Dois homens de 30 anos foram presos em flagrante na noite de sexta-feira (23), por volta das 21h, suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas em Ourinhos (SP). A ocorrência teve início após uma denúncia recebida pela Polícia Militar, indicando que uma dupla estaria utilizando um veículo Fiat Uno branco para distribuir entorpecentes pela cidade.
Os presos foram identificados como Aléx P. B., conhecido como “Guega”, e Vítor H. de O. O., conhecido como “Dubão”, ambos de 30 anos.
A abordagem aconteceu no cruzamento da Rua Rio de Janeiro com a Rua José das Neves Júnior, na região central de Ourinhos. Antes da interceptação, os policiais haviam acompanhado uma movimentação suspeita na Rua Bernardino Landulfo, no bairro Vila Vilar.
Os dois homens foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006. Posteriormente, a Justiça converteu as prisões em flagrante em prisões preventivas, mantendo os investigados detidos.

Denúncia levou policiais até a Vila Vilar
De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar realizava patrulhamento ostensivo quando recebeu informações de que dois homens conhecidos pelos apelidos de “Guega” e “Dubão” estariam utilizando um Fiat Uno branco para realizar entregas de drogas.
A denúncia indicava que, naquela noite, os suspeitos fariam uma entrega no bairro Vila Vilar.
Diante das informações, os policiais intensificaram o patrulhamento e, ao passarem pela Rua Bernardino Landulfo, visualizaram um veículo com as características informadas, estacionado em frente a uma residência.
Segundo o relato policial, um homem saiu do imóvel, aproximou-se do automóvel e recebeu um objeto do passageiro. Logo depois, o carro deixou o local em velocidade aparentemente incompatível com a via, enquanto o morador retornou para a residência.
A movimentação, associada à denúncia recebida anteriormente, motivou a equipe a acompanhar e abordar o veículo.
Polícia encontra porções de drogas no porta-luvas
O Fiat Uno foi interceptado no cruzamento da Rua Rio de Janeiro com a Rua José das Neves Júnior.
No automóvel estavam Aléx, identificado como motorista, e Vítor, que ocupava o banco do passageiro.
Durante a busca pessoal, os policiais não encontraram materiais ilícitos com os abordados, apenas seus aparelhos celulares.
Entretanto, na vistoria do veículo, a equipe localizou, dentro do porta-luvas, 33 invólucros do tipo ziplock contendo substância semelhante à cocaína, uma embalagem com material semelhante à maconha e diversos saquinhos vazios, que poderiam ser utilizados para acondicionamento de entorpecentes.
Também foi apreendido um aparelho celular Motorola vermelho que estava no porta-luvas.
Questionados sobre os materiais encontrados, os dois homens optaram por não prestar esclarecimentos naquele momento.
Moradores relataram compra de cocaína por R$ 200 via Pix
Após a abordagem, os policiais retornaram à residência da Rua Bernardino Landulfo, onde haviam observado a movimentação suspeita.
No imóvel, fizeram contato com Igor Vanzela de Aquino e Eduarda Aparecida Floriano.
Segundo o registro policial, os moradores relataram que haviam adquirido cocaína de um homem conhecido como “Guega”, que teria chegado ao endereço acompanhado de outro indivíduo.
Igor afirmou que pagou R$ 200 pela droga por meio de transferência via Pix e que o entorpecente foi entregue pelos ocupantes do Fiat Uno.
O casal apresentou aos policiais dois invólucros contendo substância semelhante à cocaína, que, conforme o relato, correspondiam ao material adquirido.
Durante buscas na residência, a equipe também encontrou uma porção de substância semelhante à maconha, sobre uma estante da sala. Os moradores informaram que o material seria destinado ao consumo próprio.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, Igor mostrou aos policiais uma conversa mantida com Aléx e o comprovante da transferência bancária.
Em seu depoimento, Eduarda confirmou que o marido havia comprado cocaína e relatou que ele já conhecia Aléx anteriormente.
Igor e Eduarda foram conduzidos ao Plantão Policial, prestaram esclarecimentos e foram liberados.
Perícia confirma presença de cocaína e THC em materiais apreendidos
Os entorpecentes apreendidos foram encaminhados ao Instituto de Criminalística de Ourinhos para análise.
