela vítima, a atuação de dois envolvidos e as circunstâncias em que o crime teria ocorrido em via pública.
A conversão em prisão preventiva, entretanto, depende de decisão judicial. Até então, os dois permaneciam à disposição da Justiça.
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