Duas mulheres foram presas em flagrante na manhã desta quinta-feira (10), em Chavantes (SP), durante uma operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Ourinhos. Elas são investigadas pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Segundo a Polícia Civil, a operação foi realizada após um trabalho de investigação iniciado a partir de denúncias sobre a comercialização de entorpecentes em uma residência localizada no município.
Durante as diligências, os policiais realizaram o monitoramento do imóvel e identificaram uma movimentação considerada compatível com a prática do tráfico de drogas. Com os elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão domiciliar, que foi posteriormente autorizado pelo Poder Judiciário.
O cumprimento da ordem judicial contou com o apoio da equipe do Canil do BAEP, da Polícia Militar.
Durante as buscas no imóvel, foram encontradas porções de maconha já fracionadas e preparadas para a venda, além de uma porção de substância conhecida como “dry”, derivada da cannabis. Também foram apreendidos uma balança de precisão, uma faca com resquícios de entorpecentes, aparelhos celulares e dinheiro.
Ao todo, segundo a Polícia Civil, foram apreendidos aproximadamente 486 gramas de maconha, entre meio tijolo e porções destinadas à comercialização.
As substâncias recolhidas foram submetidas a exame pericial preliminar, que apresentou resultado positivo para maconha.
Diante dos materiais encontrados e dos demais elementos obtidos durante a investigação, as duas mulheres receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006, que tratam, respectivamente, do tráfico de drogas e da associação para o tráfico.
Após os procedimentos de polícia judiciária, as investigadas foram encaminhadas à Central de Polícia Judiciária, onde permaneceram à disposição da Justiça para a realização da audiência de custódia.
A Polícia Civil destacou que a operação faz parte das ações de combate ao tráfico de drogas na região e ressaltou a importância das denúncias feitas pela população, que podem contribuir para a identificação de pontos de venda de entorpecentes e para o desenvolvimento das investigações.
Segundo a Polícia Civil, a operação foi realizada após um trabalho de investigação iniciado a partir de denúncias sobre a comercialização de entorpecentes em uma residência localizada no município.
Durante as diligências, os policiais realizaram o monitoramento do imóvel e identificaram uma movimentação considerada compatível com a prática do tráfico de drogas. Com os elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão domiciliar, que foi posteriormente autorizado pelo Poder Judiciário.
O cumprimento da ordem judicial contou com o apoio da equipe do Canil do BAEP, da Polícia Militar.
Durante as buscas no imóvel, foram encontradas porções de maconha já fracionadas e preparadas para a venda, além de uma porção de substância conhecida como “dry”, derivada da cannabis. Também foram apreendidos uma balança de precisão, uma faca com resquícios de entorpecentes, aparelhos celulares e dinheiro.
Ao todo, segundo a Polícia Civil, foram apreendidos aproximadamente 486 gramas de maconha, entre meio tijolo e porções destinadas à comercialização.
As substâncias recolhidas foram submetidas a exame pericial preliminar, que apresentou resultado positivo para maconha.
Diante dos materiais encontrados e dos demais elementos obtidos durante a investigação, as duas mulheres receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006, que tratam, respectivamente, do tráfico de drogas e da associação para o tráfico.
Após os procedimentos de polícia judiciária, as investigadas foram encaminhadas à Central de Polícia Judiciária, onde permaneceram à disposição da Justiça para a realização da audiência de custódia.
A Polícia Civil destacou que a operação faz parte das ações de combate ao tráfico de drogas na região e ressaltou a importância das denúncias feitas pela população, que podem contribuir para a identificação de pontos de venda de entorpecentes e para o desenvolvimento das investigações.
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