A dona de casa Marciene Pereira da Silva Souza, de 50 anos, que estava desaparecida desde o dia 4 de setembro, foi encontrada morta na tarde desta quinta-feira (17) em uma área de mata às margens da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), em Bauru (SP).
A informação sobre a morte foi confirmada pela família ao g1. Marciene havia desaparecido depois de sair de casa pela manhã, levar uma das filhas à escola e deixar a outra na residência da mãe.
Segundo a Polícia Civil, o corpo foi localizado por um motorista que havia parado o veículo no acostamento da rodovia. Ao perceber a presença do corpo na área de mata, ele acionou a Polícia Militar.
O corpo já estava em avançado estado de decomposição. Durante os trabalhos no local, os policiais também encontraram uma arma de fogo calibre .22, um cartucho deflagrado, 39 cartuchos intactos e um suporte para carregar arma de fogo.
A área foi preservada para o trabalho da perícia. Posteriormente, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Bauru, onde foi reconhecido pela família.
As circunstâncias da morte ainda serão esclarecidas. A Polícia Civil investiga o caso, e os elementos encontrados no local deverão fazer parte da apuração. Até o momento, as informações divulgadas não permitem afirmar a dinâmica ou a causa da morte.

Marciene estava desaparecida desde 4 de setembro
Marciene estava desaparecida havia 13 dias. Conforme o boletim de ocorrência registrado pelo marido, ela saiu de casa por volta das 7h do dia 4 de setembro acompanhada das duas filhas, de 8 e 13 anos.
Ela deixou uma das crianças na escola e a outra na casa da mãe, no Núcleo Habitacional José Regino. Na ocasião, informou à mãe que iria caminhar e depois passaria no mercado. A partir daquele momento, não foi mais vista.
Durante as buscas, imagens de câmeras de segurança obtidas pela família mostraram Marciene caminhando por uma rua do bairro com roupas semelhantes às descritas no registro do desaparecimento.
A mãe dela, Marlene Pereira da Silva, de 71 anos, havia contado ao g1 que a filha tinha o costume de sair para caminhar sem levar o celular ou de deixá-lo com a filha mais velha. A família também relatou que Marciene nunca havia desaparecido anteriormente sem avisar.
O desaparecimento mobilizou familiares e moradores de Bauru nos últimos dias. Agora, a investigação da Polícia Civil deverá buscar esclarecer como Marciene morreu e em quais circunstâncias ela chegou à área de mata onde seu corpo foi encontrado.
A informação sobre a morte foi confirmada pela família ao g1. Marciene havia desaparecido depois de sair de casa pela manhã, levar uma das filhas à escola e deixar a outra na residência da mãe.
Segundo a Polícia Civil, o corpo foi localizado por um motorista que havia parado o veículo no acostamento da rodovia. Ao perceber a presença do corpo na área de mata, ele acionou a Polícia Militar.
O corpo já estava em avançado estado de decomposição. Durante os trabalhos no local, os policiais também encontraram uma arma de fogo calibre .22, um cartucho deflagrado, 39 cartuchos intactos e um suporte para carregar arma de fogo.
A área foi preservada para o trabalho da perícia. Posteriormente, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Bauru, onde foi reconhecido pela família.
As circunstâncias da morte ainda serão esclarecidas. A Polícia Civil investiga o caso, e os elementos encontrados no local deverão fazer parte da apuração. Até o momento, as informações divulgadas não permitem afirmar a dinâmica ou a causa da morte.

Marciene estava desaparecida desde 4 de setembro
Marciene estava desaparecida havia 13 dias. Conforme o boletim de ocorrência registrado pelo marido, ela saiu de casa por volta das 7h do dia 4 de setembro acompanhada das duas filhas, de 8 e 13 anos.
Ela deixou uma das crianças na escola e a outra na casa da mãe, no Núcleo Habitacional José Regino. Na ocasião, informou à mãe que iria caminhar e depois passaria no mercado. A partir daquele momento, não foi mais vista.
Durante as buscas, imagens de câmeras de segurança obtidas pela família mostraram Marciene caminhando por uma rua do bairro com roupas semelhantes às descritas no registro do desaparecimento.
A mãe dela, Marlene Pereira da Silva, de 71 anos, havia contado ao g1 que a filha tinha o costume de sair para caminhar sem levar o celular ou de deixá-lo com a filha mais velha. A família também relatou que Marciene nunca havia desaparecido anteriormente sem avisar.
O desaparecimento mobilizou familiares e moradores de Bauru nos últimos dias. Agora, a investigação da Polícia Civil deverá buscar esclarecer como Marciene morreu e em quais circunstâncias ela chegou à área de mata onde seu corpo foi encontrado.
⚠️ AVISO SOBRE DIREITOS AUTORAIS
Todo o conteúdo publicado no site, incluindo textos, fotografias, vídeos, artes, logotipos e demais materiais jornalísticos, é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei Federal nº 9.610/98).
É expressamente proibida a reprodução, cópia, distribuição, retransmissão ou utilização total ou parcial de qualquer conteúdo deste portal sem autorização prévia e formal do site Passando a Régua.
A utilização indevida de material protegido poderá resultar em responsabilização civil e criminal, conforme previsto na legislação brasileira.
O compartilhamento de links das matérias é permitido, desde que preservada a autoria e a integridade do conteúdo.