Conforme o laudo pericial nº 409341/2026, foram identificados os seguintes resultados:
Os presos foram identificados como Aléx P. B., conhecido como “Guega”, e Vítor H. de O. O., conhecido como “Dubão”, ambos de 30 anos.
A abordagem aconteceu no cruzamento da Rua Rio de Janeiro com a Rua José das Neves Júnior, na região central de Ourinhos. Antes da interceptação, os policiais haviam acompanhado uma movimentação suspeita na Rua Bernardino Landulfo, no bairro Vila Vilar.
Os dois homens foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006. Posteriormente, a Justiça converteu as prisões em flagrante em prisões preventivas, mantendo os investigados detidos.

Denúncia levou policiais até a Vila Vilar
De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar realizava patrulhamento ostensivo quando recebeu informações de que dois homens conhecidos pelos apelidos de “Guega” e “Dubão” estariam utilizando um Fiat Uno branco para realizar entregas de drogas.
A denúncia indicava que, naquela noite, os suspeitos fariam uma entrega no bairro Vila Vilar.
Diante das informações, os policiais intensificaram o patrulhamento e, ao passarem pela Rua Bernardino Landulfo, visualizaram um veículo com as características informadas, estacionado em frente a uma residência.
Segundo o relato policial, um homem saiu do imóvel, aproximou-se do automóvel e recebeu um objeto do passageiro. Logo depois, o carro deixou o local em velocidade aparentemente incompatível com a via, enquanto o morador retornou para a residência.
A movimentação, associada à denúncia recebida anteriormente, motivou a equipe a acompanhar e abordar o veículo.
Polícia encontra porções de drogas no porta-luvas
O Fiat Uno foi interceptado no cruzamento da Rua Rio de Janeiro com a Rua José das Neves Júnior.
No automóvel estavam Aléx, identificado como motorista, e Vítor, que ocupava o banco do passageiro.
Durante a busca pessoal, os policiais não encontraram materiais ilícitos com os abordados, apenas seus aparelhos celulares.
Entretanto, na vistoria do veículo, a equipe localizou, dentro do porta-luvas, 33 invólucros do tipo ziplock contendo substância semelhante à cocaína, uma embalagem com material semelhante à maconha e diversos saquinhos vazios, que poderiam ser utilizados para acondicionamento de entorpecentes.
Também foi apreendido um aparelho celular Motorola vermelho que estava no porta-luvas.
Questionados sobre os materiais encontrados, os dois homens optaram por não prestar esclarecimentos naquele momento.
Moradores relataram compra de cocaína por R$ 200 via Pix
Após a abordagem, os policiais retornaram à residência da Rua Bernardino Landulfo, onde haviam observado a movimentação suspeita.
No imóvel, fizeram contato com Igor Vanzela de Aquino e Eduarda Aparecida Floriano.
Segundo o registro policial, os moradores relataram que haviam adquirido cocaína de um homem conhecido como “Guega”, que teria chegado ao endereço acompanhado de outro indivíduo.
Igor afirmou que pagou R$ 200 pela droga por meio de transferência via Pix e que o entorpecente foi entregue pelos ocupantes do Fiat Uno.
O casal apresentou aos policiais dois invólucros contendo substância semelhante à cocaína, que, conforme o relato, correspondiam ao material adquirido.
Durante buscas na residência, a equipe também encontrou uma porção de substância semelhante à maconha, sobre uma estante da sala. Os moradores informaram que o material seria destinado ao consumo próprio.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, Igor mostrou aos policiais uma conversa mantida com Aléx e o comprovante da transferência bancária.
Em seu depoimento, Eduarda confirmou que o marido havia comprado cocaína e relatou que ele já conhecia Aléx anteriormente.
Igor e Eduarda foram conduzidos ao Plantão Policial, prestaram esclarecimentos e foram liberados.
Perícia confirma presença de cocaína e THC em materiais apreendidos
Os entorpecentes apreendidos foram encaminhados ao Instituto de Criminalística de Ourinhos para análise.
