Em Ourinhos, Tarcísio de Freitas afirma que o estado de São Paulo tem muito potencial adormecido para ser explorado e se desenvolver

Candidatos estiveram com Tarcísio na Praça dos Burgueses. Prefeito de Salto Grande, Mário Rosa (PL), reforçou o seu apoio e disse que é um dos únicos que teve coragem de recusar a “máquina” do governo de São Paulo.
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O candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo Republicanos, Tarcísio de Freitas, esteve em Ourinhos, na tarde deste sábado, 10 e, até agora, foi único que não “correu” da imprensa da cidade. De forma tranquila, Tarcísio recebeu jornalistas no restaurante da Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos, onde afirmou que o estado de São Paulo tem muito potencial adormecido para ser explorado e pode crescer muito mais. Confira o vídeo abaixo:

Após almoçar na Santa Casa de Ourinhos, Tarcísio foi recepcionado por apoiadores na Praça dos Burgueses, no Jardim Paulista, onde discursou para público, enaltecendo o governo de Jair Bolsonaro (PL) e ressaltou que a educação de excelência será um dos seus pilares de governo “O aluno precisa ter acesso ao conhecimento. Linguagem, calculo, tecnologia, idiomas. Precisamos preparar os nossos jovens e não doutrina-los. Uma escola sem ideologia de gênero. Porque ideologia de gênero não serve para nada”, destacou Tarcísio.

Grande número de apoiadores se reuniu na Praça dos Burgueses em Ourinhos (Foto: Laperuta)

Ex-vereador de Ourinhos, Edvaldo Lúcio Abel “Vadinho” esteve na Praça para apoiar Tarcísio (Foto: Laperuta)

Lideranças regionais como o prefeito de Tupã (SP), Caio Aoqui (PSD), estiveram presentes (Foto: Laperuta)

Ex-prefeito de Ibirarema, Thiago Briganó (Republicanos) também esteve em Ourinhos (Foto: Laperuta)

Vereador Cícero Investigador, que é do partido de Tarcísio, também esteve no evento. Cícero está afastado da Câmara, para se dedicar a sua campanha eleitoral para deputado Federal. (Foto: Laperuta)

               

Prefeito de Salto Grande, Mário Rosa (PL), reforçou o seu apoio e disse que é um dos únicos que teve coragem de recusar a “máquina” do governo de São Paulo e apoiar o candidato Tarcísio de Freitas. Prefeitos que são da coligação de Tarcísio e Bolsonaro estão apoiando Rodrigo Garcia, que está com a caneta do governo de São Paulo, caso do prefeito Lucas Pocay, que é do PSD, que faz parte da coligação de Tarcísio, mas está apoiando Garcia.

A candidata a deputada estadual, Dani Alonso (PL), que é filha do prefeito de Marília, Daniel Alonso, esteve em Ourinhos e destacou que o pai, que, até então, estava no PSDB, anunciou oficialmente a sua saída do partido e vai se filiar ao PL, de Dani, Capitão Augusto e Bolsonaro. Dani disse que é hora de mudança e deixar para trás o PSDB, que está no governo por mais de 30 anos.  Antes de Ourinhos, Tarcísio esteve em Tupã, ontem (9), e Marília, hoje (10).

Dani Alonso e o pai, o prefeito Daniel Alonso, agora fazem parte da mesma coligação de Tarcísio (Foto: Laperuta)

Tarcísio se emocionou com faixa dizendo: “Nós te amamos”. (Foto: Laperuta)

Tarcísio se emocionou com faixa dizendo: “Nós te amamos”. (Foto: Laperuta)

O deputado Federal Capitão Augusto (PL) afirmou que Tarcísio estará no segundo turno e a disputa deve ser com o candidato Fernando Haddad (PT). Segundo Capitão, mesmo com máquina e liberando muitos recursos às prefeituras, Rodrigo Garcia não tem para onde mais crescer nas pesquisas. De acordo com a última pesquisa divulgada, TV Cultura/Ipespe, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) à frente, com 36% das intenções de voto, seguido pelo ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 21%, e pelo atual governador, Rodrigo Garcia (PSDB), com 16%.

Depois aparecem Vinicius Poit (Novo), Altino Junior (PSTU), Carol Vigliar (UP) e Gabriel Colombo (PCB), com 1% cada.

Elvis Cezar (PDT), Antonio Jorge (DC) e Edson Dorta (PCO) não pontuaram.

A proporção dos que dizem que irão votar em branco, anular ou não votarão em nenhum dos candidatos chega a 12%. Os que não sabem ou preferiram não responder são 12%.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 1.000 pessoas por telefone entre os dias 5 e 7 de setembro. O levantamento tem 95% de confiança.