Em meio a uma série de acusações levantadas na Câmara Municipal de Ourinhos, a UMMES (União dos Municípios da Média Sorocabana) divulgou, nesta quarta-feira (1º), uma carta aberta à população para rebater os ataques. As críticas, proferidas principalmente pelo vereador Ederson Kita (MDB), apontavam supostas irregularidades em contratos e licitações do consórcio.
Na sessão plenária de 29 de setembro, o vereador Kita alegou que a UMMES estaria envolvida em um "grande esquema", citando o contrato com um laboratório da cidade, cujos valores teriam saltado de uma média de R$ 400-500 mil para até R$ 1 milhão. O vereador também questionou a taxa administrativa de 15% e acusou a gestão municipal de usar o consórcio para "esquemas" que não seriam possíveis diretamente pela prefeitura, pedindo a atuação do Ministério Público.
Em seu documento, a UMMES, que é composta por 19 municípios, refutou veementemente as acusações. A entidade destaca que todas as decisões são tomadas de forma participativa, em Assembleia com todos os prefeitos, e que os profissionais do consórcio atuam em estrita observância à lei. "Qualquer ataque à instituição é igualmente um ataque a todos os Municípios e Prefeitos", diz o texto.
A carta ressalta que todos os chamamentos públicos seguem os preceitos constitucionais e a Lei de Licitações, e que os procedimentos são fiscalizados diretamente pelo Tribunal de Contas do Estado e outros órgãos. A UMMES reconhece a importância da fiscalização da Câmara de Vereadores, mas cobra que as acusações sejam baseadas em investigações sérias, "evitando acusações genéricas e sem qualquer lastro probatório idôneo".
O consórcio se colocou à disposição para qualquer apuração de desvios ou ilegalidades, reiterando seu compromisso com a transparência e a correção de eventuais erros, mas repudiou "meras ilações de escopo unicamente político e sem compromisso com a realidade".

Na sessão plenária de 29 de setembro, o vereador Kita alegou que a UMMES estaria envolvida em um "grande esquema", citando o contrato com um laboratório da cidade, cujos valores teriam saltado de uma média de R$ 400-500 mil para até R$ 1 milhão. O vereador também questionou a taxa administrativa de 15% e acusou a gestão municipal de usar o consórcio para "esquemas" que não seriam possíveis diretamente pela prefeitura, pedindo a atuação do Ministério Público.
Em seu documento, a UMMES, que é composta por 19 municípios, refutou veementemente as acusações. A entidade destaca que todas as decisões são tomadas de forma participativa, em Assembleia com todos os prefeitos, e que os profissionais do consórcio atuam em estrita observância à lei. "Qualquer ataque à instituição é igualmente um ataque a todos os Municípios e Prefeitos", diz o texto.
A carta ressalta que todos os chamamentos públicos seguem os preceitos constitucionais e a Lei de Licitações, e que os procedimentos são fiscalizados diretamente pelo Tribunal de Contas do Estado e outros órgãos. A UMMES reconhece a importância da fiscalização da Câmara de Vereadores, mas cobra que as acusações sejam baseadas em investigações sérias, "evitando acusações genéricas e sem qualquer lastro probatório idôneo".
O consórcio se colocou à disposição para qualquer apuração de desvios ou ilegalidades, reiterando seu compromisso com a transparência e a correção de eventuais erros, mas repudiou "meras ilações de escopo unicamente político e sem compromisso com a realidade".

⚠️ AVISO SOBRE DIREITOS AUTORAIS
Todo o conteúdo publicado no site, incluindo textos, fotografias, vídeos, artes, logotipos e demais materiais jornalísticos, é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei Federal nº 9.610/98).
É expressamente proibida a reprodução, cópia, distribuição, retransmissão ou utilização total ou parcial de qualquer conteúdo deste portal sem autorização prévia e formal do site Passando a Régua.
A utilização indevida de material protegido poderá resultar em responsabilização civil e criminal, conforme previsto na legislação brasileira.
O compartilhamento de links das matérias é permitido, desde que preservada a autoria e a integridade do conteúdo.