Conforme o laudo pericial nº 409341/2026, foram identificados os seguintes resultados:
- 3,1 gramas: presença de cocaína confirmada;
- 18,5 gramas: análise preliminar inconclusiva;
- 1,8 grama: presença de tetrahidrocanabinol (THC), substância presente na maconha;
- 1,7 grama: presença de THC confirmada.
Os resultados correspondem aos quatro conjuntos de materiais analisados pela perícia. A análise preliminar de uma das amostras não permitiu determinar sua composição.
Os aparelhos celulares e o Fiat Uno também foram apreendidos para auxiliar na investigação.
Suspeitos negaram ser proprietários das drogas
Na delegacia, Aléx e Vítor foram interrogados pela autoridade policial.
Segundo o boletim de ocorrência, ambos negaram ser proprietários dos entorpecentes encontrados no veículo.
Após analisar os elementos apresentados pelos policiais militares, os depoimentos e os materiais apreendidos, a autoridade policial decidiu pela prisão em flagrante dos dois homens pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Os investigados permaneceram detidos, à disposição da Justiça, para a realização da audiência de custódia.
Justiça determina prisão preventiva dos dois investigados
Após a apresentação do caso ao Poder Judiciário, a prisão em flagrante de Aléx Pessona Bernardino e Vítor Hugo de Oliveira Olanda foi convertida em prisão preventiva.
A decisão foi fundamentada nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal.
A Justiça também indeferiu um pedido de prisão domiciliar apresentado em favor de Aléx.
Com a decisão, os dois investigados permanecem presos preventivamente, enquanto prosseguem os procedimentos judiciais.
Celulares serão analisados para aprofundar investigação
Além de manter os suspeitos presos, a Justiça autorizou a quebra do sigilo dos dados telefônicos e das comunicações armazenadas nos aparelhos celulares apreendidos.
A medida permitirá que a Polícia Civil realize a extração e a análise de mensagens, conversas e outros dados, com o objetivo de aprofundar a investigação sobre a possível comercialização de entorpecentes.
Também foi autorizada a destruição das drogas apreendidas, desde que seja preservada uma quantidade suficiente para a realização dos exames periciais definitivos.
A decisão determina que a Polícia Civil comunique previamente ao Poder Judiciário e ao Ministério Público a data e o local da destruição.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Ourinhos.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação definitiva. Os investigados têm direito à defesa e à presunção de inocência durante o andamento do processo.
Os aparelhos celulares e o Fiat Uno também foram apreendidos para auxiliar na investigação.
Suspeitos negaram ser proprietários das drogas
Na delegacia, Aléx e Vítor foram interrogados pela autoridade policial.
Segundo o boletim de ocorrência, ambos negaram ser proprietários dos entorpecentes encontrados no veículo.
Após analisar os elementos apresentados pelos policiais militares, os depoimentos e os materiais apreendidos, a autoridade policial decidiu pela prisão em flagrante dos dois homens pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Os investigados permaneceram detidos, à disposição da Justiça, para a realização da audiência de custódia.
Justiça determina prisão preventiva dos dois investigados
Após a apresentação do caso ao Poder Judiciário, a prisão em flagrante de Aléx Pessona Bernardino e Vítor Hugo de Oliveira Olanda foi convertida em prisão preventiva.
A decisão foi fundamentada nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal.
A Justiça também indeferiu um pedido de prisão domiciliar apresentado em favor de Aléx.
Com a decisão, os dois investigados permanecem presos preventivamente, enquanto prosseguem os procedimentos judiciais.
Celulares serão analisados para aprofundar investigação
Além de manter os suspeitos presos, a Justiça autorizou a quebra do sigilo dos dados telefônicos e das comunicações armazenadas nos aparelhos celulares apreendidos.
A medida permitirá que a Polícia Civil realize a extração e a análise de mensagens, conversas e outros dados, com o objetivo de aprofundar a investigação sobre a possível comercialização de entorpecentes.
Também foi autorizada a destruição das drogas apreendidas, desde que seja preservada uma quantidade suficiente para a realização dos exames periciais definitivos.
A decisão determina que a Polícia Civil comunique previamente ao Poder Judiciário e ao Ministério Público a data e o local da destruição.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Ourinhos.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação definitiva. Os investigados têm direito à defesa e à presunção de inocência durante o andamento do processo.
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